Numenéra no Firecast

Senta!

[20:11] A mesa está moderada!
[20:11] «!» [01:04] «!» No final das contas, os aventureiros não queriam rolar dados, e ativaram o modo Visual Novel. Os bandidos, sem escolha, foram derrotados. Além disso, durante o combate, Rellin consegue perceber Yami escondida atrás de pedras, também, mais adiante. Ela explica que queria atravessar a ponte, mas tinha medo dos bandidos, e por isso não conseguia voltar pra casa. Como os bandidos foram derrotados por FF, Rellin não teve a oportunidade de fazer nada e voltou para sua criação de Thyrans, enquanto agora o grupo está na ponte com Yami. Fim da sessão.
[20:11] «!» <>
[20:21] <jÃo> Ow. – Ele fez quando a menina apareceu. – Ow, cê tá bem? – Olhava ela de cima abaixo e sacava na hora que o cara das cabras gostava dela.
[20:25] ** NPC: <yami> -
Ah, sim. Quem… São vocês? Obrigada por se livrarem dos bandidos na ponte. Eu não estava conseguindo voltar para casa por causa deles… Yami era uma garota jovem, na casa de seus 15 anos. Sua pele era bronzeada, e sua cara cheia de pintinhas. Seu cabelo era bem curto, escuro, e suas roupas eram feitas de couro com adereços feitos com as pérolas dos Thyrans. Ela possuía um arco nas costas, cordas, e equipamentos de caça. Sua expressão parecia ao mesmo tempo aliviada e preocupada <>
[20:28] <jÃo> A gente tá atrás do negócio que sumiu na vila de vocês, pra poder copiar e levar um igual pra nossa vila. – Ele explicou – Aí disseram pra gente que você tinha sumido e que talvez pudesse saber alguma coisa sobre isso. Aí a gente tava te procurando, e pedimos informação pra ele. – Indica o cara das cabras – E ele disse que você veio pra cá. Aí te achamos. – Faz um gesto de “tã-dã!”.
[20:33] ** NPC: <yami> -
Copiar? E vocês vão copiar como? Ela ajeita as coisas no ombro, e olha para atrás do grupo quando João aponta. — Bem, durante minhas caçadas, eu lembro que vi umas criaturas que nunca vi antes pela região. <>
[20:34] <jÃo> A gente tem uma deusa no nosso grupo, e ela pode copiar, eu tenho certeza – Dizia cheio de orgulho – Criaturas estranhas? Elas poderiam ter pego o negócio de água no poço?
[20:39] ** NPC: <yami> -
Eu… Eu não sei. Pareciam animais. Quatro patas, mas eram diferentes. Tinham partes mecânicas. Eu não sei se eles conseguiriam carregar o condensador. A deosa de vocês deve ser muito poderosa pra conseguir criar uma cópia. <>
[20:39] <jÃo> Ela é – Assegura, afirmando com a cabeça pra dar ainda mais ênfase ao que dizia, com uma expressão séria – Bem… Pode nos dizer pra que lado você viu esses… Bichos?
[20:40] ** NPC: <yami> -
Eu posso leva-los até lá, se quiserem. Ela parece sorrir. <>
[20:41] <jÃo> O que vocÊs acham? – Olha a party – Vamos com ela investigar isso, ou ainda falta alguém na nossa lista de gente que devemos ver?
[20:45] <synien> -
Uh… Foi pega um pouco de surpresa pela fala dos “poderes”. Não tinha certeza se conseguiria copiar a máquina perfeitamente em pouco tempo, não sabia que materiais iria precisar, então apenas ficou em silêncio nessa parte da conversa, não se pronunciando. “Bom, talvez eu consiga aprender o suficiente do artefato para conseguir ajudar a vila.” Então era trazida de volta de seus pensamentos com a nova pergunta. — Uh… Eu acho que a vila está muito dividida com esse problema, todos estão apontando uns aos outros e ninguém sabe realmente o que fazer. Talvez essa aparição dos animais estranhos seja a pista mais fiel que obtivemos até agora.
