Numenéra no Firecast

23 - Uma trilha de destruição

[21:30] «!» :12] <synien> — Jão… ela é amiguinha agora. Sorria para Jão, vendo a arma apontada. Então, se voltava para a arqueira, fazendo uma leve reverência também. — Amélia, sou Synien, e estes são Little John e Ishkur. Agora… cumprindo nossa parte… Já que já está livre… Olhava, impressionada com a MLK LISA. — Vamos tratar dos seus ferimentos.
[21:30] «!» [00:19] * NPC: <amélia> *Amélia olha para a porta de saída durante alguns instantes, e depois suspira profundamente, uma expressão azeda no rosto. Ela cambaleia um pouco, claramente forçando uma perna, e capenga na direção da cadeira. <>
[21:30] «!» [00:19] * NPC: <filib> — Hmm. Esse foi um resultado inesperado.
[21:30] «!» [00:19] «!» Einar tinha uma expressão de quem não estava sabendo lidar com aquilo e preferia ficar quieta.
[21:30] «!» [00:20] <jão> Concordo. Minha barganha funcionou. A menina gosta de pontas duras. – testa a ponta da flecha com o dedo.
[21:30] «!» [00:23] <synien> -
Incrivelmente resultados inesperados é SÓ o que obtemos em nossa jornada. Agora… Creio que Ishkur já pode devolver o bastão a Filib… e… *Então, entrega o tubo para Filib.
— Talvez queira dar uma analisada nisso enquanto eu cuido dos ferimentos. Creio que já deve ter mais familiaridade com isso do que eu, uma vez que é relacionado a essa cidade. Então, começa a fazer as mãos brilharem, já tocando um a um, nos ferimentos de Amélia. — Sabe. O mais engraçado é que realmente só estávamos no lugar errado… na hora errada. Sorria para a arqueira, tentando conversar enquanto faz seu trabalho, como os cabeleireiros que conversam com os clientes.
[21:30] «!» [00:24] <jão> Não tinha a menor vaidade… – cantarola, olhando ao redor, pras coisas esquisitas de Filib.
[21:30] «!» [00:24] «!» Quando Synien tenta se aproximar dela a primeira vez com a mão brilhando, Amélia fica se afastando de um lado para o outro evitando o toque, até desistir. <>
[21:30] «!» [00:26] <synien> -
Não se preocupe… Não dói. Não muito. Eu acho. Dava um sorrisinho, logo trabalhando.
[21:30] «!» [00:28] «!» Filib começa a usar aquele mesmo dispositivo que levou para as árvores de vidro para analisar o cilindro. Einar está batendo os dedos em cima da mesa. Amélia se pergunta se a Nano tem algum botão de desligar a fala. ><
[21:33] <jÃo> Como a deusa disse que Amélia é amiguinha, aproxima de onde Filib trabalha, assistindo-o
[21:36] «!» Filib coloca o tubo em uma espécie de esfera de vidro. As laterais dessa esfera são repletas de tubos e cabos de cores escuras, que escorrem e se esparramam pelo chão, adentrando as paredes e outros maquinários. Uma numenera ao lado da esfera começa a brilhar com cores azuladas, mostrando alguns diagramas e formas estranhas aos olhos de João. A sala começa a fazer um zumbido baixo e grave enquanto a máquina trabalhava. Vocês tem uma leve vontade de cerrar os dentes. <>
[21:37] «!» Einar também se aproxima dos equipamentos, e começa a conversar com Filib. Pelo que vocês conseguem ouvir, aparentemente ela sabe da localização de uma sala dentro do labirinto que possui um lugar onde esse tubo poderia ser encaixado. <>
[21:37] <jÃo> Leva a gente lá!
[21:38] <ishkur> -
Desculpe interromper, mas vocês ficarâo aí durante muito tempo? Eu tenho uma encomenda para buscar.
[21:43] <jÃo> faz um gesto, dispensando x glaive – Vai lá, a gente vai tentar descobrir as coisas aqui.
[21:43] * NPC: <filib> — Bem, vocês estão livres para ir conosco, se quiserem, mas não garanto que será um espetáculo. E você está livre para buscar o que quer que queira, Glaive. Einar, poderia pegar o *inserir um nome tecnológico exagerado para mim, por favor ?
