Numenéra no Firecast

Símios

[19:34] «!» [00:31] «!» Ishkur joga a adaga e sente uma pontada na bunda. Quando olha pra trás, percebe que a adaga que jogou misteriosamente se alojou em seu próprio traseiro. O bicho corre mais um pouco e está à distância longa. <joão,>
[19:34] «!» [00:32] <jão> Jão desce da árvore em que estivera tranquilamente alojado e corre na direção da deusa e de Ishkur – DEUSA, A SENHORA ESTÁ BEM?
[19:34] «!» [00:38] <synien> — Estou sim… Precisam demais que isso pra derrubar minhas barreiras. Sorriu, tentando tranquilizar o arqueiro. Na verdade, suas barreiras eram extremamente fracas, tanto que quase todos os golpes ultrapassaram suas barreiras. Por sorte, ela conseguia regenerar suas feridas. — Anciã? Está bem? As pessoas da vila conhecem essa floresta, então devem conseguir utilizá-la para despistar ou vencer as criaturas… mas… Ainda há algumas dessas criaturas dentro da vila. Com um de meus artefatos, consigo rastrear um dos que fugiu com vida… Talvez seja melhor a senhora voltar e resgatar quaisquer pessoas sobreviventes para defender a vila enquanto nós damos um jeito de alertar os Tarza.
[19:34] «!» [00:39] <synien> Olhava para Ishkur e Jão, esperando alguma reação dos mesmos. Não decidia as coisas sozinha, afinal.
[19:34] «!» [00:41] * NPC: <brall> — Estou viva, isso que importa. *Ela manca visivelmente, os olhos e a boca da esfera expelindo uma espécie de névoa — Klaus me disse que não sabe para onde as pessoas que fugiram foram. Perdeu o rastro delas no meio do caminho. Mas se eu voltar pra vila, como saberei diferenciar as criaturas dos habitantes normais ? Quem tem o dispositivo é você. <>
[19:34] «!» [00:41] <jão> Se afastava um pouco, recolhendo as flechas que conseguia encontrar.
[19:34] «!» [00:42] * NPC: <brall> Role 1d6, é o que você recupera.
[19:34] «!» [00:42] «!» Ops.
[19:34] «!» [00:47] <synien> — Eu poderia fornecer o dispositivo… mas… Tenho duas teorias. Primeiro, as criaturas podem ter atacado agora apenas por estarem sendo levadas diretamente aos Tarza… ou segundo, as criaturas atacaram agora apenas por você estar distante, uma vez que devem ter notado que a senhora é bem… poderosa. *Olhava para as criaturas derrotadas, se aproximando da Anciã. Enquanto falava, tocava na mesma, procurando recuperar as feridas da mesma.
— Mas… se não tiverem atacado ainda, talvez eu possa dar o dispositivo a você. Ou… Podemos só demorar mais tempo, alertar os Tarza e voltarmos para a vila, para aí então atacarmos a fonte do problema.
[19:34] «!» [00:47] <synien> Novamente esperava alguma resposta do grupo sobre as opções, enquanto procurava curar os ferimentos da velhadavila.
[19:34] «!» [00:51] * NPC: <brall> — Eu não posso ir com vocês atrás dessa máquina. Vocês não disseram que levaram dois dias de viagem ? Até eu voltar a vila pode estar em chamas. <>
[19:34] «!» [00:56] *
NPC: <brall> Fim da sessão.
[19:37] * NPC: <klaus> *Bubbling heavily
[19:42] * NPC: <brall> — Eu gostaria de ter esse dispositivo identificador em mãos na hora de voltar. Gostaria também que algum de vocês viessem comigo, afinal, não sei usar o aparelho e não tenho tempo a perder aprendendo. <>
[19:43] <synien> — Pois bem… Será melhor para todos nós se formos atrás dos Tarza. A ajuda deles com a vila será bem útil… *Suspirava, terminando de “cuidar” dos ferimentos da anciã, logo pegando novamente o aparelho em mãos.
— Creio que Klaus deve saber utilizar o aparelho… considerando que não diga que as luzes são demoníacas ou algo do tipo… Suspirava, olhando para o menino embolhado. — Resumidamente, uma aura azul implica perigo. Tenham… cuidado. Por fim, estendia o mecanismo para Klaus/Anciã.
