Numenéra no Firecast

*chuta* *rola 20*

[20:01] «!» [22:33] <synien> — Acha que é seguro ficarmos aqui por muito mais tempo? Olhava para o clérigo, pensativa. Estava cansada, mas mais preocupada do que cansada.
[20:01] «!» [22:34] * NPC: <filib> *Inclinando a cabeça para o lado, olhando para dentro do groto biossintético. — Senhorita, eu acho que se a criatura quisesse no alcançar provavelmente já saberíamos disso. <>
[20:01] «!» [22:36] <synien> Fez um sinal afirmativo com a cabeça, ficando em silêncio por mais alguns instantes. — A propósito… está ferido? Posso curar ferimentos e aflições, dependendo da profundidade das mesmas. Perguntava com um certo tom de preocupação. Tinham a missão de manter a segurança do clérigo, afinal.
[20:01] «!» [22:42] * NPC: <filib> — Não, senhora, não estou machucado. Vocês fizeram um ótimo trabalho como guarda-costas. Embora o objetivo não tenha sido alcançado, seria falta de bom senso se eu cobrasse isso de vocês depois do que aconteceu. Os insetos negros terão que esperar até eu construir algo mais adequado. *Mais alguns minutos se passam, e Filib pega uma outra numenera, parecendo um visor, e começa a passar para cima e para baixo, apontada na direção de uma outra árvore. — Minha análise ainda não terminou, então passaremos aqui mais um tempo. <>
[20:01] «!» [22:47] <synien> — Pois bem. Se em algum momento precisar de alguma ajuda com os aparelhos, estou à disposição. Não sou muito eficaz em combate, mas tenho certa experiência com as coisas. Dava um sorriso, logo se afastando um pouco do clérigo, o deixando trabalhar. Se concentrava por alguns instantes, e logo focava em regenerar seus ferimentos com suas energias.
[20:01] «!» [22:48] Might de Synien: +3
[20:01] «!» [22:50] <ishkur> Mesmo longe de estar em sua porcentagem de energia ideal, Ishkur se posiciona próximo a Synien, ainda atento a qualquer mudança de comportamento que a criatura tenha
[20:01] «!» [22:54] * NPC: <filib> — Não. Seu trabalho não é esse. Dentro de uma hora iniciaremos a jornada de volta para Bodrov. >>>
[20:01] «!» [22:56] <synien> *Continuava em silêncio com a resposta do clérigo, pretendendo não se estressar e descansar o máximo possível para a nova caminhada.

[20:01] «!» [22:59] <jão> Afasta algumas folhas de vidro com o pé e senta no chão
[20:01] «!» [23:02] «!» Depois de mais ou menos uma hora, Filib recolhe seus equipamentos, guarda várias amostras em alguns frascos especiais, e usa uma numenera para borrifar um vapor no ar. Ele tosse duas vezes e empilha as coisas no seu disco flutuante. Ele diz que já é hora de voltar, e começa a jornada de volta para Bodrov, sem mais delongas. O dia já havia avançado bastante, e Bodrov era visível no horizonte. <>
[20:01] «!» [23:08] «!» Ao chegarem ao pé do estranho platô onde a cidade ficava, novamente vocês tem que super a espiral que leva até a entrada do labirinto. Mas Einar não estava lá dessa vez, e sim duas outras pessoas que também eram guias. Filib pagou um deles, e vocês passam mais um tempo atravessando os corredores até chegarem na entrada da cidade. Einar estava lá na saída, e ela inicia uma conversa rápida com Filib sobre a missão. Ele pega um dos cubos que estava usando para guardar o que havia recolhido e dá para ela, que sai correndo, acena para o grupo, e some dentro dos túneis. Filib pede para que vocês o acompanhem até sua casa, e entra, pedindo também que esperassem do lado de fora. ><
[20:01] «!» [23:10] «!» Depois de alguns minutos o portão sai de fase novamente, e ele aparece vestindo outras roupas, e com um sacolinha de shins na mão. Ele entrega para o primeiro que estenda para pegar e agradece pelo bom trabalho. Ele diz que dentro da sacola estão 40 shins, como combinado, mesmo que não tenham conseguido os besouros negros. Ele faz um gesto com a cabeça e o portão solidifica, indicando o fim da missão por completo. >>>
[20:01] «!» [23:43] «!» Vocês voltam para a taverna, pagam uma nova diária, lavam a prexeca. >>>
[20:01] «!» [23:54] «!» Vocês então comem, escovam os dentes, jogam buraco, e dormem. ><
[20:01] «!» [23:55] «!» Fim de sessão.
