Numenéra no Firecast

BAR GA NHA

[20:36] «!» O caminho de volta é silencioso. Vocês não sabem em que momento Einar para de chorar, mas ela eventualmente para. O vento ecoa por entre as vielas e becos das antigas construções agora abandonadas. A arqueira tenta causar problemas, mas foda-se. Eventualmente vocês começam a sentir a mudança de ares e, com ela, o murmúrio de vozes da cidade. Vocês caminham por Bodrov mas decidem ir direto pra casa de Filib. As pessoas primeiro olham com estranheza, mas depois parecem claramente assustadas com o que está acontecendo. Algumas pessoas saem correndo e somem de vista. Vocês chegam na casa de Filib e tentam tocar a campainha. Passam-se apenas alguns instantes antes de Einar quebrar o silêncio: Acho que ele não deve ter voltado da feirinha ainda. Quando Einar pensa em ir busca-lo, ele aparece por detrás de uma esquina, olhando transtornado na direção de voCês, o disco flutuante dele logo atrás. Filib olha para vocês três e para Einar, e berra: “O que desgraça aconteceu ?” ><
[20:37] «!» Essa sessão está sendo improvisada. Me reservo o direito de fazer merda e errar na coerência da narrativa, mas saibam que não foi por mal
[20:37] «!» <>
[20:40] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[20:40] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Jão
[20:40] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Synien
[20:40] <jão> Quer a história completa ou a reduzida? – Little retruca com as mãos no bolso. – A reduzida é: a gente foi pra parte da cidade em que ninguém mora, achou uma casa cheia de bandidos, matamos todo mundo e pegamos um negócio esquisito. E ainda trouxemos essa imitação barata e com péssima pontaria de mim. – Indica a arqueira com um gesto breve – É, acho que é isso.
[20:44] <synien> -
Aparentemente envolvidos com alguma atividade ilegal… E o líder deles estava protegendo isso aqui a todo custo. Mostrava o tubo que havia recolhido do líder, mas não removia a numenera de dentro dele. Faria isso em um local mais privado. — Essa daqui não conseguiu fugir, e trouxemos ela porque ela pode nos contar o que sabe. Não tive tempo para analisar o que obtivemos ainda, mas creio que com sua ajuda, descobriremos o que se trata… Em um lugar mais privado, de preferência. Podemos entrar mais uma vez, Filib? Perguntava para ele, séria. Não era inteligente fazer uma sessão de perguntas com alguém preso por cordas na rua.
[20:48] Ishkur (ahlady) acabou de sair
[20:49] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[20:49] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[21:00] «!» Enquanto vocês falavam as coisas para Filib, o rapaz se aproximou do portão e colocou a mão no molde. Depois de brilhar, o portão vai ficando transparente até sumir como se nunca estivesse ali. O Nano parecia visivelmente preocupado com o estado de Einar. (Imagino que vão segui-lo) Filib, então, vai passando por outros corredores diferentes dos quais vocês viram da outra vez que entraram. Duas portas fechadas e uma escadaria que descia. A arquitetura do lugar parecia dizer que não havia sido feita por Filib, como se ele tivesse apenas se apossado do lugar e modificado. Eventualmente vocês chegam em uma ampla sala. Alguns equipamentos que vocês já viram antes estavam armazenados em grandes prateleiras, que cobriam a maior parte das paredes. No teto, alguns dutos de ventilação, e uma grande mesa de trabalho no centro. Em um dos cantos da sala, havia tubos bem grandes, de vidro, com pequenos insetinhos dentro, muito parecidos com aqueles que vocês viram no groto sei-lá-o-nome-que-eu-dei (biossintético, eu acho). O pressão do ar lá dentro parecia um pouco maior, vocês sentem isso nos ouvidos. Filib pede que vocês se ponham ao redor da mesa e comecem do começo. <>
[21:03] <jão> Meus ouvidos tão fazendo piiiiiiiiiiiiii…. – Little reclama devagar, enfiando os indicadores nos dois ouvidos – E eu achei meu resumo do que aconteceu bastante bom. Vocês disseram que não tinha ninguém morando lá naquela área. – Move os indicadores dentro do ouvido, como se os coçasse – Não é nossa culpa que tinha uma porrada de bandidagem lá
