Numenéra no Firecast

Grupo 2 - 5ª Cifra

"Hmm"

[19:55] <mendacium> [23:56] «!» É como se sua calça tivesse sido manchada de tinta ou algo do tipo. Dá pra vestir ainda, mas a bunda tá manchada de púrpura. <>
[19:55] <mendacium> [23:57] <jão> Cheira a mancha. E depois tenta pegar um pouco. Se conseguir, vai botar na boca
[19:55] <mendacium> [23:58] «!» Tem um cheiro . . . Adocicado ? Se você espremer um pouquinho fica um pouco nos seus dedos. Botando na boca, você sente um gosto meio ácido. A língua dói um pouco, também, mas nada grave, e logo passa. <>
[19:55] <mendacium> [23:59] <jão> Porcaria. – Levanta e veste a calça como se aquilo fosse muito normal. Depois pega o resto das próprias coisas – Não tinha nada que fosse útil. Qual o próximo lado? Alguém quer escolher? – Lançava um sorriso simpático para a deusa e x glaive, sem perceber a vergonha delas.
[19:55] <mendacium> [00:03] <synien> -
…O que… é essa coisa… rosa? Assim que Little vestiu a roupa, saiu do “transe”. Ainda tinha vergonha, e isso transparecia no seu tom de voz. Se aproximava um pouco mais da gosma púrpura que havia ficado no chão, pretendendo dar um pouco mais de atenção para a mesma. Talvez já tivesse lido algo a respeito… Talvez sentisse algo nela. Só… queria algo pra ocupar a mente, na realidade.
[19:55] <mendacium> [00:04] <jão> Não sei – Ele deu de ombros, com descaso – Mas não é bom de comer, machuca a boca.
[19:55] <mendacium> [00:05] <ishkur> tenta disfarçar o riso com muita dificuldade, olhando tanto para o Big Little quanto pra a gosma, e depois o que ele resolver fazer com ela, e pra Synien, e pra si
[19:55] <mendacium> [00:09] <synien> -
… Eu senti algo vindo dessa gosma quando ele… comeu. Falava pouco, de modo travado. Claramente não estava sabendo lidar muito com a vergonha do Joãozão. — Talvez seja interessante levar para a mulher verde ou… Uh… Tornava a olhar para os botões do cubo, já pensando em qual face iriam explorar.
[20:14] <jão> Little circundou o cubo, avaliando-o. Decidiu entrar novamente naquela espécie de quarto (lado 3). Anunciou isso para xs colegas, e aguardou a deusa apertar os botões, para então mais uma vez entrar nquele cubo tão estranho.
[20:15] <synien> *Assim que requisitada, acionava os botões para que Little pudesse entrar no quarto sem correr riscos.

[20:16] <jão> PS: antes de entrar, respirava fundo e prendia o ar, craro.
[20:20] «!» João entra novamente na face do cubo que mostrava aquele quarto estranho. Lá dentro o som era um pouco abafado. Dessa vez, as peças que haviam na prateleira não começaram a voar de maneira ameaçadora. Dava até para ver sua cabeça refletida no espelho. <>
[20:21] <jão> Ele se aproximava cautelosamente da escrivaninha, observando os objetos arrumados sobre ela.
[20:26] «!» Os objetos em cima da mesa são alienígenas. Você não consegue imaginar as funções ou para o quê poderiam ser usados. Você só consegue imaginar de maneira falha coisas parecidas no Nono Mundo, mas você duvida muito que tenham a mesma utilidade. Role um teste de Intelecto, dificuldade 4. <>
[20:29] «!» Nada ali em cima parece chamar sua atenção ou ter alguma utilidade. Você até acha melhor não mexer naquilo.