[20:12] «!» O dia amanhece. A população da cidade fez um ótimo trabalho em limpar as penas que a revoada de pássaros deixou quando passou, e é quase como se nada tivesse acontecido. Do lado de fora da janela, algumas pessoas conversam, e um cheiro de comida começa a invadir o quarto de vocês. <>
[20:14] <jão> -Hm… ovos e bacon e… Torradas… – Ele babava no travesseiro antes de perceber que o sonho não era só sonho, era REAL e era COMIDA. Little sentou-se na cama, olhando ao redor, jogou a coberta para o lado e, como não tinha mais companhia de quarto, vestiu-se, pois vinha dormindo pelado (não que isso seja relevante). Quase rumou para o quarto ao lado, onde Ishkur e a Deusa dormiam, mas mudou de ideia no último minuto e, sabendo que haveria um desgaste com Ishkur logo cedo, rumou direto em busca de comida. A Deusa e Ishkur o encontrariam quando tivessem vontade.
[20:20] <synien> *Se mantinha deitada na cama, sem fazer menção de sair, como de costume… Até sentir o cheiro da comida. Ainda assim, ficou na cama por alguns instantes, ponderando se Ishkur traria o café. Porém… o cheiro a vencia: não queria esperar para saciar sua fome. Afastando as cobertas e se levantando, já começava a dar algumas batidas em seu robe, para “desamassá-lo”, já pegando o cajado.
— Ishkur, comer. Falava, com a voz um tanto sonolenta, já indicando que gostaria de tomar café. Não se preocupava em “acordar” Ishkur, uma vez que sempre era ela quem acordava depois.
[20:21] XP de Jão: 4
[20:29] <ishkur> Revira-se na cama ao ouvir a voz de Synien, e num sobressalto, levanta-se da cama, ao mesmo tempo que ajeita suas vestes – não queria que a senhorita Synien tivesse uma visão constrangedora logo no início da manhã… Mas havia algo diferente; ela parecia mais sonolenta que o comum, murmurando sua fome ainda com os olhos fechados e com traços leves das areias do sono. Aproximando-se dela, disse: “Synien, caso queira sair pra comer, aconselho que ao menos molhe o rosto primeiro. Não me parece bem disposta ainda. Caso prefira, eu trago coisas e comemos aqui. Confesso que também estou cansado – fizemos um esforço e tanto ontem…”
[20:35] «!» Enquanto isso, João desce e senta logo em uma mesa. O lugar estava bem vazio, mas um ou outro rosto era de alguém que estava lá no dia anterior. Depois de alguns instantes, uma moça aparece com o café da manhã e o serve, com uma cara de sono. <>
[20:37] <jão> -BOOOOOM DIA. – Ele disse, animado, já que não podia dizer pra deusa e pra Ishkur – Abençoada comida~ Atacaar! – Logo que a moça pousava o prato na sua frente ele puxava um pedaço do que quer que fosse, mordendo com vontade. Seu corpo ainda estava um pouco dolorido, mas fora abençoado pela deusa e certamente logo estaria melhor. Ele só não podia se deixar abater, ainda tinha uma estrada longa pela frente. E se na estrada tivesse comida tão boa quanto aquela, ele até estava satisfeito de apanhar um pouco. Ele apanhava do irmão mais velho em casa mesmo…
[20:39] <synien> -
Uh… Olhava para Ishkur, ainda com os olhos semicerrados. Murmurando algo ininteligível, procura fazer o recomendado: lavar o rosto e ao menos “acordar” um pouco mais. Não demorava muito, uma vez que a fome a chamava, e logo voltava para a porta, agora devidamente acordada. — Obrigada pela oferta, mas é melhor eu vencer a preguiça mesmo. Dava um pequeno sorriso cansado, e dessa vez, saía em busca da refeição encantada.