[21:10] <synien> Após se ajeitar no local indicado por Filib e de ouvir a gravíssima reclamação de Jão, começava a falar, em um tom sério. -
Contratamos Einar para nos guiar pela área desabitada da cidade. Ao chegarmos lá, eu senti a presença de uma numenera próxima e resolvemos investigar. Ao fazermos isso, fomos emboscados por um grupo de pessoas que pretendiam nos assassinar. Um deles tinha uma armadura pesada… Era um belo artefato, até… Logo, balançava a cabeça, voltando para o tema principal. — Tentei dialogar com o líder deles, mas sabíamos demais e por isso seríamos assassinados… Obviamente, não conseguiram. Quando viram que estavam perdendo a batalha e seu líder havia morrido, alguns correram… Essa daqui já não teve a mesma sorte. Fazia um gesto na direção da arqueira. — E o líder deles, antes de morrer, acreditou que estávamos ali para roubar a tal numenera que eu havia sentido. Finalmente, mostrava o tubo para Filib, resolvendo tirar a numenera dele por alguns instantes. Agora já não estavam mais em público. — Não tive tempo para analisá-lo, mas creio que juntos possamos descobrir para que serve.
[21:16] <ishkur> segurando a arqueira e prestando atenção na conversa entre Synien, Jão e Filib
[21:17] «!» Enquanto ouvia a explicação, Filib vai catando algumas coisas de gavetas da sala, e empilha o que parece ser materiais médicos. Ele passa algumas coisas para Einar tomar, e enfaixa a cabeça dela. Só a cabeça, o resto ele deixa ela fazer sozinha. Quando o cilindro de vidro é mostrado, ele para alguns instantes para analisar o objeto visualmente, mas não parece demonstrar nada. Einar, do contrário, começa a conversar com o Nano. ><
[21:21] «!» Durante essa conversa, Einar pergunta para Filib se ele lembra de um lugar que vocês não tem ideia de onde seja. Pela descrição dela, parecia ser uma espécie de casa de máquinas, mas haviam várias partes que pareciam faltar, e onde nada funcionava. Filib parece ligar os pontos rapidamente entre as coisas que eles conversam, e levanta o dedo como se tivesse lembrado de algo. Enquanto ele passeia pela sala catando coisas de mais gavetas, ele pergunta [§K]“Por que é que vocês trouxeram essa mulher mesmo ?” sem olhar pra vocês. <>
[21:22] <jão> EU NÃO QUERIA. – Berra de repente – Mas não me deixaram dar cabo dela também.
[21:24] <synien> -
Bom, ela pode ser útil pra entendermos o que está acontecendo, uma vez que ela faz parte do grupo. No pior dos casos e ela não ter informação alguma… Não somos assassinos, podemos deixá-la ter a devida justiça.
[21:26] <ishkur> faz que sim com a cabeça, concordando com a fala de Synien, e olhando para a arqueira que segurava, a qual parecia desviar o olhar de Ishkur
[21:26] <jão> lança um olhar desentendido pra deusa, mas não fala nada
[21:28] * NPC: <filib> — Ah, sim, claro. Informações, né. Vamos ver então. *Filib procura na pilha das coisas o que parece ser uma vara curta. A varia possuía uma ponta de cor acinzentada. O rapaz se aproxima da arqueira, então, e pede para Ishkur larga-la um instantinho. <>
[21:29] <jão> Ele vai cutucar e fazer cócegas nela até ela falar, quer ver? – Little diz, soltando os ouvidos finalmente para prestar atenção em Filib.
[21:32] <ishkur> larga a arqueira, mas ainda se mantém próximo a ela, observando atentamente cada um de seus movimentos
[21:35] ** NPC: <filib> -
Conte-nos o que sabe. Diz Filib, na maior calmaria, antes de encostar o bastão na testa da mulher. A mulher arqueia as costas, os olhos viram, e ela começa a se tremer até Filib afastar o bastão novamente. Ela nem grita, apenas respira pesado e com uma expressão de horror. Antes que pudesse falar qualquer coisa, porém, Filib aproxima o bastão novamente. >>>
[21:37] <synien> “Não é bom ter que recorrer a tortura, mas… Não é física, ao menos.” Continuava observando Filib e a arqueira, curiosa para saber o que aconteceria.
