Numenéra no Firecast

Grupo 2 - 4ª Cifra

[19:26] «!» um pegue um par. Já que nada havia acontecido, não custava nada tentar. Assim, movia as mãos para o par de cubos 9 e 11, pretendendo pressioná-los ao mesmo tempo.
[19:26] «!» [00:01] <little> Posiciona as mãos sobre os cubos 1 e 4, esperando a ordem que agora viria da deusa
[19:26] «!» [00:02] <ishkur> Posiciona as mãos sobre os cubos 2 e 7, esperando a ordem que agora viria da deusa
[19:26] «!» [00:02] <synien> — No três. 1… 2… TRÊS! – E, no último número, ela pressionou os próprios símbolos.
[19:26] «!» [00:03] <little> idem \o
[19:26] «!» [00:04] <ishkur> aqui também o/
[19:26] «!» [00:04] «!» Kek.
[19:26] «!» [00:06] «!» Os cubos começam a chacoalhar, mas não de maneira violenta. Eles se retraem, junto com os outros, para dentro da escultura, e começam a se mover com os outros cubos, uma estátua que nunca tem o mesmo formato. Mas depois de alguns instantes de grinding, a massa de cubos começam a assumir uma forma diferente. Achata em cima, estica dos lados, e uma fenda se abre no meio. Essa fenda se abre, mostrando o oco interior, e por alguns instantes nada acontece. Mas então as partes superior e inferior se encontram, se afastam, se encontram, e vocês ouvem. ><
[19:26] «!» [00:07] * NPC: <estátua> — Udivuje zla zpívá kdo. ><
[19:26] «!» [00:07] «!» Fim da Sessão.
[19:31] «!» O grupo obteve uma resposta dos hipercubos, e cinco horas já se passaram desde que entraram aí. O que farão agora ? <>
[19:43] <synien> — … Olhava para os outros, com o tom um pouco desanimado. — Pelo visto, vamos ter que continuar explorando, até acharmos alguém ou algo que nos ajude a compreender isso. Se afastava um pouco da estátua, pensando em qual caminho deviam seguir. Queria resolver o enigma, mas para isso precisavam ter todas as peças, que deviam estar em outros cômodos.
[19:49] <little> Percebendo a deusa se afastar, corria até ela depois de uma análise demorada da sala – Não nos deixe para trás, senhora. – Ele pediu, e logo rumou para o corredor “de cima”.
[19:52] <ishkur> Olha ao redor atentamente; mas, ao ver que não há nada mais que possa ser útil, desanima-se, e resolve seguir os demais pelo corredor superior.
[19:55] «!» Vocês começam a visitar algumas câmaras e corredores não vistos ainda, mas não necessariamente passando por todas as câmaras anteriores novamente, e conseguem uma visualização melhor do lugar. Voltaram para a sala de hipercubos depois da curta investigação. <>
[20:08] «!» Decidindo seguirem por um caminho específico, os três aventureiros chegam à uma câmara que não haviam visto antes. Não muito diferente das câmaras anteriores, porém, com algo que imediatamente chama a atenção. ><
[20:09] «!» Em um dos “cantos” da câmara, uma pessoa está encostada na parede. Uma rápida inspeção de longe revela que provavelmente foi uma vítima de Glethran, o mesmo Nano que trancou vocês aí dentro e os infectou. <>
[20:13] <little> Tem um cara lá… – Little avaliou devagar, adentrando a câmara com cuidado. Sacou uma das pequenas adagas, já que mal conseguia estender o braço para trás para apanhar o arco. – Vou olhar. Fiquem prontas para correr. – E, passo após passo, ele se aproximou do desconhecido – Olá? – Disse mais alto, o bastante para que o desconhecido pudesse ouví-lo – Você está bem?