[20:43] «!» Mesmo esquema. Assim que Synien senta a moça serve a mesma coisa que serviu João. Do lado de fora da taverna parecia haver uma leve comoção. <>
[20:44] <jão> Olha pra comoção depois de dar oizinho pra deusa, tentando prestar atenção e perceber o que acontecia lá
[20:45] «!» De onde vocês estão sentados não é possível ver. São várias pessoas conversando em algum ponto do lado de fora. Eventualmente a conversa começa a se afastar. Algo sobre “mercadores”. <>
[20:46] <ishkur> concentrado demais em comer pra prestar atenção em conversas alheias à sua mesa
[20:49] <jão> Ei, tem mercadores aqui? Tipo daqueles com tenda e com histórias e contadores de história e… – Enfiava apressadamente um pedaço grande demais de pão na boca enquanto falava – e falfes alfum frabalfo fra fós
[20:49] «!» Synien e João estava sozinhos na mesa, e quando piscam, de repente, Ishkur estava lá, como um raio. Ninguém sabia como ele chegou em milésimos de segundo e com comida na mão, mas de alguma maneira aconteceu. <>
[20:51] <synien> -
…O alvoroço deve ser porque algum mercador apareceu na cidade. Falava, sem demonstrar muito interesse, querendo aprender a teleportar pra comida que nem Ishkur pra se satisfazer mais rápido.
[20:53] <jão> MOFA! – Fazia logo sinal para a garçonete, tentando engolir aquele pedaço de pão rápido demais e enfiando-o goela baixo com um gole de qualquer coisa líquida que houvesse na mesa – O que houve com os mercadores? Ouvi um pessoal alterado do lado de fora, aconteceu alguma coisa?
[20:56] <ishkur> quase se engasga com a comida ao ouvir Jão falando “Mofa”, porque lembrou de um dos monges com os quais vivia… e foi difícil engolir o bocado de pão depois disso. Pegou um gole de água pra dissolvê-lo na boca, e decidiu acompanhar a conversa do pequeno Jack
[20:58] ** NPC: <moça> -
Oi ? Ah, é que de ontem para hoje chegaram alguns mercadores com provisões pra cidade. Eles aparecem de tempos em tempos, mas infelizmente aparecem cada vez menos. A cidade não vai durar mais muito tempo, desse jeito. Ela diz, servindo um outro cliente e voltando para trás do balcão, arrumando algumas no armário enquanto dava algumas ordens para um rapaz que cozinhava . . . Coisas. <>
[20:59] <jão> A gente podia ir ver eles né? – Ele logo propunha animado. – Talvez eles tenham contadores de história. Talvez eles tenham alguma coisa legal pra gente comprar ou algum anel brilhante pra Evangeline e alguma coisa que eu possa levar pra casa, pra ela e… – Ele logo se empolgava, falando como uma criança animada.
[21:05] <ishkur> – Bom… Olhou pra Synien, que o encarava de volta com um olhar de indagação sobre como havia chegado na comida tão rápido, e depois mirou a empolgaFão em pessoa – —Por que não? Se Synien concordar, podemos vê-los. Eu também gostaria de comprar umas coisas… Afinal, a parte deserta da cidade não sairia de lá, então poderiam explorá-la melhor posteriormente
[21:09] <synien> -
Pois bem, vamos sim. Sorria, não querendo dizer não para os olhinhos brilhantes de Fão. — Só procurem não gastar demais, hein. Comia mais um pouco de pão, enquanto em sua mente apenas o teleporte de Ishkur pairava. “Será que Ishkur gastou speed points ou intellect points pra isso?”
[21:10] <jão> ISSO! – Batia na mesa de forma alegre, comendo mais uma bocada do pão. Logo estariam prontos para partir.
[21:21] «!» Depois da refeição, vocês três saem da taverna. Procurando pelos mercadores, vocês chegam até uma pracinha no centro da cidade. Haviam algumas carroças e estandes de mercadores lá. Comidas diversas, temperos, cifras, artefatos, e outros equipamentos estavam sendo vendidos. Haviam também alguns animais, que provavelmente foram os que puxaram o peso das mercadorias. http://puu.sh/tT2g8/4bf41c45d4.png
[21:22] «!» A comoção eram as pessoas conversando em voz alta com os mercadores, fazendo escambo, comprando, vendendo, ou conversando no geral, trocando notícias. Alguém aparece com saco cheio de penas de pássaro. Filib parecia estar entre a galera de lá, com Einar de seu lado, curiosa e se coçando pra não tocar nas coisas. <>
[21:22] «!» Se vocês perguntarem, descobrem que o nome desse seres é Aneen
[21:28] <synien> Olhava, interessada para as criaturas, mas logo as cifras e artefatos que os mercadores tinham consigo a interessavam. Chegava mais perto, procurando dar uma olhada no que eles tinham em seu arsenal: talvez encontrasse algum artefato útil.