[21:40] <ishkur> dirigindo-se a Synien — Como sabemos se não é física? Não sabemos o que esse bastão pode incutir ao cérebro dela. interpondo-se entre a arqueira e Filib Oi. Pelo menos explique o que essa geringonça faz antes de usá-la. E por que o senhor está usando a tortura como primeiro e não último recurso, afinal?
[21:51] «!» Filib olha para Ishkur, olha para a arqueira, olha para Synien, para Jão, para Einar, e dá de ombros, encostando o bastão na testa da Glaive. A visão de Ishkur escurece instantaneamente. Só quem está de fora vê que o corpo de Ishkur se arqueia para trás também, que nem aquela cena do homem-aranha onde a mulher cai lá do alto e quebra a coluna com a teia presa na cintura. Para Ishkur, uma dor terrível se alastra por seu corpo, todos seus músculos se contraindo e seus pulmões expulsando o ar. É como se estivessem trespassando milhões de agulhas por seu corpo, e sua sensação é que isso aconteceu por vários minutos. Mas na verdade Filib só encostou e afastou. No momento em que ele tira o bastão, Ishkur recupera o equilíbrio e não sente mais dor nenhuma. O corpo está completamente normal. Só a lembrança da dor permanece.
[21:52] * NPC: <filib> — Satisfeita ? <>
[21:52] <jão> *Olha tudo, cruzando os braços
– Eu é que não quero ser cutucado por isso aí não.
[21:59] <ishkur> após recuperar-se Quase. Toma o bastão rapidamente das mãos de Filib Isso vai ficar em meu poder até termos respostas da forma mais limpa possível. E eu só ficarei plenamente satisfeito quando o meu trabalho nesta cidade estiver encerrado. Agora, voltando ao que REALMENTE importa, afasta-se de Filib, já estendendo o braço esquerdo pra caso ele decida atirar-se em sua direção e tente tomar o bastão de volta, e olhando para a arqueira ainda amarrada, que tal cooperar conosco? Você tem dois minutos, e eu tenho um bastão. Estamos sem paciência.
[22:04] «!» Filib apenas ergue a sobrancelha, olha para Einar por alguns instantes, e senta. Ele começa a calçar uma luva, e ativa a plataforma flutuante que vocês haviam visto ele usando antes, voltando a futucar as numenéras que ele tinha. Einar parece olhar preocupada para toda a situação. A arqueira, por outro lado, ergue os braços como se estivesse protegendo o rosto de um ataque, e diz: “Vocês irão se arrepender do que fizeram!” <>
[22:12] <ishkur> — Um minuto e 45 segundos. Eu acredito que é você que tenha algo do que deve se arrepender. Um local importante destruído, companheiros mortos e feridos, atividades ilícitas… e com certeza, arrepender-se de ter encontrado justamente o nosso grupo. O tempo está passando. E aí? ameaçando encostar o bastão nos braços erguidos da arqueira, mesmo sem saber se o efeito é o mesmo se encostá-lo em outras partes do dorpo
[22:22] «!» A arqueira fica toda tensa quando Ishkur encosta o bastão nela, mas relaxa ao perceber que nada acontece feijoada. Ela começa a se arrastar para trás, então, e a olhar ao redor, como se procurasse algo. <>
[22:23] <jão> AE. – Little diz diz, puxando o arco das costas e logo armando-o, deixando-o pronto pra atirar – Quieta, ou eu acabo com você. Mais um passo e eu juro que a flecha entra no seu olho.
[22:28] <ishkur> – AE digo eu. Especialmente com a mira falha que você tem – ou melhor, certeira em ME acertar onde não deve. Mas você me deu uma ideia. segurou a arqueira com uma das mãos, e com o bastão, na outra mão, levantava uma de suas bandagens, na área em que estava mais ferida, deixando a ferida exposta – Se importa de encostar a ponta de sua flecha aqui?