[21:44] «!» Einar diz que ela e Filib irão sair em meia hora para ver exatamente qual o propósito do cilindro na estrutura de metal embaixo da cidade. <>
[21:48] <synien> — Oh, é tempo suficiente, imagino. Até lá, Amélia já estará nova em folha, também. Dava um pequeno sorriso, voltando a >trabalhar<.><ishkur> — Okay, entâo. Volto em breve. sai do recinto
[21:56] «!» O tempo passa. O cilindro é novamente retirado da esfera de vidro, Filib recolhe algumas informações da máquina que analisou o cilindro, e Einar recolhe alguns equipamentos, ajeitando-os em cima do disco flutuante de Filib. Quando vocês saem da casa de Filib, encontram Ishkur com uma nova armadura e, junto, caminham para a saída da cidade. Quando vocês dão por si, Amélia já não estava em nenhum lugar à vista >>>
[21:57] <synien> — Se encontrarmos ela novamente, espero que seja em uma situação favorável. Fazia um pequeno comentário, pensativa.
[21:58] <jÃo> Não era amiguinha.
[22:01] <ishkur> -
Ué. Aquela arqueira nâo deveria estar com vocês também? Pra onde ela foi?
[22:02] <synien> — O acordo foi apenas a informação em troca da liberdade. Ela parecia honrada… Espero que não nos arranje mais problemas.
[22:02] * NPC: <einar> — Arqueira ? Que arque – *Einar respira fundo, como se tivesse espantada. Ela olha ao redor e põe a mão na boca. — Gente, ela sumiu ! >>>
[22:04] <synien> — Considerando que ela conseguiu se soltar das cordas sem muito problema… Se ela quisesse fazer algo, já teria feito.
[22:08] <ishkur> suspira — Bem. Vamos em direção ao labirinto, entâo:
[22:08] <jÃo> Começa a cantarolar a Sia
[22:17] «!» Alguns minutos depois de saírem da casa de Filib, o grupo encontra um outro grupo de pessoas. Um deles parecia chamar mais atenção, com roupas mais casuais e requintadas, enquanto as outras pessoas pareciam guardas comuns. O rapaz do centro chama Filib, e parece estar com uma expressão de seriedade. Filib não responde, mas para e dá alguns passos para a frente, esperando o outro cara se aproximar. O rapaz faz um gesto com a cabeça e começa a falar. ><
[22:18] * NPC: <rapaz> — Filib, meu bom homem, chegou aos meus ouvidos uma conversa de que . . . Essas pessoas estavam carregando alguém pelas ruas. É verdade, isso ?
[22:19] *
NPC: <filib> — Sim. Parece que sua guarda deixou passar um grupo de malfeitores que estava entocado em uma das alas antigas da cidade.
[22:20] * NPC: <rapaz> — Bandidos ? Dentro dos limites da cidade ? Isso é um assunto sério. Qual ala ?
[22:20] *
NPC: <filib> — A da fonte. Perto do antigo setor da ferraria.
[22:22] * NPC: <einar> — Não esse. A fonte que fica ao oeste, algumas centenas de metros do Palácio Vago, se você quiser pelos corredores da antiga família Koachar.
[22:24] <jÃo> -Que vontade de comer rã… – resmunga baixinho consigo mesmo.
[22:25] *
NPC: <rapaz> O homem começa a cochichar algumas coisas com os guardas que estavam próximos. Eles discutem algumas coisas breves e todos saem (exceto o rapaz). — Poderia me falar mais sobre isso ? O que aconteceu, exatamente ?
[22:25] «!» >>>
[22:27] <synien> Olhava para Filib, um tanto desconfiada, como se esperasse uma confirmação de “segurança”. Não parecia prudente contar do ocorrido pra qualquer um, afinal. Talvez houvessem mais pessoas servindo a “Aranha”.
[22:28] <jÃo> Ah, a gente foi lá, foi olhar a parte vazia da cidade, conhecer, fazer turismo. Aí a gente achou uma casa que era evidentemente uma sidequest, e a gente entrou. E tava cheio de bandido na casa. Aí a gente pegou aquela menina, a arqueira, e trouxemos ela pro Filib porque ele parece ser a pessoa que mais sabe das coisas por aqui. Foi isso.
[22:29] <ishkur> dá uma cotovelada em Jão
[22:30] <jÃo> -Ei! olha feio pra Ishkur
[22:31] <ishkur> olha feio de volta, preocupado com o que o rapaz de roupas pomposas poderia dizer ou fazer em seguida
[22:33] ** NPC: <rapaz> -
É, no final das contas Filib sempre sabe mais do que eu, já que está sempre em contato com as pessoas por ser o cara que conserta as coisas da cidade, enquanto eu, o prefeito, só sou informado depois. O rapaz passa a mão na testa, denotando preocupação
[22:33] «!» Todos começam a caminhar novamente, e o prefeito vai seguindo.