[21:30] <ishkur> caminhava na direção dos mercadores que vendiam frutas e poções, pra ver se achava alguma coisa interessante sendo vendida
[21:31] <jão> Passava quase correndo de tenda em tenda, olhando tudo e não se atendo a nada – Caramba, que bicho é aquele? * Aneen era a resposta, não que ajudasse muito. Por longos minutos o rapaz ficou apenas encarando o bicho, tentando entendê-lo. Sem demora e sem saber porquê, soltou um “CÓ” alto, e fechou a boca, apertando os lábios*
[21:38] <jão> Afastava-se com o rabo entre as pernas e ia ter com um mercador – Oi, moço. Será que não tem algum trabalho pra fazer no meio tempo em que estão aqui e que me rendam alguns shinzinhos? Não precisam de ajuda em nada? – Perguntava jovialmente, com ares de desculpa.
[21:46] «!» O mercador com o quão João vai conversar está com um garoto de seu lado, que organizava algumas coisas. Não deveria ter mais que cinco anos. Na hora que o garoto olha pra cara de João, o pivete começa a chorar copiosamente. O mercador, assustado, vai amparar a criança, e faz um gesto com a mão como se mandasse João ir embora dali. <>
[21:47] <jão> Dá de ombros e vai embora, esfregando a manga da blusa no rosto como se quisesse limpar alguma coisa assustadora que houvesse ali
[21:49] <synien> “Até que poderiam ser interessantes, mas… eu ainda preciso terminar meus estudos com aquela orbe… Não há a necessidade de gastar com isso.” Depois fazer uma leve inspeção nos artefatos da loja, se afasta um pouco da região, esperando pacientemente que seus companheiros terminassem as compras para que pudessem continuar com os planos.
[21:50] <jão> Logo se junta a Deusa
[22:08] Ishkur (ahlady) acabou de sair (A conexão não está respondendo)
[22:09] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[22:09] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[22:18] «!» Enquanto olhava as coisas à venda, Ishkur encontrar um mercador que possuía, por acaso, uma armadura que não estava à venda. Depois de alguma conversa com a pessoa, Ishkur consegue que o rapaz se desfaça dela. Ele faz algumas medidas na armadura e umas modificações nas correias, e diz que dentro de uma ou duas horas a armadura estaria pronta para ser vestida. <>
[22:20] <ishkur> cumprimenta o mercador, dizendo a ele que voltaria dentro de duas horas, e logo se junta a Synien e Jão
[22:26] <synien> -
Pois bem… Antes de irmos, talvez seja útil convencer alguém a nos acompanhar? olhava para Jão e Ishkur. Poderiam pedir ajuda para o clérigo, mas o clérigo provavelmente estaria ocupado. — Einar parece bastante animada. Talvez até tenha algo que Phillib queira.
[22:27] <jão> dá de ombros, concordando
[22:28] <ishkur> — Eu concordo – responde a Synien. — Vamos até ela, então.
[22:29] <synien> Acenava positivamente, já se preparando para lidar com o clérigo. Talvez ele estivesse mais bem-humorado hoje.
[22:31] <jão> ~vai junto porque né
[22:33] «!» O clérigo parecia estar negociando algumas de suas cifras com uma mercadora que estava lá. Às vezes ele dava algumas ordens para Einar pegar alguma coisa em seu disco flutuante, às vezes ele deixava que a garota falasse sobre a cifra. Quando vocês se aproximam, ela percebe e entrega a cifra para Filib, que parece confuso até ver vocês. Ele acena levemente com a cabeça e continua a conversar com o mercador, utilizando gestos largos. A garota espera vocês chegarem até ela e apenas diz um “Oi. Estão saindo de Mesa de Pedra ?”. <>
[22:37] <synien> — Bom, alguns moradores daqui nos falaram sobre uma parte da cidade que foi abandonada… Pensamos que talvez seja útil irmos lá. Talvez haja algo interessante por aquela área? Olhava para a garota, dando um pequeno sorriso. Ela parecia bem melhor de conversar do que Filib. — Porém, não conhecemos a cidade e talvez a ajuda de uma guia seja necessária. Ainda mais que, caso não achemos nada lá, seria interessante ver mais dos túneis. O que nos diz, Einar?