[20:17] «!» John, ao se aproximar mais daquela pessoa, vai percebendo melhor suas características. Aparentemente era um homem. A pele que não estava enrijecida era Oliva, meio forte, meio redondo. Olhos fundos, nariz largo, e as roupas parecem bem envelhecidas, desbotadas. Metade do corpo dele (um braço, uma perna e metade do rosto) já sucumbiram para a infecção prata. Quando John fala, ele abre os olhos lentamente, assumindo uma expressão de raiva. Olha para ambos os lados, e parece suavizar sua expressão. Ele ouve sua pergunta, e olha para o braço e a perna, e responde:
[20:18] ** NPC: <???> -
Parece que estou bem, rapaz ? Quem são vocês ? Ele levanta o braço sólido, e o larga só para enfatizar. Faz um barulho metálico quando bate no chão. <>
[20:20] <little> -Pessoas em situação parecida – Little responde, e balança o próprio braço. – Você sabe alguma coisa sobre o antídoto, tem alguma pista? Podemos ajudar você também.
[20:24] *
NPC: <?> — Ugh, já não basta Glethran ficar enchendo meu saco periodicamente, as outras vítimas dele também vem me incomodar. Diz, encolhendo o ombro — Sai daqui, moleque. Me deixe sofrer em silêncio, estou só esperando a transformação acabar para que essa aflição acabe de vez . . . <>
[20:27] <little> -Tá, boa sorte em morrer aí sozinho. – Little levantou, olhando ao redor, e fixou o olhar nxs companheirxs, e gritou para elxs – AE, AQUI TEM OUTRO MEIO-LATA, MAS ESSE NÃO QUER AJUDA, ELE QUER MORRER SOZINHO E SEM LUTAR. QUE CÊS QUEREM FAZER AGORA?
[20:28] ** NPC: <?
> Faz uma cara de quem queria STAR morta naquele momento, quando alguma criança cagou em uma das pernas e esfregou hipoglos na outra. <>
[20:31] <ishkur> Dirigindo-se ao homem, enquanto tenta disfarçar a raiva que sente pela atitude dele — Glethran. Você disse Glethran. E disse que o atura periodicamente. Pois, podemos fazer um trato. Caso nos ajude, podemos acabar com o seu sofrimento. O que acha? Temos coisas a acertar com Glethran.
[20:40] Intellect de Ishkur: 3
[20:45] Might de Little John: -5
[20:46] ** NPC: <???> -
Tsc. Eu não quero a ajuda de vocês. Mas também não tenho nenhum apreço pelo que Glethran está fazendo. Mas vou dar uma informação para vocês. Antes da minha infecção me debilitar a esse ponto, eu explorei algumas câmaras desse lugar. Não sei se vocês chegaram a encontra-la, é um salão com um cubo gigante cheio de buracos pra entrar. >>>
[20:47] <little> Sim. – Little respondeu simplesmente, uma vez que havia se virado novamente para o homem. – Que tem? Ele fatia a gente cada vez que entramos.
[20:49] «!» Agora que vocês prestam atenção melhor, a voz dele não parece uma voz de homem, mesmo. É meio feminina/andrógena. Ele continuam falando, porém: ><
[20:53] ** NPC: <???> -
Calma, ele só fatia quem mete a cara sem investigar direito. Nas bordas de cada entrada tem alguns botões onde você precisa apertar uma sequência para desativar os efeitos nocivos até uma pessoa entrar e sair. Infelizmente Glethran percebeu que eu havia descoberto algo ali e me teleportou para longe usando a merda do vidro dele. Obviamente havia algo ali que ele não queria que eu visse ou descobrisse. Talvez seja útil para vocês. <>
[20:54] <ishkur> Olhando MUITO pra Little e ecoando a frase “sem investigar direito” mil vezes dentro de sua mente
[20:56] <little> Percebe o olhar dx Glaive – EU NÃO SOU NENHUM EXPERT, VALEU?
[20:56] <ishkur> *Voltando a olhar para a pessoa andrógina
Sim, certamente nos seria muito útil. Esta sequência é válida pra todos os cômodos do cubo?
[20:57] * NPC: <???> — Eu não sei se posso afirmar isso. Glethran me tirou de lá antes que eu pudesse fazer qualquer coisa significativa. <>
[21:02] <synien> — Não… Não deve ser. A sequência dos cubos era diferente da sequência que utilizei para reanimar a mulher verde. *Dava uma pausa, enfim se aproximando um pouco da criatura.