[20:49] <ahlady> – Olha, podemos fazer ambos. Porém, na minha opinião, creio que precisemos fazer mais uma coisa: avisar a seus pais que você está bem. acenou para o rapaz dos Thyrans – Ei, você. Caso não se importe em não acompanhar-nos mais, poderia avisar aos familiares da Yami que ela está viva e bem?
[20:53] <ahlady> [após a correção] Se o local não for muito longe daqui, podemos ir agora. Caso contrário, voltamos após pelo menos passarmos em sua casa contigo. O que acham?
[20:53] <jÃo> Bem. Podemos escoltar ela pra casa também, depois. – Dá de ombros – Vamos ver os bichos. Mostra pra gente. – Sorria pra menina.
[20:55] <ahlady> Falo apenas pela preocupação deles. Bem, com sorte, aquele rapaz pode ter ido fazer isso já.
[20:55] <ahlady> Vamos ver essas criaturas estranhas então.
[20:58] ** NPC: <yami> -
Depois de investigarmos essas criaturas eu volto pra vila. Minha família pode esperar mais um pouco, não é como se eu não tivesse passado mais de um dia fora de casa, também.
[20:59] <synien> — Bom, se eventualmente eles vierem atrás de nós, Rellin pode avisá-los que já está bem. Dava um sorriso, feliz por finalmente ter uma pista que não fosse “foi fulano pq eu acho que sim”.
[21:12] «!» Yami diz que o caminho vai levar uma ou duas horas, e que talvez não dê tempo de voltar para a vila ainda hoje, caso não queiram viajar durante a noite. Durante a ida, ela também comenta que as criaturas que ela viu eram peculiares, como se fossem máquinas agindo como animais. Depois de um tempo, seguindo perto do rio poluído, vocês começam e ver, com dificuldade (pois está escurecendo), o que parecem ser ruínas muito antigas, completamente cobertas por vegetação. No meio delas, uma colina que parece fazer parte. Na frente da coluna, uma abertura que parece uma caverna. <>
[21:17] <jÃo> Nós não temos que entrar aí, né? – Ele questiona a jovem, olhando a abertura suspeita.
[21:18] «!» -
Eu não sei. A direção geral em que eu vi as criaturas virem foi essa. Pode ser que elas tenham vindo de dentro, pode ser que não. <>
[21:19] <jÃo> Olha o grupo – Vamos entrar? – Já vasculhava a bolsa em busca das bolas brilhantes.
[21:21] <ahlady> – Vamos. Porém, como Yami não sabe se vieram de dentro, podemos ficar um tempo na região próxima à entrada da caverna pra averiguar isso.
[21:29] <jÃo> Little se abaixou pra olhar, e franziu o cenho. Chamou a menina com um aceno – Dá uma olhada aqui. Você é caçadora, não é? Me ajuda a tentar encontrar alguma pegada, ou algo assim, que nos dê uma direção.
[22:11] «!» A garota se agacha. Põe as mãos no chão, aproxima o nariz e cheira. Ela olha ao redor, e tira da sacola um globo de luz também, acendendo-o. Ela percorre o chão, se levanta, e se aproxima da beirada da entrada da “caverna”. Pela luz do globo, é possível ver que o lugar é bem aberto, e que há bastante espaço livre dentro. Parece ter algo no centro da boca da caverna, também, mais para dentro. Yami passa as mãos pelas paredes metálicas das ruínas e parece perceber algo. Um tufo de pelos. Ela diz que não o reconhece de nenhum animal da região. <>
[22:13] <jÃo> Essa menina é boa – Little diz, erguendo-se e olhando a garota – Devíamos recrutá-la. – Comentou suavemente, e foi seguindo pra dentro da caverna, agitando o próprio globo de luz para acendê-lo.
[22:14] «!»
[22:17] ahlady (ahlady) acabou de sair (Ghost – conexão fantasma derrubada)
[22:17] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em ahlady
[22:18] >> Mendacium colocou o modo +Voz em ahlady
[22:19] ahlady (ahlady) acabou de sair (Ghost – conexão fantasma derrubada)
[22:19] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em ahlady
[22:19] >> Mendacium colocou o modo +Voz em ahlady
[22:26] <jÃo> indo pra portados fundo da caverna
[22:26] <jÃo> procurando mais pelo de saco pelas parede
[22:27] <jÃo> -Cês tão sentindo um cheiro de saco azedo?