[19:46] «!» Brall recolhe o dispositivo e segura firme no fio que estava ligado ao balão de Klaus. Ela acena com a cabeça e começa a trilha de volta para a vila, eventualmente sumindo da visão de vocês. <>
[19:49] «!» O cheiro de sangue preenche o ar estagnado. As folhas mal farfalham ao vento, e sons ao longe, indecifráveis, despontam ocasionalmente. <>
[19:52] <jão> Boooom… – Dando de ombros depois que a VV levou seu amigo embolhado, Little se virava para o mato. – Temos de achar os tarza, né? Pra eles comerem os outros doentes. Acho melhor irmos logo… O que a senhora acha? – Questionou a deusa.
[19:53] <synien> -
Sim, sim. Quanto mais cedo… menos sofrimento. Olhava preocupada para o “campo de batalha.”
[19:53] * NPC: <ishkur> *Só observa
[19:56] <ishkur> — Eu não sei quanto a vocês, mas meu corpo está exausto. Poderíamos repousar um pouco antes de rumar em direção aos Tarza? – pergunta, aguardando a opinião dos outros dois.
[19:56] <jão> Beleza. – Ele dizia, e logo rumava para o mato, procurando sinais dos tarza.
[19:58] «!» Depois de duas horas procurando por um Tarza, João encontra um. Cinco segundos depois, descobre que era apenas uma pedra com limo coberta por algumas folhagens. O dia está perto do fim. <>
[19:58] Might de Jão: -2
[20:04] «!» Depois de acamparem e descansarem, o grupo retorna à viagem, indo na direção da máquina que haviam visto antes. O caminho dessa vez não apresentava dificuldades, visto que João estava treinado e rolar dados agora seria desnecessário. Pouco depois do meio-dia, o grupo começa a se aproximar da clareira. É possível ver vagamente as formas das máquinas por detrás das árvores. Vocês imaginam que Brall e Klaus, à essa altura, já teriam chegado à vila . . . <>
[20:05] Might de Jão: +2
[20:09] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Psycho.
[20:10] Might de Jão: +5
[20:11] Might de Jão: +2
[20:11] Speed de Jão: +2
[20:11] Speed de Jão: +6
[20:12] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Klaus
[20:13] Might de Synien: +1
[20:13] Speed de Synien: +3
[20:13] Intellect de Synien: +8
[20:13] Might de Ishkur: +12
[20:14] Speed de Ishkur: +4
[20:17] Might de Klaus: +4
[20:17] Speed de Klaus: +2
[20:19] Intellect de Klaus: +4
[20:19] Might de Klaus: -2
[20:19] Intellect de Klaus: +11
[20:19] Intellect de Klaus: -9
[20:22] <jão> indo na frente e cantarolando uma música infantil – Maaarcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito vai preso no quartel…
[20:23] <synien> Olhava para Ishkur enquanto ouvia a cantoria e seguia Little, se perguntando mentalmente por que ela só conseguia atrair seguranças assim, tirando Ishkur. “Talvez eu devesse me especializar em cura mental…”
[20:27] <ishkur> dava de ombros, como se entendesse, por coincidência ou não, o que Synien estivera pensando, ao mesmo tempo que perguntava-se, internamente, se aqueles repentes de Jão estavam sendo intensificados pela suposta infecção que teria ou eram só uma faceta (chata) dele que ainda não conhecia
[20:31] <synien> -
Eu não pensei muito bem como fazer, mas… Eu imagino que como Ishkur e eu passamos pela máquina sem atacá-la, ela será mais receptiva a nós. Se colocava mais à frente, indicando que pretendia avançar, caso não fosse impedida.
[20:31] «!» Vocês percebem que após a cantoria de João, a máquina agora parecia estar prestando atenção em vocês. E vermelha. Ela começa a fazer barulhos molhados. <>
[20:33] <jão> Parava no limiar da clareira, olhando a máquina e deixando de cantar. – Acho que ela não gosta muito de mim, heim… – Comentava devagar, com um tom sensato – Isso pode ser perigoso.
[20:35] «!» A máquina regurgita um casulo, que cai ruidosamente no chão, espalhando gosma em várias direções. <>
[20:37] <jão> Ah, e acho que encontramos um tarza.
[20:38] <synien> -
A máquina os controla… Imagino que tudo ficará bem caso convençamos ela… Olhava pra ele, pensativa. Esperava que estivesse certa, do contrário, teriam que intervir e a viagem teria sido uma perda de tempo. De qualquer forma, segurava nervosamente em seu cajado e avançava calmamente, pé ante pé na direção da máquina. Não pretendia chegar muito perto, apenas ficar visível. Depois de algum tempo, olhava para a máquina e fazia uma leve referência, se curvando. Esperava que de alguma forma isso mostrasse passividade. Se a máquina não a atacasse de alguma forma, isso significaria que poderia avançar mais para tentar convencê-la.