[22:36] * NPC: <prefeito> — Certo, vocês foram passear na parte antiga da cidade, tudo bem. E aí vocês estavam passando pela fonte, e o que aconteceu ? Poderiam me fornecer mais detalhes ? Desculpe as perguntas, mas eu preciso de informações se quiser melhorar as patrulhas e coisas do tipo. Essa cidade não vê malfeitores há tanto tempo . . . >>>
[22:47] <synien> — Bom… Senti a presença de um mecanismo próximo… e como nos disseram que a área era abandonada, adentramos o local para investigar. Ao chegarmos lá, fomos abordados por um grupo de malfeitores… e houveram algumas perdas. Os que sobreviveram, fugiram… com exceção da garota estava conosco, que capturamos para obter informações. Em um simples acordo, ela nos contou o que sabia em troca da liberdade. Agora estamos investigando mais a respeito do que descobrimos. *Fazia uma pequena pausa, logo dando um sorriso para o prefeito.
— Se quiser saber exatamente o que ela nos contou ou quem sabe saber mais da ameaça, meus companheiros e eu aceitaríamos mais um dia de estadia gratuita na estalagem.
[22:53] Intellect de Synien: 1
[22:57] * NPC: <prefeito> *O prefeito passa a mão na testa mais algumas vezes, pensativo, e começa a balançar a cabeça positivamente. -
Claro, claro. Eu posso arranjar isso. O que mais vocês sabem, então ? <>
[23:01] <synien> “Heh.” — Ela era uma mercenária contratada por uma tal de “Aranha”, líder de um grupo de malfeitores que vem crescendo ultimamente e, de acordo com boatos, quer dominar todo o baluarte, começando por Navarene. Aparentemente ela pretende… ou pretendia começar suas maldades ameaçando essa cidade com um mecanismo que recuperamos ao derrotarmos os malfeitores. Filib o analisou e estamos indo investigar sobre o que se trata, saber se a ameaça tem fundamento. Era um grupo de malfeitores um tanto grande e um deles tinha até mesmo uma armadura um tanto pesada e… difícil de esconder. O mecanismo supostamente poderia ser usado para “controlar” a cidade.
[23:06] * NPC: <prefeito> — Entendi, entendi . . . E o que aconteceu com a arqueira que vocês capturaram ? Trocaram informações em troca de liberdade, não é ? E onde ela está agora ?
[23:08] <synien> — Bom, ela escapou sem deixar rastro. Ela estava bastante preocupada em ser caçada pela tal Aranha após o que aconteceu, então queria fugir o mais rápido possível. Recusou até mesmo nosso dinheiro ou nossa proteção.
[23:10] *
NPC: <prefeito> — E ela disse como eles entraram na cidade ?
[23:12] <synien> — Não. Mas considerando que o mecanismo aparentemente está relacionado com o maquinário dos túneis… Talvez tenham um bom conhecimento deles. Só não sugiro comentar com qualquer pessoa… Talvez seja alguém contratado por ela, afinal. Não se ameaça uma cidade sem contatos.
[23:20] «!» O prefeito balança o dedo como se estivesse pensando em algo, se despede, e deixa vocês continuarem seus caminhos. Filib inspira fundo e fica alguns segundos parado, olhando para o prefeito que se afastava na direção da cidade. Eventualmente ele volta a se dirigir ao labirinto. Quando vocês entram e começam a percorre-lo, ele diz algo.
[23:20] * NPC: <filib> — Ele acha que vocês podem estar envolvido com os bandidos. >>>
[23:23] <synien> *Observava Jão por alguns instantes, dando um pequeno sorriso.
“…Sério mesmo?” — Bom, considerando que o senhor deve ter alguma influência, talvez caiba a você interceder por nós, uma vez que deve acreditar em nossa inocência.
[23:28] * NPC: <einar> — Eu acredito na inocência de vocês.
[23:29] *
NPC: <filib> — Ela acreditar é o suficiente para mim.
[23:30] <jÃo> Mandou bem, guriazinha. – Ergue um polegar em um cumprimento.
[23:32] «!» Einar não parece ter achado muita graça. Ela apenas sorri por educação.
[23:32] <synien> -
Estamos muito gratos. Dava um sorriso, agradecida. — Mas melhor irmos andando. Seria útil descobrirmos algo para informar para as autoridades para melhorar nossa situação.