[20:31] <jão> *Ele olha ali uns minutos, e olha pra fora do quarto, de volta para o salão onde Ishkur e a deusa esperavam. Se havia alguém que sabia o que aquilo ali seria, era a deusa. Andou para a beirada e saltou para fora do cubo, dirigindo-se para Synien: – Senhora, há alguns objetos que talvez a senhora possa identificar. Seria pedir muito que a senhora me acompanhasse ali dentro por alguns instantes, para olhar eles? – Ele perguntou cautelosamente.
[20:38] <synien> — Uh… *Olhava preocupada para o cubo. Podia ter perigo, mas se não ajudasse, iriam acabar como aquele outro homem. Assim, dando um suspiro, novamente aperta os botões, se preparando para uma nova entrada.
— Pois bem, acho que não fará mal dar uma olhada rápida. Devo tomar algum cuidado em específico ou lá é seguro?
[20:41] <ishkur> dirigindo-se para Synien Não sabemos muita informação sobre como o cubo funciona. E – olha pra Little, pra saber se ele ainda está prendendo o ar – não sabemos o quanto de oxigênio tem realmente já. Não sabemos se duas pessoas podem entrar ao mesmo tempo. Mas a nossa única solução é arriscar.
[20:42] <jão> É seguro, mas não tem ar respirável. Respire bem fundo antes de entrar. – Ele segurou a mão da deusa de maneira despretenciosa, como se pretendesse assegurar-lhe que ele lhe protegeria. Deu apenas um leve apertão e soltou-a. Desamarrou a corda da própria cintura, e amarrou-a na da jovem Synien.
[20:42] <jão> -Eu irei com você.
[20:42] <ishkur> Tem alguma sugestão sobre algum procedimento de segurança que possa usar ao entrar lá? Algum escudo de força ou algo do tipo?
[20:45] <jão> ele deu de ombros para a pergunta dx glaive – Não sei o que dizer. Não entendo de magia, mas escudos são sempre bons. Nada me atacou dessa vez, desde que a deusa descobriu as senhas pra entrar em segurança, mas nunca se sabe…
[20:48] <ishkur> Eu estava me dirigindo a Synien, na verdade.
[20:49] <jão> dava de ombros de novo
[20:53] <synien> Deu um sorriso leve, novamente ruborizada, uma vez que certas imagens vieram novamente à cabeça. De qualquer forma, permitia que a corda fosse colocada. -
Eu estarei segura, creio eu. Qualquer coisa, darei uma puxada com mais força na corda. Falava, olhando para Ishkur, novamente olhando para o cubo. — Mas… se insiste. Dava uma batida leve no chão com o cajado, tornando o escudo que mantinha ao redor de si visível, com uma leve coloração roxa.
[20:56] <jão> Pronta? – Ele perguntou para a deusa, se aproximando da face do cubo. – Vamos tentar entrar juntos, ao mesmo tempo. Se algo atacar, Ishkur, puxe a deusa para fora. Não quero que ela se machuque.
[20:58] <synien> -
Pronta. Dava um sorriso, já respirando fundo, preparada para entrar ao mesmo tempo com Little. Já havia apertado os botões, só esperava que funcionassem pra mais de uma pessoa.
[21:01] «!» Dessa vez, Joãozinho entra junto com a deusa. Mesma coisa de antes. Nada demais acontece, feijoada. <>
[21:02] <jão> Uma vez dentro, ele olhou para os lados, esperando que algo se erguesse. Como nada aconteceu, ele indicou os objetos sobre a mesa para a deusa, com um gesto.
[21:02] <ishkur> *Observando a movimentação dos dois e os arredores do cubo atentamente

[21:03] <synien> Assim que avistava os objetos, já se aproximava da escrivaninha, querendo analisá-los. Dessa vez, não teria tempo para olhar em seu livro, mas tinha alguma experiência com artefatos.
[21:04] «!» Rolagem de intelecto, dificuldade 2.