[20:41] <ishkur> segue Synien, faz o mesmo sinal de reverência, e posteriormente se afasta um pouco, mas o suficiente para observar o possível “diálogo” e checar os arredores
[20:44] <jão> Vira arregão e não avança, mas arma o arco, pronto pra disparar ao menor sinal de ataque
[20:49] «!» A máquina começa a exacerbar cores, e um disparo sai na direção de Synien. O disparo faz uma linha no chão, aos pés da “deusa”. Não a atingiu de propósito. Nesse meio tempo, o casulo é rompido, e um Tarza sai de dentro, sacudindo os tentáculos para se limpar, como um cachorro. <>
[20:50] <jão> Eu acho que vocês deviam voltar, é sério. Eu acho…
[20:56] <synien> Olhava nervosa para o disparo, mas se sentiu mais calma quando notou que a máquina havia feito uma linha a seus pés. -
Acho que ela demarcou que não devo me aproximar mais… * se abaixava e largava seu cajado ao chão, se levantando novamente, olhando para a máquina.* — Nós… precisamos de sua ajuda! Falava em um tom mais alto, não sabendo se ela conseguia entender o que falavam. Provavelmente não.
[20:59] <synien> Em seguida, pegava um de seus artefatos estranhos e o colocava no chão, o ativando, procurando fazer com que o rosto hologramático ficasse voltado para a máquina. Se concentrando, logo fazia aparecer uma língua roxa, parecida com a daquelas criaturas, no rosto hologramático, indicando que sabiam qual era a ameaça.
[21:00] <klaus> — …QUE INTERESSANTE! — Exclamava, profundamente empolgado com as novas descobertas e últimas informações. Brall, infelizmente, não gostara muito das alquimias que oferecera a ela… E isso era uma pena! Ensinara, então, ela a usar a maravilhosa máquina e viera, saltitante e sozinho, até aqui. Agora, sentado no galho de uma árvore, assistia à cena como quem observa dois animais muito grandes se degladiando.
[21:02] <jão> AIAIAI! – Berrou com o susto, apontando a flecha na direção da voz de Klaus e disparando.
[21:06] «!» A flecha resvala em um galho da árvore e acerta as costas de Ishkur, na armadura, sem maiores dano. <>
[21:07] Intellect de Synien: -1
[21:08] «!» Enquanto isso, a máquina fica multicolorida novamente, e dispara contra a estranheza, espatifando-a. <>
[21:08] <klaus> -
HAHAHAHA, TAMBÉM É ÓTIMO VÊ-LO, MEU QUERIDO E ESTIMADO AMIGO! — Fazia dois para Jão, voltando a encarar as tentativas da deusa de se comunicar com a máquina.
[21:10] <jão> Você me ASSUSTOU. – Berrou Little para o recém chegado Klaus,armando novamente o arco e virando para a deusa e Ishkur novamente, aguardando. – Essa máquina é malvada, vocês deviam MESMO voltar.
[21:13] <synien> “Uh… Eu não esperava uma reação tão… forte.” Novamente olhava para a máquina, pensando no que poderia fazer. -
Ela não é má… Eu mostrei a ela que tinha conhecimento da ameaça e ela destruiu a ameaça. Então, se abaixava, pegando seu cajado e apontando para o Tarza com ele, sem avançar da “linha” demarcada. Em seguida, com a mão, apontava para si mesma e depois para a floresta. Aparentemente a máquina não compreendia comando vocal, uma vez que a ignorou.
[21:14] <klaus> Apoiava o cotovelo em uma das coxas, apoiando, então, o queixo em cima da mão. Suspirava, com a infeliz falha da garota. Devia ser tão frustrante ser um deus e não conseguir falar com uma máquina! — Se nós ao menos soubéssemos que os bichos da língua roxa são parasitas do sistema nervoso chamados Cinomar… — Caía um pouco para trás, me pendurando no galho pelos joelhos, alguns frascos caindo no chão.
[21:18] <ishkur> — Klaus, não temos tempo para jogos. Ainda que essa informação seja verdadeira – e, dado ao grau de confiança que tinha nele, Ishkur tinha MUITAS dúvidas – nossa prioridade é tentar fazer com que a máquina entenda que saibamos quem é a praga, e queremos ajudá-la a se livrar dela.