— Olha… Conseguimos reanimar uma mulher verde que faz parte desse lugar e também obtivemos uma frase codificada como recompensa por resolver outro engima. Olhava para o ser desanimado, resolvendo se pronunciar pela primeira vez. Era triste ver alguém sem esperança. — Faça um esforço para vir conosco. Podemos carregar você, caso se sinta fraco para conseguir andar… Mas não perca a esperança ainda… Não nos primeiros obstáculos. Se trabalharmos juntos, vamos conseguir. Falava em um tom gentil, oferecendo mais uma vez a oportunidade de trabalharem juntos.
[21:10] * NPC: <???> — A mulher verde ? A que tá no tubo, você diz ? Lembro dela. Não consegui interagir, e acabei perdendo muito tempo lá. *O olhar dele parece pesado e cansado. — Bem, vocês parecem ter conseguido avançar muito mais que eu. Pena que falhei, mas vocês podem conseguir escapar dessa carniça de jogo. Por que não tentam conversar com a mulher verde novamente ? Vocês tem mais informação agora. Já dei duas dicas para vocês. Parem de me incomodar agora, por favor. O rapaz parece bem aborrecido <>
[21:18] <synien> — Nós vamos sair daqui. Só gostaria que você fosse junto, ao invés de se emburrar e desistir. Suspirava, se afastando novamente daquele ser. — Se acharmos como curar essa coisa a tempo, acho que podemos tentar voltar para resgatá-lo. Só não garanto nada a quem não persevera. Então olhava para Little e Ishkur, perguntando com calma. — Ele quer sentir mais autopiedade no momento e usá-la como desculpa para não fazer mais nada. Vamos voltar para a mulher verde ou preferem ir para o tal cubo?
[21:23] <little> Ah… Dá pra gente bater um papo com a mulher, eu acho. – Ele opinou devagar, como quem não tinha certeza.
[21:28] <ishkur> -
Podemos fazer ambos. Creio que Synien poderia investigar aquele cubo com mais propriedade, como ela fez anteriormente, ao estudar. Você poderia escoltá-la, se achar necessário. Eu poderia tentar dialogar com a mulher verde para ver se ela nos dá mais alguma informação mais útil em termos práticos do que as que conseguimos até agora.
[21:30] <ishkur> Olhando para o ome, ops, emo, whatever, Agradecemos por dispensar o seu (agora parco) tempo dialogando conosco. Espero que não muito tempo se passe até que ache a paz que procura. Quanto a nós, iremos andando. Cada minuto, assim como nossas vidas, são sagradas – e pra lutar por elas, há muito o que se fazer.
[21:39] <synien> — Pois bem, um bom plano. Finalmente começava a andar para fora daquela sala, querendo se dirigir ao tal cubo, para entender como o mesmo funcionava. “Se conseguimos reanimar a mulher verde, vamos conseguir desvendar uma sequência de botões… nem que seja com tentativa e erro.”
[21:41] <little> Vai ca Deusa
[21:45] <ishkur> Vai cus Cuz
[21:46] «!» Finalmente decidindo o que iriam fazer depois daquele encontro com uma vítima de Glethran, nossos aventureiros resolvem se dividir. Ishkur iria para a sala da mulher verde. Synien e Joãozinho iriam para o cubo gigante, atrás de pistas. Alguns minutos de caminhada, porém, Ishkur começa a sentir uma dor excruciante no braço. Por algum motivo, a infecção se acelera rapidamente, e, de uma vez só, o braço dominante dela endurece e vira completamente aquela substância dura e prateada. >>>
[21:49] <ishkur> grita como se mil homens fossem chutados nos testículos por jogadores de futebol profissionais usando chuteiras ao mesmo tempo
[21:50] «!» Enquanto isso acontecia, Synien e Joãozinho chegavam na sala do cubo. Certamente, lá estavam os botões que o rapaz havia mencionado. Sem perder tempo (haha), Synien puxa o livro que possuía sobre as numeneras e começava a fazer pesquisas e anotações, esperando encontrar alguma solução para o problema. ><
[21:55] «!» Ishkur finalmente chega à camara. A mulher estava de olhos fechados, mas assim que x Glaive se aproxima, ela abre os olhos. Uma voz ecoa na sua cabeça, sua própria voz conversando contigo. ><
[21:55] * NPC: <mulher> — Está . . . de volta. Trouxe a . . . chave ? <>
[21:57] XP de Synien: +1
[21:57] XP de Ishkur: +1
[22:00] <ishkur> *Respirando fundo pra se concentrar, em meio à dor, fala a primeira coisa que vem à mente
— Udivuje zla zpívá kdo.