[21:04] Synien rolou 1d20 = 6 {6}
[21:06] Synien rolou 1d150 = 68 {68}
[21:06] Synien rolou 1d6 = 4 {4}
[21:08] «!» Novalmente, os objetos da mesa são analisados, dessa vez por um olhar mais analítico, conhecedor. Na mente de Synien, ela consegue imaginar vários usos para cada um daqueles objetos estranhos, de uma maneira muito mais próxima da realidade do que João ponderou. Mas dois deles chamam a atenção da “deusa”. Um deles parecia ser uma cifra que ela poderia arranjar um uso. Outro era uma numenera mais estranha, algo muito parecido com um dodecaedro, mas com faces que não faziam sentido e que não pareciam se encaixar – mas lá estava, encaixado. Possuía uma cor metálica: prateado. <>
[21:11] Mendacium rolou 1d8 = 7 {7}
[21:13] «!» É um Emissor de Raios Paralisantes
[21:13] «!» Nível 6
[21:14] <synien> “Hmm. Talvez eu possa usar isso.” Com certo cuidado, procurava pegar a cifra, pretendendo guardá-la em seus pertences. Depois disso, tentava pegar o dodecaedro, querendo se dirigir pra fora da sala, indicando isso para Little. “Melhor ver isso com tempo.”
[21:16] «!» Você toca no objeto de várias faces, e na hora em que encosta nele, sente uma espécie de “choque” que atravessa seu corpo. Sua infecção começa a esquentar bastante e uma dor excruciante se apropria de seu braço durante alguns instantes. No momento seguinte, essa dor passa, e você vê que sua infecção retraiu alguns centímetros. <>
[21:20] <synien> Bastante surpresa, apontava para o dodecaedro e apontava para o braço de Little, logo apontando para a saída. Então, como não tinha muito tempo para explorar como o artefato funcionava, esticava as suas vestes roxas para envolver o artefato, pretendendo levá-lo para fora da sala sem tocar no mesmo, já que não tinha a resistência necessária para isso.
[21:22] <jão> Ele anuiu, concordando com o gesto de saída da deusa. Sem demora, estavam do lado de fora do cubo. – Então? Algo útil?
[21:27] <synien> *Assim que saiu do cubo, deu um sorriso largo. Talvez aquilo não fosse a cura, mas certamente ajudaria com algo.
— Além de um artefato que pode ser interessante, tem… esse objeto aqui. Revelava entre as vestes o objeto, para que pudessem vê-lo. — Quando eu o toquei, senti um pouco de dor e… parece que a infecção retraiu um pouco. Olhava para Ishkur, mais precisamente para o braço. — Talvez… Como é quem mais se prejudicou, valha a pena tentar. Ou podemos levar para aquela mulher verde para mais explicações, depois.
[21:31] <synien> Então, estendia o objeto para Ishkur, oferecendo a opção de tocar no objeto. — Prefere tentar agora ou esperar?
[21:32] <ishkur> Bom, nosso tempo é curto… e este braço está praticamente perdido… Não custa nada tentar…
[21:32] <ishkur> levanta o braço com o outro braço
[21:36] <synien> Enfim, toca o objeto no braço de Ishkur, para ver a interação do objeto com a parte do corpo tomada pela infecção.
[21:37] «!» Ishkur sente a mesma coisa. A infecção dela queima, e retrocede alguns poucos centímetros, mas nada que faça alguma diferença. <>
[21:38] <ishkur> Bem… ao menos é um retrocesso, por menor que seja. Vamos seguir em frente. Pra onde sugerem irmos agora?
[21:44] <jão> Bem, obrigado, deusa… – Ele agradeceu, soltando a corda e se amarrando novamente – Volto logo. – Disse, e se jogou pra jaula.
[21:45] <synien> Sorria, já apertando os botões para que Little pudesse entrar no cubo novamente.