[22:46] * NPC: <einar> — Hmm . . . Não sei, galera. Estou ajudando Filib a vender umas numeneras. Se vocês estiverem disposto a me pagar 3 shins, eu posso ir com vocês para a velha ala e para os túneis, mas vou logo avisando que a velha ala não tem muita coisa interessante não. Está há mais de . . . Senhor FIlib, há quanto tempo a velha ala tá desocupada ? *Filib murmura alguma coisa de canto de boca sem olhar pra ela. — Isso. Mais de cem anos. Mas se ainda quiserem ir, eu levo. A gente pode passar no Palácio Vago, também. Mesmo que a rainha nunca tenha vindo, o lugar ainda tem manutenção. <>
[22:54] <synien> — Eu creio que é um bom acordo. Sorria, entregando 0000001 × 3 Shins para Einar. — Já estamos prontos para explorar, a propósito. Pretendia fazer cada Shin valer a pena.
[23:03] <ishkur> — Podem me esperar um pouco? – indagou. — Vou verificar se posso retirar minha armadura outra hora com o mercador, e já volto pra partir com vocês.
[23:05] «!» Ela dá um mini saltinho quando você põe as moedas na mão dela, e se vira para falar alguma coisa com Filib, que faz um gesto de “xô” com a uma das mãos (a outra tava segurando coisas). Ela ergue as sobrancelhas, ajeita a roupa e guarda os shins. Enquanto isso, Ishkur conversa rapidamente com o mercador, que diz que vai estar ali até a noite, e que poderia entregar a armadura outro horário. E então a jornada de vocês para a velha ala começa. ><
[23:16] «!» A caminhada começa. À medida em que o grupo vai avançando pelas ruas de Brodov, o murmúrio e as vozes vão ficando para trás, dando lugar ao som dos passos e do vento ecoando por entre os edifícios vazios e abandonados. A arquitetura parece um pouco diferente, parece envelhecida, obviamente pela falta de manutenção. As ruas faz curvas, e muitas portas e janelas estão quebradas. Einar vai explicando que antes mesmo da cidade ser populada pelos humanos, já haviam construções, e que as pessoas só se apropriaram delas, construindo algumas novas ou modificando as antigas. A cidade foi construída com o propósito de ser um lugar facilmente defensável, mas a mesma dificuldade que um exército invasor teria de ocupar o local, o transporte de mantimentos e provisões também tem. Eventualmente a maior parte da população abandonou o lugar e muitos foram para Shallamas, a cidade mais próxima. O Palácio Vago foi construído por um pretendente que esperava torna-la um recanto de seguranças pra rainha, mas a rainha nunca quis sair de seus aposentos. Depois disso, algumas pessoas acharam que seria uma boa ideia abrir túneis maiores pra facilitar o transporte, mas devido aos terremotos que começaram a acontecer por causa disso, Filib conseguiu convencer a população de que não era uma boa ideia.
[23:20] «!» Vocês eventualmente chegam à uma espécie de praça não muito diferente da praça onde estavam os mercadores. Havia uma estátua de formas estranhas no centro. O chão e casas ao redor intrinsecamente construídas, portas viradas para o centro do lugar. O lugar tem bastante poeira, já que não vê manutenção há muito, muuuito tempo. Einar diz que não é exatamente um lugar perigoso porque ninguém realmente vai pra lá. <teste>
[23:25] «!» Synien parece um tempo naquela praça. Havia um desconforto em sua nuca. Olhando para um lado, para o outro, você inspira fundo, e percebe que está seu Sense Magic está ativo. Ao olhar ao redor, uma das casas está meio “limpa”. <>
[23:30] <synien> — … Não, não. Antes que Einar resolva guiá-los para outra direção, fixa seu olhar na casa limpa, apontando com o cajado. — Tem… algo ali. Não estão sentindo? Então, dá alguns passos na direção da casa que certamente não deveria estar limpa, depois de ter sido abandonada por tanto tempo. — A casa está mais limpa do que devia estar.