[22:28] «!» A mulher olha feio, mas para de se arrastar.
[22:29] <jão> aproxima, fazendo conforme Ishkur solicitara
[22:29] <ishkur> com a voz e a expressão mais graves, olhando bem nos olhos da arqueira -
Um minuto. Menos tempo do que eu vou deixar esse bastão encostado em sua testa se você não abrir o bico agora*
[22:36] «!» A arqueira fecha a cara e apenas diz: “Vocês estão perdendo o pouco tempo que vocês tem. Se eu fosse vocês, sairia do reino. Navarene não tem muito tempo restante.” <>
[22:40] <ishkur> — Conselho muito, muito vago. Precisamos de argumentos sólidos se quiser que a gente realmente leve o que você está dizendo em consideração.
[22:42] <jão> Aquele grupo que estava na casa, o que estavam fazendo lá?
[22:43] ** NPC: <arqueira> -
Se vocês não acreditam, não é problema meu. <>
[22:47] <synien> — Um dos seus líderes morreu, e o portador daquela armadura estranha fugiu. Ninguém vai vir pra buscar uma arqueira que fracassou no combate. Falava calmamente, da mesa. — Se você não colaborar, ficará presa em Navarene quando ela acabar, se o que diz é verdade. E creio que meus companheiros farão questão de que não seja algo agradável pra você.
[22:48] <synien> — Agora… Se nos ajudar, talvez possamos perdoar PARTE do que foi feito, uma vez que você estaria APENAS seguindo ordens. Dava um sorriso pequeno, oferecendo a proposta para a arqueira. Não tinha interesse nenhum em fazê-la sofrer, afinal. — Seu mal estar não nos interessa. Apenas queremos entender o que está acontecendo.
[22:52] Intellect de Synien: 3
[22:59] * NPC: <arqueira> *Mediante a diferença de tratamento que a arqueira recebeu, ela parece até ter alguma dificuldade em retrucar o que Synien havia sugerido. A arqueira respira fundo, parece pensar durante um tempo. -
Eu não estou preocupada se estarei aqui ou não na queda de Navarene. Quem tem que se preocupar é quem está contra Aranha. O que eu ganho respondendo as perguntas de vocês ? <>
[23:01] <jão> Cê não morre. – Esboça um sorriso brilhante.
[23:05] <synien> -
… Bom, a tortura cessa no mesmo instante, termino de curar suas feridas… E começa a ser tratada um pouco melhor, se percebermos que não estiver mais nos tratando como inimigos? Dava um sorriso, feliz pela conversa começar a dar resultado.
[23:08] * NPC: <arqueira> — Eu não morro ? Tá certo. *Diz, olhando para João com desdém. Voltando sua atenção à Synien, diz: — Eu quero saber o que vem depois. Se descobrem o que eu contei, aí sim eu terei medo de morrer. <>
[23:10] <jão> -Cê não contou pocaraia nenhuma além de que uma aranha tá tramando destruir o mundo…
[23:10] <jão> *Ergue os olhos pra Ishkur
– Acho que essa aqui é maluca.
[23:10] <jão> faz um meneio com a cabeça em direção a arqueira
[23:14] <ishkur> Olhando pra Jão — Confesso que também não entendi, mas a trouxemos aqui exatamente para que haja esclarecimentos. Certo? olhando para a arqueira Se o que você sabe é tão importante a ponto de você temer pela sua própria vida, pense também em quantas podem ser salvas caso você decida assumir o risco de contar, se a queda de Navarene for mesmo iminente. Eu me responsabilizo por sua segurança, nem que seja pra uma fuga, se for necessário. Mas, pra isso, você precisa cooperar conosco.
[23:16] <synien> — …Há algo que você queira em específico? Percebeu que era mais fácil que a arqueira dissesse o seu preço do que tentar ofertas em vão. Perguntava com um sorriso, afinal, agora só precisavam fazê-la se sentir segura do acordo.