[21:19] <ishkur> — Tente não fazer algo estúpido, AO MENOS DESTA VEZ – diz em tom de ameaça, encarando-o.
[21:21] <synien> — … Cinomar… “Bom, não custa tentar.” Se concentra e começa a desenhar com a ponta do cajado no ar (Hedge Magic). Calmamente, escreve a palavra “Cinomar” em azul. Escrevia com a maior letra que conseguia, pretendendo tornar compreensível para a máquina.
[21:23] <klaus> — HAHAHAHAHAHA! Cuidado, grande guerreira! As flechas em sua armadura só não são mais afiadas que sua língua… — Ria, então, profusamente, de cabeça pra baixo. Então, lembrava que não conseguiria fumar o cachimbo naquela posição. Descia, então, juntando as coisas do chão e acendendo o cachimbo. Aproximava-se um pouco, chegando bem à borda da clareira. — Cuidado, deusa! Esse tipo de máquina é muito agressiva!… Ou não!
[21:24] Intellect de Synien: 1
[21:26] «!» A máquina começa a ficar multicolorida novamente. Ela levanta levemente a cabeça, e o Tarza começa a trotar na direção de vocês. >>>
[21:27] <jão> -AI CARAMBA. Deusa, volta pra cá. – Little disse, retesando o arco. Não podia arriscar atirar contra a deusa.
[21:27] <synien> -
Não façam NADA agressivo. Olhava para os outros, falando em tom mais alto. — Abaixem as armas, não teremos outra chance com ela.
[21:29] <klaus> — YAAAAAY! — OK, OK, ele poderia estar vindo arrancar nossos pescoços ou nos ajudar. Fantástico! Dava um passo à frente, escrevendo “VIEMOS EM PAZ” na areia, sem ligar muito para se o animal estava vindo ou não. Confiava muito na habilidade de Jão em errar flechas nos mocinhos e acertá-las em seus alvos reais.
[21:29] <klaus> Logo depois, jogava o cajado no chão, sentando e observando o bicho com atenção.
[21:31] «!» O Tarza entra em alcance imediato de vocês e olha para trás, para a máquina. Ela começa a ficar multicolorida novamente. O Tarza olha para o chão, onde Klaus escreveu, e para a palavra pintada em azul, no ar. O Tarza começa a gargarejar, e palavras vão saindo enquanto ele faz isso. É um pouco difícil de entender, mas com um pouquinho de esforço vocês conseguem. ><
[21:34] * NPC: <tarza> — Vocês, símios, não cansam de passar vergonha ? *Diz, olhando para as palavras no chão. Olhando para o “Cinomar” e depois para Synien, diz: — Você, ameixa. Primeiro você me mostra um infectado, e depois aparece sabendo o nome da infecção. Onde descobriu isso ? <>
[21:36] <jão> ESSES DIABOS FALAM? PODIAM TER FALADO ANTES, CARAMBA. TEM UMA PORRADA DE GENTE LÁ ATRÁS – apontava – COM UMAS LÍNGUAS GIGANTESCAS ATACANDO OS OUTROS E… O que é “símios”?
[21:38] <klaus> -
FOI EU, FOI EU, FOI EU, DONA MÁQUINA! — Levanta o braço freneticamente, sorrindo como uma criança e logo começando a rir como um maluco, mesmo. Finalmente a máquina se comunicara! Incrível! — Por que você não falou logo? Aliás, por que só alguns deles têm a língua roxa? Eu me lembrei do nome e sei que atacam o sistema nervoso central, mas não muito mais. — Era bizarro. Parecia uma pessoa não apenas normal, mas profundamente erudita quando estava a falar sobre alguma área específica do conhecimento.
[21:45] * NPC: <tarza> — Falar ? FALAR ? Vocês estavam me atacando, ora essas ! Eu tenho um trabalho para fazer, não posso ficar perdendo meu tempo com macaquices humanas. Enquanto vocês brincam, uma vila inteira está sob risco de ser dominada pelos Cinomar. E acha que eles vão parar por aí ? *O Tarza diz, caminhando na direção de Klaus, algumas gosminhas saindo da boca e espatifando no chão. — O que acontece é que eles botam um ovinho nas feridas das pessoas. O parasita se espalha pelo sistema nervoso, substituindo-o. Se não fossem vocês, enxeridos, eu teria conseguido. Agora estou atrasada. Querem me ajudar mesmo ? Porque não atrapalhar já é bom o suficiente. <>
[21:46] * NPC: <tarza> — Todos eles tem língua roxa. Se não tem língua roxa, é porque o sistema nervoso ainda não foi completamente substituído, ainda em processo. <>
[21:46] <klaus> — Seria possível reverter o processo? Salvá-los?