[23:32] * NPC: <einar> — Vocês podem ver como as casas daqui são diferentes, mas altas, porque a densidade da popula – Hã ? *Einar para por um tempo e se inclina para trás, observando a casa com mais atenção. — Hmm. Bem observado. Com isso, Einar caminha na direção de uma das janelas, provavelmente pra tentar olhar dentro <>
[23:34] <synien> “Pelo visto, não estou tão enferrujada assim, afinal.” Assim como Einar, se aproximava da casa, querendo inspecionar o local. — Eu sinto que há algo aqui. Há alguma coisa mantendo a casa nesse estado. Como tudo está abandonado, acho que podemos entrar sem pedir permissão… correto? Dava um pequeno sorrisinho, curiosa.
[23:39] <jão> Vai junto – Se tinha que pedir permissão, já era força a porta pra abrir
[23:40] <ishkur> Vai atrás deles
[23:41] «!» João tenta forçar a porta, mas ela não abre. Parece trancada. <>
[23:42] «!» Enquanto isso, Einar coloca a cara na janela e aperta os olhos, tentando ver lá dentro. <>
[23:43] <synien> — Hmm. Vê algo? Se aproxima de Einar, tentando ver pela janela também.
[23:44] * NPC: <einar> — Só vejo o contorno de uma escada e sei lá. Uns móveis. Tá escuro. <>
[23:45] <jão> -Bora quebrar a janela. – *Arrumando uma pedra

[23:49] «!» João arranja uma pedra. Mas que pedrão, hein, João ? Parece até de avestruz.
[23:52] <jão> Jão joga o pedrão de avestruz numa janela em que não tinha ninguém olhando \o\ *
[23:55] «!» A janela é quebrada, os cacos de vidro caindo para dentro. O barulho ecoa pela ala velha e eventualmente some. Einar pula de susto ao ouvir. <>
[23:56] <jão> -OPA, Deu certo! – Aproxima da janela, enrolando o pano de um casaco recém puxado de dentro da bola na mão e quebrando o resto dos cacos, pra depois enfiar a mão pelo buraco no vidro e tatear em busca de um “fecho” pra janela.
[00:01] «!» João consegue quebrar o vidro e limpar os cacos. A janela não tem fechadura, mas tem espaço o suficiente para se passar por ela. <>
[00:03] <jão> *Invade o lugar pelo buraco e ruma pra porta, para tentar abri-la por dentro

[00:04] «!» João percebe que a porta está trancada por dentro também. <>
[00:04] <jão> -AE, CÊS VÃO TER QUE FICAR PRA FORA OU ENTRAR PELA JANELA, AQUITRANCADO. – Berra, olhando logo pra dentro do lugar
[00:06] <ishkur> Suspira Já que a casa não está mais inteira, né… Olha pros lados e tenta derrubar a porta chutando-a
[00:07] «!» Sua voz ecoa pela casa. Com a janela quebrada, é possível enxergar um pouco mais do lado de dentro. Os móveis parecem ser tradicionais: mesa, bancos. Uma escada no meio da casa leva ao andar superior. Nas duas laterais, dois corredores, que levam à um outro cômodo. O Sense Magic de Synien aponta para cima. <>
[00:13] «!» O chute que Ishkur dá reverbera por toda a casa. A poeira que tinha no exterior é toda arremessada para fora e levada pelo vento. Se a frente da casa tava meio limpo, agora a casa inteira tá “tinindo”. A porta, porém, não se move. Quando todos pensam que aquela era uma porta mágica, ela começa a envergar para trás, desconectando das dobradiças e caindo para dentro, ruidosamente (e levantando mais uma coluna de poeira, que rapidamente vai para dentro dos pulmões de João, sem maiores danos mas com maiores tosses. Porém, no meio de tudo isso, Ishkur consegue jurar que ouve um “hmf” de dor vindo de algum lugar de lá de dentro. Uma voz que não era de nenhum dos quatro ali presentes. ><
[00:13] «!» Fim de sessão.

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SeanWishart

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