[22:00] <ishkur> — Isso significa algo pra voc…?
[22:02] * NPC: <mulher> — Essa não . . . é a chave que . . . eu procuro. Mas eu . . . sei o que ela . . . significa . . . para o obelisco. <>
[22:05] <ishkur> — Por favor… Diga-me… O tempo passa… e a morte pode chegar a qualquer momento… *olha pra o braço agora metálico, extremamente pesado, em extrema agonia

[22:10] «!» Por alguns instantes nada acontece, feijoada. Ishkur chega a pensar que a mulher esqueceu o que estava acontecendo, e quando pensa em abrir a boca para falar alguma coisa, algo acontece. Dos painéis inferiores ao tubo, x Glaive consegue ouvir maquinário trabalhando, algo que ela não ouvia antes. Os tubos começam a espirrar vapor algumas vezes. E o que pareceu uma eternidade de repente para. Um painelzinho se abre, e de dentro dele uma bandejinha sai com algo em cima. Parecia uma pirâmide vazada, feita com uma espiral. <>
[22:18] <ishkur> Fica imóvel por um breve instante, como se tentasse entender o sentido daquela frase, e agora da pirâmide em sua frente, por si só, sem êxito. Enquanto isso, como que instintivamente, caminha na direção da pirâmide para observá-la melhor
[22:18] <ishkur> — O… o que significa isso?… Para o Obelisco? Para Glethran?
[22:19] <ishkur> — E… para nós?
[22:21] * NPC: <mulher> — O obelisco . . . possui vários . . . artefatos. Um deles é o Vidro . . . Observador. O Vidro . . . possui muitas funções . . . entre elas, teleporte. Com . . . essa chave . . . você poderá usar a frase e . . . ficar imune ao efeito . . . de teleportação. <>
[22:24] «!» A mulher eventualmente fecha os olhos novamente e volta ao estado de hibernação de antes. <>
[22:27] <ishkur> *Pega a pirâmide com o seu único braço operacional e, com um melhor ânimo, apesar do outro braço, se dirige à câmara onde estão Synien e Dumb John

[22:29] «!» Ishkur chega até a câmara do cubo gigante bem no momento em que Synien havia terminado de fazer algumas anotações e estava pronta para futucar aquele CU-bão.
[22:29] «!» O teste seria de dificuldade 4. Com a especialização, 2. Com a ajuda do rapaz lá, 1. Com o livro, agora, 0. Ou seja, Synien passa automaticamente. ><
[22:31] «!» Synien percebe um padrão que se repete e acha que consegue resolver todas as faces do cubo. Ela também sabe que esse efeito é resetado quando alguém entra e sai, então teria que fazer frequentemente dependendo de quantas vezes visitarem as entradas do cubo. Mas, por agora, estava com a mente fresca, e tinha certeza que se Joãozinho entrasse em alguma delas, conseguiria garantir a segurança dele, caso as informações estivessem corretas. <>
[22:36] <synien> — Bom… Não deve ser difícil controlar esse cubo, agora. Ele reseta toda vez que alguém entra e sai e… Se tudo for como o planejado, o cubo estará seguro se alguém quiser explorar alguma das faces. Ou ao menos aquelas coisas não devem atacar… Olhava para Little, com um pequeno sorriso. Era ele quem havia se prejudicado mais no cubo, afinal.
[22:36] «!» Seis horas já se passaram. <>
[22:37] <little> Ótimo. Posso entrar? – Ele já se aproximava, pronto. Confiava plenamente na deusa.