[21:49] <synien> — A vila foi atacada por essas coisas… Com um aparelho de um Tarza destruído… *falava com pesar na voz, mas continuava.
— Estamos tentando identificar quem está contaminado e quem não está. Viemos aqui pedir ajuda para conter a ameaça e para saber como podemos eliminá-la para salvar a vila. Complementava a informação dada pelos outros, com tom mais baixo, uma vez que a máquina parecia estar sem paciência.
[21:52] * NPC: <tarza> — Reverter o processo ? É muito mais fácil elimina-los logo de uma vez. Arriscar infecção ao tratar um infectado é estupidez! Se vão conter a ameaça, eles irão com vocês. *Dito isso, a máquina regurgita mais um casulo. Alguns instantes depois, mais dois Tarza saem do mato e aparecem perto de vocês. Um deles até coça atrás da orelha com uma pata. <>
[21:53] <jão> Eles vão comer a gente… – Dizia devagar, preparando o arco novamente, inseguro. Mas não atirou.
[21:55] <klaus> -
Verdade! Vamos destruir todos de maneira fria e maquiavélica! Máquinas e seus modi operandi racionais e eficientes…! — Se levantava de uma vez, pegando o cajado e girando-o entre os dedos alegremente, já se preparando para a viagem de volta.
[21:56] <synien> — Tem… mais uma coisa. Um deles correu… Mas por sorte eu consegui rastreá-lo com um cristal rastreador. Temos 4 horas de carga… *De seus pertences, mostrava o cristal. Com alguns toques, tentava acessar a direção da pessoa que havia corrido, a apontando para todos.
— E ele está… para lá.
[21:59] * NPC: <tarza> — Um desses pode ir atrás dele. Os outros os acompanharão até a vila infestada. *Dito isso, um dos quatro Tarza sai correndo floresta adentro, e eventualmente some de vista. <>
[22:04] <synien> — A vila fica bem longe daqui. Perderemos alguns dias de viagem andando enquanto a anciã da vila tenta conter a infecção. E haverão muitas pessoas feridas… A menos que cheguemos rápido. Por acaso… poderiam nos levar? Assim não perderíamos tanto tempo. E… avisamos a líder da vila de vocês, então deve ser seguro… Se as pessoas estiverem vivas quando chegarmos. Fazia um certo drama, mas esperava que a máquina entendesse o ponto: economizar tempo.
[22:05] Intellect de Synien: 1
[22:07] «!» Os Tarza se entreolham, e olham de volta para a máquina, que fica multicolorida. Depois de alguns instantes “pensando”, os Tarza se agacham no chão. Mas só tem três Tarza ali, e cada um só suporta uma pessoa. <>
[22:09] <jão> -VO MONTAR NELES DE NOVO – Pulava, prendendo o arco nas costas novamente, guardando a flecha e se adiantando. Aparentemente, afinal, eles não eram assim tão maus. – UPA, cavalinho! – Dizia, acariciando a cabeça do bicho, antes de montar nele
[22:13] «!» João, ele não se move. <>
[22:14] <synien> Mostrando respeito, procurava subir em uma das máquinas, se segurando bem próxima da mesma, com medo de cair, enquanto aguardava os outros se decidirem. -
E… desculpem se alguém disser algo ofensivo. Já pedia desculpas pelos seus companheiros, uma vez que não sabia o que as máquinas considerariam ofensivo. Talvez não gostassem de ser “cavalinhos”
[22:15] <klaus> — EU POSSO PROCURAR O FUJÃO! BRALL NÃO FOI ATRAÍDA POR MINHA PERSONALIDADE MAGNÉTICA! — Pula, então, em cima de um dos animais-monstro, abraçando-o fortemente com as pernas. — AVANTE, CRIATURA!