[23:34] «!» Vocês percebem que durante o caminho Einar parece estar edgy. Ela caminha olhando assustada para os lugares e vocês tem a certeza de que se alguém tossisse ela pularia de susto. Eventualmente o tempo passa, os passos ecoam, e vocês caminham por alguns túneis pelos quais não haviam passado antes.
[23:39] «!» As paredes deixam de ser apenas de pedra e algumas partes de metal para ter mais metal e sintético. Algumas luzes parecem acender e apagar em intervalos regulares, enquanto outras apenas acendem quando vocês passam. Alguns barulhos não identificados de maquinário parecem ecoar ao longe, e o ar fica com um cheiro diferente, ionizado. Einar indica, então, que vocês chegaram onde deveriam.
[23:45] «!» Vocês chegaram em uma sala circular. Ela possui uma tonalidade azul metálico, um tom fosco que contorna todas as superfícies da sala. No centro dela, no teto, existe algo que parece serem pétalas de metal apontando para o chão, como uma garra, como uma flor desabrochando. Abaixo dela, um pedestal com as bordas arredondadas, algumas luzes acesas na base, circulando como se ainda funcionasse. Ao redor disso, o chão está repleto de tubos e saliências que não parecem ter utilidade aparente para vocês. Ao redor da sala, existem três objetos voadores. Eles tem um formato um pouco cilíndrico com pontas que saem de uma das laterais e de cima, como se fosse um capacete. De cima desses objetos estão três pequenos cilindros verdes, presos à uma corda, também flutuando. As paredes estão repletas de colunas que contornam o local. O cheiro está mais forte naquele lugar. Como se vocês conseguissem CHEIRAR eletricidade. >>>
[23:47] <synien> — Há algo errado, Einar? Resolveu perguntar, notando o comportamento diferente da garota. Normalmente, já abriria seu livro para estudar o maquinário, mas tinha a impressão de que Filib já o havia feito e sabia o que estavam procurando.
[23:51] * NPC: <einar> — Não . . . Não, tá tudo bem. Só estou um pouco . . Nervosa. Com tudo que aconteceu hoje. Na verdade, é bom estar em um lugar mais familiar. Venham comigo.
[23:52] «!» Filib ergue uma sobrancelha mas não fala nada, começando a descarregar seu equipamento e encaixar cabos onde vocês não sabiam que podiam ser encaixados.
[23:54] <jÃo> *Indo com a pirralha

[23:55] <ishkur> seguindo
[23:55] <synien> — Acho sensato eu ficar aqui com Filib, caso ele precise de ajuda extra, mas podem ir. Dava um pequeno sorriso, se aproximando mais de Filib. Ele que estava com a numenera, afinal. Queria saber sua utilidade.
[00:04] «!» Atrás de uma das colunas havia um espaço aberto, como um corredor que não levava à lugar nenhum. Nesse espaço havia uma cama, algumas numeneras empilhadas em um canto, e um painel muito parecido com as máquinas que haviam na casa de Filib, como uma mini estação do que havia na casa dele. A garota parecia um pouco orgulhosa. Aparentemente aquele era o “quarto” dela. <>
[00:05] <jÃo> Olhando ao redor, enfiando as mãos nos bolsos – Eu meio que achei que você morasse com Filib. Uma substituta pra filha dele, sei lá.
[00:06] * NPC: <einar> — Ele até me chamou, mas eu preferi ficar aqui. Eu sou eu, afinal de contas.
[00:07] *
NPC: <einar> — O que não significa que eu não passe bastante tempo lá fora do horário de meus serviços.
[00:09] <jÃo> Cê num ia estar melhor arrumada lá, não? – Ele retrucou – Não que seja da minha conta, claro, mas… Você mora meio enterrada, e de onde eu venho a gente só enterra quem já morreu, sabe?
[00:09] <jÃo> -E você ainda tá meio viva.
[00:19] ** NPC: <einar> Einar franze as sobrancelhas e faz uma cara meio estranha. Filib chama todos e ela volta para o salão principal. Ele leva a numenera cilíndrica até o centro da sala, e a ergue em cima do pedestal. Ele pede para Einar ativar a sequência, e a garota abre um painel em uma das paredes. Ela parece não saber exatamente o que fazer durante alguns instantes, e depois arrisca algumas combinações de botões. O que quer que ela tenha feito parece ter surtido efeito, porque o cilindro se desprende da mão de Filib, e ele desce da plataforma, com um olhar meio fascinado, meio apreensivo. >>>
[00:20] <synien> -
Acho sensato eu ficar aqui com Filib, caso ele precise de ajuda extra, mas podem ir. Dava um pequeno sorriso, se aproximando mais de Filib. Ele que estava com a numenera, afinal. Queria saber sua utilidade.