[21:46] <ishkur> achando ótimo a indiferença do Little em relação a si, e que ele esteja se concentrando em efetivamente ser útil ao invés de lançar flechadas errantes em direção a seu corpo
[21:47] «!» Dentro da jaula não existe gravidade, e dá pra sentir uma corrente de vento que vem de algum lugar e sai pela face do cubo. Ao redor, pedaços de objetos quebrados flutuam. Fora da gaiola é tudo breu. Não há nenhum cheiro nem som. <>
[21:53] <jão> Jon olhou ao redor, tentando encontrar algo útil, enquanto impulsionava levemente o corpo para levitar pouco acima do chão, brincando com a gravidade do lugar – Eu vejo com meus olhinhos…
[21:58] <jão> -…Dinheirinhos! – Cata os shin tudo, e voa pra fora do lado do cubo. – Alguém tem outra sugestão? Dessa última eu gostei. – Dizia, embolsando o dinheiro sem cerimônia.
[22:05] <synien> -
Eu estou interessada na face verde… Há alguns símbolos estranhos lá. Falava calmamente, tornando a apertar os botões, para permitir sua entrada. — Talvez eu precise passar algum tempo lá, mas talvez descubra algo importante. Alguém vai querer ir junto?
[22:05] <jão> Não deixaria a senhora ir sozinha. – Ele disse, cheio de prepotência masculina, estufando o peito magrelo como um galinho de rinha – É minha missão protegê-la, senhora.
[22:09] <jão> -Mas… Acho que devíamos levar o que temos até a mulher verde. O cubo não nos deu nenhuma cura de verdade, e estamos só perdendo tempo…
[22:11] <synien> -
…Pois bem. E ainda temos de explorar mais desse lugar… Talvez a mulher verde saiba nos dizer mais sobre a função desse objeto… ou dessa gosma. Logo, começava a andar na direção da sala da mulher verde, esperando que a seguissem.
[22:11] <jão> ia junto \o
[22:13] «!» Vocês chegam até onde a Mulher Verde está. Ela abre os olhos quando se aproximam, e observa. <>
[22:15] <synien> — Poderia nos dizer o uso dessa gosma púrpura… apontava para a gosma nas calças de Little. — Ou… desse objeto? Também estendia o dodecaedro, o exibindo para a Mulher Verde.
[22:17] * NPC: <mulher> — Gosma . . . ? *Ela move o olhar para o arqueiro e depois para o dodecaedro — Não conheço . . . A gosma nem . . . Esse objeto . . . Mas ele parece . . . Ressoar com alguma . . . Parte do vidro . . . <>
[22:17] <jão> Acho que você tem que usar isso pra bater no vidro, deusa…
[22:24] <synien> -
Uh… Talvez em último caso. Suspirava, olhando pensativa para o dodecaedro. — Sugere que façamos alguma coisa com ele? Perguntava sem muita esperança, já que provavelmente teriam que explorar o resto do obelisco.
[22:27] * NPC: <mulher> — Não . . . Encha . . . Meu . . . Saco . . . Já disse que não . . . Sei . . . Toda hora . . . Vocês vem me . . . Perguntar besteira . . . Táquepariu *Fecha os olhos e hiberna <>
[22:28] * NPC: <mulher> — Brinks . . . Coisa do século . . . 21 . . . Há uns . . . Bilhões de anos . . . Atrás . . . *Diz, abrindo novamente os olhos — Serião agora . . . Eu só sei . . . Que tem uma . . . Aura . . . Parecida com a . . . Do Vidro . . . Fora isso . . . Vocês tem que . . . Descobrir sozinhos . . . <>
[22:30] <synien> Olhava com estranheza para a Mulher Verde, mas dava um sorriso. — Obrigada pela ajuda. Vamos explorar o resto do obelisco para tentar achar a cura, agora. Olhava para Little e Ishkur, suspirando. — Vamos andando, então?
[22:31] <jão> É o que resta…
[22:31] <ishkur> Vamos. Faltam poucos caminhos a serem explorados agora.