[22:15] «!» Os Tarza se erguem, e começam a avançar velozmente por dentro da floresta, deixando Ishkur para trás. <>
[22:22] <ishkur> “Sabia que eu não deveria confiar naquele cabeça de fumaça. Mas, bem, pelo menos estou livre de conviver com esses dois durante algum tempo. E o Little é meio impulsivo, mas ele adora a srta. Synien… Espero que isso controle a estupidez dele, de alguma forma.” – pensa enquanto caminha… “E eu posso ficar sem camisa enquanto isso, hehehehe”
[22:24] «!» ><
[22:31] «!» A viagem até a vila levou pouquíssimo tempo, antes mesmo da noite acabar. Os três Tarza caminharam juntos, sem nenhum desvio. A algumas centenas de metros faltando para chegarem na vila, o quarto Tarza aparece, carregando uma Ishkur suja de terra e cheia de galhos na cabeça. Já dá para ver uma das entradas da vila, mas . . . ><
[22:31] «!» Horas atrás.
[22:38] «!» Brall se aproxima da vila. Parece silenciosa. Claro que está, mais da metade da população havia saído, enganada pelas palavras venenosas dos infectados. A mulher não havia dormido. Caminhou incessantemente até chegar nos limites de Dirus. Lá dentro, fumaça. Algumas casas queimavam. Ela passa a mão no rosto, manchando-o de terra. Estava suada, estava cansada, mas ainda tinha um trabalho. Ao caminhar para dentro da vila, esfera em uma mão, dispositivo na outra, ela começa a analisar o local através do vidro fosco. Nossa, como era difícil enxergar por trás daquilo. Ela tinha a impressão de que via coisas se mexendo nos limites da visão, mas sempre que olhava de relance, não via nada. Seu cansaço estava pregando peças ? Ela ouve alguém chamando atrás de si. Ao se virar, era a mulher que trabalhava na taverna. Ela parecia estar chorando, pedindo ajuda. Brall se aproxima, afoita, e entra na taverna. A mulher estava no chão, caída. Brall não percebe a porta se fechando atrás de si até que fosse tarde demais. ><
[22:41] «!» . . . Mas algo estava diferente. Haviam colunas de fumaça que não viram antes através das copas das árvores. Haviam ateado fogo em algumas casas da vila, inclusive a casa de Brall – mas parece que a situação não estava tão ruim. Brall estava sentada no centro da vila, em cima da esfera. Cabisbaixa, parecendo derrotada. ><
[22:42] «!» Os Tarza param antes de entrarem definitivamente em Dirus, observando. <>
[22:43] <jão> Acho que a Velha da Vila já era, heim…
[22:49] <ishkur> Caminha calmamente até Brall, devido ao cansaço, e senta-se junto a ela – Sabemos que a situação parece, e é, a pior possível. Mas, apesar de todas as perdas, sabemos agora o que estamos enfrentando. E, pelo estado da vila, é mais do óbvio que ocorreu algo grave antes de chegarmos aqui. Desculpa o pedido em meio ao caos, mas estamos aqui pra ajudar. Então, por favor, conte-nos tudo o que aconteceu aqui enquanto não chegávamos.
[22:51] <synien> -
Então… chegamos tarde? Há alguém vivo? Perguntava para as máquinas, esperando alguma resposta. Tudo aquilo estava silencioso demais. Enquanto esperava a resposta das máquinas, olhava para Ishkur, interagindo com o que parecia ser o corpo da anciã.
[22:52] XP de Synien: +1
[22:52] XP de Synien: +9
[22:53] XP de Synien: 10
[22:55] «!» Antes que Ishkur pudesse terminar sua fala, Brall ergue o rosto. Era uma expressão vazia. Ela pisca duas vezes, sorri, e põe a língua para fora. A língua estica, estica, estica, e assume uma cor arroxeada . . . >>>
[22:56] <jão> -EU FALEEEI – Dizia, desmontando do bicho na entrada da vila, puxando o arco e armando-o – SAI DAE, ISHKUR. VOU FURAR ELA, E NÃO VOCÊ, DESSA VEZ.
[23:01] <ishkur> Se move o mais rápido que pode, afastando-se do corpo vazio de Brall -
Realmente, chegamos tarde demais. Não há mais o que se fazer agora… A não ser eliminar essa infecção de uma vez por todas. Olha pra Jão, com um olhar pesado, frustrado e triste, recusando-se a mirar Brall novamente – Be my guest.
[23:08] «!» As portas das casas que não estão pegando fogo abrem, e mais pessoas saem de dentro. Algumas com a língua de fora, outras não. Todas, porém, olhando ameaçadoramente para o grupo. Os Tarza começam a ficar agitados, obrigando todos os que estão montados a descer. Eles se espalham, movendo seus tentáculos ameaçadoramente. ><
[23:08] «!» Fim da sessão.

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SeanWishart

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