[22:39] <ishkur> saca a corda novamente; mas, dessa vez, vendo o olhar de John cheio de determination, decide guardá-la, e aguardar o resultado dessa empreitada (ou o próprio pedir pra amarrar a corda na cintura)
[22:45] <little> Novamente (e sem corda), ele escolhe o lado em que está sua flecha. E entra >.<’><jãozinho> -hã… Acho que agora a corda é uma boa ideia. – Ele olhava a face com água, e suspirava. – Deusa, olhe pro outro lado. – Disse, tirando as botas e a camisa. Depois, puxou a própria corda, amarrou-a firmemente na própria cintura e entregando a ponta para x glaive, sem dizer nada. Respirou fundo mais algumas vezes, se aproximando da face com água. Encheu os pulmões de ar, e entrou.
[23:12] <jãozinho> PS: Tirou também o arco e as outras coisas, levando consigo somente uma adaga
[23:12] <synien> Apesar de não demonstrar, sentiu um leve rubor no rosto ao ver Little despindo parte das vestes. Viveu sua vida em um templo e, apesar de ter poder para pedir que os seus clérigos da vila arranjassem seguidores dispostos, nunca tinha se atrevido a fazer isso.
[23:16] «!» Joãozinho começa, então, a entrar na face 6 do cubo. A água parece muito com água normal, exceto por ser bem salgada – beeem diferente do que ele imaginava quando os comerciantes andarilhos contavam as histórias. Parecia bem mais fácil boiar, porém. Ao aproximar do que quer que brilhava púrpura, Joãozinho percebe que não era somente aquilo que estava boiando naquelas águas. E é aí que bate aquela tensão. Aquele “mar” estava repleto de destroços. Como se uma batalha tivesse ocorrido na superfício e os espólios e destruição estivessem guardados como um tesouro, engolidos pelo mar – ao redor de Joãozinho. Volumes astronômicos, manchas gigantescas, pedaços de tecnologia boiando a poucos metros do rapaz. Nada daquilo era visível do lado de fora. >>>
[23:20] <jãozinho> Ele estende a mão e apanha o objeto púrpura que flutuava, o que lhe chamou atenção à princípio. Não podia, no entanto, se demorar muito ali…
[23:20] <jãozinho> *Deixou para olhar com atenção depois, apenas prendeu o objeto por dentro do cós da calça.
[23:21] <jãozinho> PS: Antes ele nada na direção do bagulho, claro
[23:24] «!» Joãozinho se aproxima do brilho púrpura. Ao chegar perto, percebe que não é exatamente um objeto. É como se fosse uma . . . Esfera ? Uma gota ? Uma gota de algo que não se misturava com a água, mas que não afundava nem boiava, só estava ali. Uma pequena massa de água redonda, às vezes se deformando um pouco para um lado, às vezes se deformando um pouco para outro. Não era algo sólido que o arqueiro pudesse colocar dentro da calça. <>
[23:27] Ishkur (ahlady) acabou de sair (A conexão caiu e não foi recuperada a tempo)
[23:31] <jãozinho> *Olhava ao redor, procurando algo com uma forma adequada para “capturar” aquela porcaria oleosa. Olha pra baixo, para as próprias posses. Se movendo rápido, tira a calça, amarra as pernas uma na outra e usa a abertura do cós para envolver o treco púrpura, como um “saco”.
[23:33] «!» Você envolve o treco púrpura com a calça, como se fosse um saco. <>
[23:33] <jãozinho> *olha ao redor, o que tem mais por ali?
[23:34] «!» Tem destroços. Você percebe que um deles parecia um copo grande. Era um pedaço de alguma coisa, mas naquela hora parecia um copo grande. <>
[23:35] «!» E um garfo. <>
[23:37] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[23:38] <jãozinho> *nadava lá e pegava. E mordia a beirada do copo, e apanhava o garfo também. “Preciso de algo pra me pentear”
[23:39] Jãozinho mudou seu nick para Jãozinho, o pequeno sereio.