[00:22] <ishkur> hesita um pouco, mas se afasta depois da sugestão de Synien, caminhando na direção de Einar
[00:25] <synien> Depois de sair no lapso temporal de repetir as mensagens, apenas observava o que acontecia.
[00:31] «!» Um barulho ensurdecedor de pedras se arrastando em cima da outra invade o ambiente, e um tremor é sentido, também, como um terremoto. É difícil manter o equilíbrio com o chão sacudindo daquele jeito, e Filib acaba caindo no chão. Einar se segura em algumas saliências da parede. O cilindro começa a brilhar e vai subindo até as “garras” do teto, que se fecham ao redor dele. Depois do que parecia ser uma eternidade de tremores e barulhos, os tremos pelo menos acabam. O cheiro ionizado do ambiente parece aliviar bastante, e vocês consegue ouvir um novo barulho, um som agudo que fica grave e depois volta a ficar agudo, repetindo novamente. Muitas das luzes que antes estavam apagadas se acendem, e a sala fica bem iluminada. Em cima do pedestal, um holograma começa a se formar, mostrando símbolos estranhos e coordenadas desconhecidas.
[00:32] «!» Os símbolos vão se revezando como se dissessem algo em uma língua há muito esquecida, e vocês percebem que estão cada vez mais leves. Até que começam a levitar como se a gravidade houvesse sido cortada.
[00:33] «!» Nesse momento, um grande símbolo aparece na tela. Ele possui pontas agudas e um círculo no centro. Ele fica lá durante alguns instantes, e vocês vão voltando ao chão até recuperarem a gravidade normal. Nesse momento, um novo símbolo aparece, um círculo com símbolos ao redor. >>>
[00:33] <jÃo> >>>
[00:34] <ishkur> >>>
[00:34] <synien> >>>
[00:37] «!» A gravidade parece ter voltado ao normal, mas nenhum sinal do cilindro, que parece ter sido engulido pela garra. Filib e Einar se entreolham por alguns instantes, e depois olham para vocês.
[00:37] * NPC: <filib> — Isso não fazia parte de minhas previsões.
[00:37] *
NPC: <einar> — Será que vai acontecer de novo ?
[00:38] * NPC: <filib> — Duvido muito. O que quer que tenha sido, nos apresentou dois símbolos. Só precisamos saber o porquê.
[00:39] <jÃo> *Depois de muito desespero porque a) A CIDADEDESABANDO EM CIMA DA GENTE E NÓS VAMOS MORRER e b) AI MEU DEUS A GENTEVOANDO E EU NÃO SOU UM PÁSSARO, quando finalmente Jão consegue se tornar um amontoado de garoto e roupas no chão, somente com a conversa de Einar e Filib ele vai parar pra pensar nos símbolos e em tudo o que aconteceu. Tomando bem mais fôlego do que o necessário, Little pergunta: – Que DIABO foi aquilo?
[00:40] *
NPC: <filib> — Talvez o cilindro fosse a peça que faltava para reativar o maquinário que há embaixo da cidade. O que isso significa, eu não sei.
[00:40] * NPC: <einar> — Os tremores foram muito parecidos com aqueles que rolaram quando tentaram abrir os túneis à base da força. Será que está tudo bem com a cidade ? Eu vou lá olhar. >>>
[00:41] <ishkur> — Eu vou com você. Jão, você virá com a gente?
[00:42] <synien> — Pelo visto, temos mais pesquisas a fazer. *Se aproximava um pouco mais do símbolo novo, já retirando seu fiel livro dentre seus pertences.
— Se conseguirmos descobrir o que eles significam, desvendamos o mistério…
[00:49] <jÃo> Vou ficar com a deusa.
[00:50] <ishkur> -
Beleza. Se precisar, é só chamar.
[00:51] <synien> — Uh… Eu creio que estarei bem com Filib, Jão. Talvez seja melhor você ir com Ishkur e Einar. Dava um sorriso para ele. Era mais fácil estudar em paz, e Jão não era do tipo quieto… E quando fica quieto, é porque está aprontando.
[00:52] <jÃo> -Como quiser, senhora. – Erguia-se, rumando atrás de Ishkur.
[00:52] ** NPC: <einar> Fim de sessão.

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SeanWishart

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