[22:45] * NPC: <mulher> À medida em que vão avançando por esse caminho, atravessando mais corredores e uma câmara sem nada de muito interessante, vocês começam a sentir uma espécie de arrepio. Esse arrepio é sentido nas partes sólidas de seus corpos (as infecções). No fundo da mente de vocês, se inicia um zumbido. Como se uma abelha bem longe estivesse voando, mas desse para ouvi-la de uma distância muito grande. E outros sons vão se juntando à essa cacofonia: sons de máquinas, de líquidos passando por tubos, de engrenagens, e uma risada ecoa. Vocês descobrem a origem da risada quando chegam à uma câmara muito maior do que qualquer outra que visitaram. Essa câmara possui inúmeros painéis de controle em suas paredes. Muitos maquinários cobrem os cantos e outras partes do lugar, ativos, fazendo sabe-se lá o quê. Além disso, uma parede inteira está repleta de dispositivos alienígenas e misteriosos, alguns parecidos com o que havia em uma das faces do Cubo – mas nada, nada tão impressionante quanto o que cobre uma outra parede. Havia uma espécie de . . . Superfície refletora. Um espelho, grande. Esse espelho possuía como moldura pessoas, sólidas, estátudas (?) prateadas. ><
[22:46] *
NPC: <mulher> A risada que escutam vem de perto daquele espelho. Havia uma espécie de trono embaixo do espelho, em cima do pequeno monte de corpos sólidos. Ele termina a risada depois de alguns segundos. Glethran os observava. <>
[22:49] ** NPC: <glethran> -
Ah, parece que meus convidados atuais de honra chegaram. Conseguiram encontrar o lugar com apenas UMA perda. E com o corpo bem conservado, pelo visto. Parabéns. Glethran está sentado casualmente no trono, relaxado, com um dispositivo que parecia uma prancheta transparente em mãos. Ele vai tocando em algumas coisas enquanto os observa. <>
[22:52] <jão> Huh. Obrigado. Dá pra jogar a cura pra cá agora? Não consigo usar um arco com o braço assim, e você já tem um monte de outras estátuas sem graça e mais bonitas que nós aí.
[22:57] ** NPC: <glethran> -
Ah, não seja assim, meu jovem Robin Hood. Vocês nem estão infectados direito, só um membrozinho de nada. Precisamos de mais observações, não é mesmo ? Mais umas horinhas no obelisco e vocês estarão prontos. Talvez novas áreas para explorar ? Ele diz, mexendo no dispositivo em mãos novamente. Logo depois, ele faz um jesto com a mão, como se dispensasse vocês, e aperta uma sequência. No chão, abaixo de vocês, uma aura começa a brilhar . . . * >>>>>
[23:01] <ishkur> — *faz uma pose épica enquanto retira a pirâmide, e diz:
—Udivuje zla zpívá kdo.
[23:08] <synien> Olha preocupada com o que Glethran estava fazendo, procurando instintivamente sair de cima do negócio que havia aparecido no chão. Não parecia bom, e não tinha ideia se o que Ishkur estava fazendo iria funcionar.
[23:14] «!» A mola-pirâmide, ao serem recitadas as palavras ouvidas no evento dos hipercubos dourados, começa a chacoalhar. Ela treme tanto que mal pode ser vista, mesmo nas mãos de Ishkur. Os brilhos que haviam aparecido no chão passam mais alguns segundos . . . Bem, brilhando, e depois se esvaem em uma nuvenzinha de fumaça. Glethran continua mexendo em algumas coisas no dispositivo, até que olha para vocês, depois olha para o dispositivo, e depois para vocês novamente. E então fala: “Hmm.”. Ele coloca o objeto em seu colo, cruza uma das pernas, e entrelaça os dedos, apoiando os braços no apoio do trono. Dessa vez sua expressão parecia bem mais séria do que estava quando os viu chegar, antes. <>
[23:14] Jão (AngelM) acabou de sair
[23:15] «!» Enquanto isso, Synien pula para o lado e cai no chão, deitada.
[23:15] «!» Fim da sessão.

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SeanWishart

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