[23:41] <jãozinho,> Satisfeito com seus espólios, dava um puxão na corda, para avisar sobre seu retorno e, talvez, receber ajuda, e logo começava a nadar para a saída.
[23:42] «!» Antes que Joãozinho pudesse puxar a corda para avisar Ishkur, ele “ouve” algo. Uma espécie de . . . Tremor ? Como se uma bomba houvesse explodido em algum lugar, e a reverberação estivesse começando a chegar ali. Os objetos que boiavam, mais distantes, começam a se chacoalhar. As coisas não pareciam muito boas. >>>
[23:43] <jãozinho,> *puxava a corda depois do baruião e nadava pra saída

[23:45] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[23:46] <ishkur> puxa Jãozin
[23:47] «!» O tremor parecia estar cada vez mais perto, se espalhando na água como uma onda de choque. Joãozinho, porém, foi mais ágil e, mesmo segurando uma calça, um copo e um garfo, conseguiu graciosamente (e com ajuda dx Glaive) sair da face do cubo antes que qualquer coisa de ruim pudesse lhe acontecer. <>
[23:49] Jãozinho, o pequeno sereio. mudou seu nick para Jão
[23:50] <jão> Sem ligar para os próprios pudores (ou os dxs demais), Jão soltou o copo no chão, sentando-se, e abriu a calça, vendo se ainda estava a gosma púrpura lá. Se sim, virava-a dentro do copo.
[23:51] «!» A gosma púrpura havia se desfeito e vazado por dentro da calça, junto com a água. <>
[23:54] <jão> *Soltava uma praga.
[23:55] <jão> *e metia a mão na mancha púrpura da calça, analisando

[23:55] <synien> O rubor tomava conta do rosto de Synien, ficando bastante vermelha com a cena vista. Não sabia direito o motivo de Little estar sem calça. De qualquer forma, fitava o homem, corada, mas sem abrir a boca. Ajustava o capuz para cobrir mais seu rosto, em uma tentativa falha de evitar mostrar que não estava acostumada com o corpo masculino desnudo.
[23:55] <jão> ~NEEEEM 30
[23:56] «!» É como se sua calça tivesse sido manchada de tinta ou algo do tipo. Dá pra vestir ainda, mas a bunda tá manchada de púrpura. <>
[23:57] <jão> Cheira a mancha. E depois tenta pegar um pouco. Se conseguir, vai botar na boca
[23:58] «!» Tem um cheiro . . . Adocicado ? Se você espremer um pouquinho fica um pouco nos seus dedos. Botando na boca, você sente um gosto meio ácido. A língua dói um pouco, também, mas nada grave, e logo passa. <>
[23:59] <jão> -Porcaria. – Levanta e veste a calça como se aquilo fosse muito normal. Depois pega o resto das próprias coisas – Não tinha nada que fosse útil. Qual o próximo lado? Alguém quer escolher? – Lançava um sorriso simpático para a deusa e x glaive, sem perceber a vergonha delas.
[00:03] <synien> -
…O que… é essa coisa… rosa? Assim que Little vestiu a roupa, saiu do “transe”. Ainda tinha vergonha, e isso transparecia no seu tom de voz. Se aproximava um pouco mais da gosma púrpura que havia ficado no chão, pretendendo dar um pouco mais de atenção para a mesma. Talvez já tivesse lido algo a respeito… Talvez sentisse algo nela. Só… queria algo pra ocupar a mente, na realidade.
[00:04] <jão> Não sei – Ele deu de ombros, com descaso – Mas não é bom de comer, machuca a boca.
[00:05] <ishkur> tenta disfarçar o riso com muita dificuldade, olhando tanto para o Big Little quanto pra a gosma, e depois o que ele resolver fazer com ela, e pra Synien, e pra si
[00:09] <synien> -
… Eu senti algo vindo dessa gosma quando ele… comeu. Falava pouco, de modo travado. Claramente não estava sabendo lidar muito com a vergonha do Joãozão. — Talvez seja interessante levar para a mulher verde ou… Uh… Tornava a olhar para os botões do cubo, já pensando em qual face iriam explorar.

Comments

SeanWishart

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