[23:23] * NPC: <arqueira> — Não se engane, Glaive. Se eu me preocupasse com a vida dos outros, não teria virado mercenária. Minhas preocupações são outras, como sair daqui e sumir do radar. <>
[23:28] <synien> — Então quer algum dinheiro para conseguir escapar daqui ou prefere nos acompanhar em nossa jornada até se sentir segura para continuar sozinha? *Perguntava com sutileza. Não sabia o que a arqueira considerava bom.

[23:31] <ishkur> — Seus argumentos são estranhos. Afinal, há mercenários que são o que são justamente por se preocuparem com outras vidas… Mas, bem, falemos o seu idioma. Estamos aqui oferecendo uma barganha, como pode perceber. Sua vida, sua segurança, dinheiro, o que lhe for mais aprazível, e o que nos for possível – em troca de sua informação. Considerando a forma na qual você nos encontrou e chegou aqui, eu diria que é uma oferta e tanto.
[23:32] <jão> Arqueira, eu vim barganhar!
[23:36] Jão mudou seu nick para Jão Strange
[23:37] ** NPC: <arqueira> -
Dinheiro me interessa, mas só aceito para executar algum serviço. Trocar informações pra poder vazar daqui vai ter riscos pra mim, mas é melhor do que ser presa. Acompanhar vocês ? Pra VOCÊS me protegerem ? Só podem estar brincando. Ela esboça um sorriso e uma expressão incrédula. — Você não oferece proteção pra mim, é o contrário que acontece. Mas você, glaive, existem mercenários e mercenários. Eu tenho meus preços, e meu modus operandi (acho que é assim que se diz). Arqueiro, a conversa já está em andamento, cuidado quando tenta entrar subir no Aneen em movimento. ><
[23:38] * NPC: <arqueira> — Se vocês me deixarem ir, posso dizer pra quê Aranha queria aquela numenéra cilíndrica. <>
[23:39] <jão> -Arqueira, eu vim barganhar! – Espeta os ferimentos dela de leve com a flecha, com uma expressão ingênua.
[23:39] *
NPC: <arqueira> Rola pra longe pra não ser espetada
[23:39] <jão> vai atrás *
[23:40] <jão> HEHEHEHEHEHE
[23:42] <synien> -
… Jão! *Olhava para Jão e para a arqueira, mas não sabia o nome dela.
— … Arqueira! Parem já! Se levanta da mesa, batendo o cajado de leve no chão. — Pois bem, só queremos saber o que é esse tal grupo… “Aranha” e qual a finalidade da numenera cilíndrica que tenho em mãos agora. Se a única coisa que pede em troca é ser solta, que assim seja. Falava com um tom mais sério. E… se importa de nos dizer seu nome? É um começo para a tratarmos melhor, afinal. Então, seu tom se amenizava, passando para um mais “cortês”, por assim dizer.
[23:47] <jão> parava de imediato, ao som da ordem de Synien, olhando a deusa como um cachorro devoto
[23:51] * NPC: <arqueira> *A arqueira e Jão quase deram uma volta inteira na sala, parando perto da porta do salão. — Aranha é uma pessoa. É a líder de um grupo de bandidos que vem crescendo bastante nos últimos tempos. Ela diz que é herdeira de um reino que não conheço, então não sei se isso é boato ou não. Ela é egomaníaca, dizem que quer conquistar todo o baluarte, começando por Navarene. Eu já acho isso um absurdo, mas estavam me pagando pra manter uma numenéra à salvo até segundas ordens. Esse cilindro que vocês tem em mãos. >>>
[23:52] <jão> Bar-ga-nhar. – Ele dizia baixinho e devagar, apenas consigo mesmo, como se saboreasse a palavra.
[23:52] <jão> >>>
[23:52] <ishkur> >>>
[23:53] <synien> -
Bom… E para que ela serve/por que motivo ela quer a numenera? Continuava a pergunta, se aproximando agora da Arqueira, já preparada para cumprir o que havia falado: iria curar parte das feridas dela, afinal. Só ficou um pouco triste que ela ainda não havia dito o nome.
[23:56] * NPC: <arqueira> — Eu não tenho certeza da razão de existência desse cilindro. Parecia ser algo que ela usaria para controlar a cidade. Como o arqueiro ali ficou repetindo que nem um idiota, ela iria “barganhar” com a cidade usando esse bastão. Ela ia usar o medo das pessoas, então só imagino que esse bastão ative alguma coisa embaixo da cidade. Onde tem os túneis. São cheios de salas e maquinários, não é ? *Ela pergunta, apontando com o nariz pra Einar. — A guia ali sabe mais disso que eu, afinal é o sustento dela. <>
[23:58] <synien> — Pois bem. Cumpriu o trato… Nada mais justo que cumprirmos a nossa parte. Como posso chamá-la? Indicava uma das cadeiras para a Arqueira, querendo tratar das feridas dela com a mesma sentada. Ela não parecia ser uma má pessoa. Era só uma mercenária, afinal.
[00:02] <jão> crava a flecha na arqueira, sem muita profundidade
[00:03] <jão> Teja barganhada. O que quer que isso signifique. –
[00:08] «!» Antes que João conseguisse fincar a flecha na arqueira, ela dá um drible de cu, uma corcovada de hip hop, um giro ferroeiro (ela só levanta sozinha), desamarrada, e sai do caminho da flecha, batendo os braços na roupa suja (e fazendo uma cara de dor ao mover os braços). -
Meu nome é Amélia, aos seus serviços. Ela diz, fazendo um cumprimento exagerado e se curvando. >>>
[00:09] <jão> puxa-saaaaaaaaaco… – revira os olhos
[00:10] <jão> *arma o arco e aponta pra moleca em instantes

[00:12] <synien> -
Jão… ela é amiguinha agora. Sorria para Jão, vendo a arma apontada. Então, se voltava para a arqueira, fazendo uma leve reverência também. — Amélia, sou Synien, e estes são Little John e Ishkur. Agora… cumprindo nossa parte… Já que já está livre… Olhava, impressionada com a MLK LISA. — Vamos tratar dos seus ferimentos.
[00:19] * NPC: <amélia> *Amélia olha para a porta de saída durante alguns instantes, e depois suspira profundamente, uma expressão azeda no rosto. Ela cambaleia um pouco, claramente forçando uma perna, e capenga na direção da cadeira. <>
[00:19] * NPC: <filib> — Hmm. Esse foi um resultado inesperado.
[00:19] «!» Einar tinha uma expressão de quem não estava sabendo lidar com aquilo e preferia ficar quieta.
[00:20] <jão> Concordo. Minha barganha funcionou. A menina gosta de pontas duras. – testa a ponta da flecha com o dedo.
[00:23] <synien> -
Incrivelmente resultados inesperados é SÓ o que obtemos em nossa jornada. Agora… Creio que Ishkur já pode devolver o bastão a Filib… e… *Então, entrega o tubo para Filib.
— Talvez queira dar uma analisada nisso enquanto eu cuido dos ferimentos. Creio que já deve ter mais familiaridade com isso do que eu, uma vez que é relacionado a essa cidade. Então, começa a fazer as mãos brilharem, já tocando um a um, nos ferimentos de Amélia. — Sabe. O mais engraçado é que realmente só estávamos no lugar errado… na hora errada. Sorria para a arqueira, tentando conversar enquanto faz seu trabalho, como os cabeleireiros que conversam com os clientes.
[00:24] <jão> Não tinha a menor vaidade… – cantarola, olhando ao redor, pras coisas esquisitas de Filib.
[00:24] «!» Quando Synien tenta se aproximar dela a primeira vez com a mão brilhando, Amélia fica se afastando de um lado para o outro evitando o toque, até desistir. <>
[00:26] <synien> -
Não se preocupe… Não dói. Não muito. Eu acho. Dava um sorrisinho, logo trabalhando.
[00:28] «!» Filib começa a usar aquele mesmo dispositivo que levou para as árvores de vidro para analisar o cilindro. Einar está batendo os dedos em cima da mesa. Amélia se pergunta se a Nano tem algum botão de desligar a fala. ><
[00:28] «!» Fim de sessão.

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SeanWishart

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