[22:27] <ahlady> – Não sou capaz de opinar sobre esse tufo de pelo – disse Ishkur, olhando para os demais membros do grupo. Olhava pra Synien e, pela expressão dela, notava-se que a mesma também não sabia de nada a respeito.
[22:27] <jÃo> fareja as paredes mantendo uma distância segura delas
[22:28] <jÃo> -Deixa esses pentelhos pra trás. – Faz um sinal pro resto do grupo – Vambora.
[22:29] «!» Vocês ouvem barulhos vindos de dentro da caverna. Passos de algo pequeno. <>
[22:29] <synien> -
Mas o que… Olhava pra Jão, surpresa, mas não continuava. Apenas prosseguia. — Só espero que não sejam criaturas agressivas. Talvez a presença do aparelho tenha interferido de alguma forma na parte mecânica delas… Ponderava pensativa, já dando uma leve batida com o cajado no chão, para tornar seus escudos visíveis. Não estavam em um local seguro, afinal.
[22:30] <ahlady> rolou os olhos após a pergunta claramente deselegante do pirralho – Deixe eles pra trás, Jão. E com isso eu digo pra não mexer neles. Com sorte, se encontrarmos mais, podem ser um rastro pra a gente.
[22:31] <jÃo> Tem rato aqui, vocês ouviram? – Questionava ouvindo o barulho dos passos pequenos. – Você quer encontrar mais pentelho, Ishkur? – Esboçava um sorriso debochado – Imaginei que você fosse um pela-saco mesmo.
[22:33] <ahlady> – Não. Você é um pente lho pentelhudo o suficiente – replicava Ishkur, em tom igualmente debochado – E teria o maior prazer em pelar você se for pra parar de encher o meu saco.
[22:35] <jÃo> -A questão é só que eu sou mais útil. – Ele respondia andando pro interior da caverna – Então quem pentelha é você. Além de ser inconveniente o bastante pra sempre entrar na frente das minhas flechas. E… Tem uns bagulho aqui… – Para, ouvindo os sons estranhos.
[22:36] «!» Duas criaturas se aproximam de dentro da caverna, cada uma de um lado.
[22:38] «!» Elas emitem sons e luzes uma para a outra. Parecem estar conversando e observando vocês. <>
[22:39] <ahlady> – Claro que é mais útil… só que como isca. Já será útil pra isso agora, se duvidar. – responde, rindo.
[22:39] <jÃo> dá de ombros – Pelo menos eu faço alguma coisa. – Puxa o arco, mirando num dos bichos, sem atacar. – Faz você também, faz.
[22:40] «!» Quando João empunha o arco, as criaturas se abaixam e ficam ariscas. Os sons de máquina ficam muito mais rápidos. <>
[22:41] «!» Um delas corre para dentro da caverna. <>
[22:41] <jÃo> -Ué?
[22:42] <ahlady> – Parabéns, você acaba de espantar criaturas que não nos atacaram do nada e que estavam só paradas interagindo uma com a outra. Bravo. palmas irônicas
[22:42] <jÃo> -Se elas tivessem atacado eu estava pronto. Não sei se você lembra, mas nem tudo no mundo é simpático. – Lança um olhar feio pra Ishkur.
[22:43] «!» Quando Ishkur bate as palmas, a criatura parece voltar a atenção dela à glaive. Os sons de máquina já cessaram. <>
[22:43] <jÃo> -Tem uns bichos que atacam do nada ¬¬
[22:43] <synien> -
São criaturas meio mecânicas… Estavam nos analisando e agora nos consideram uma ameaça. Provavelmente a que correu foi buscar reforço. Olhava, preocupada, para a criatura restante. — Mas talvez ainda possamos… Interrompia a fala, notando a mudança do comportamento da criatura.
[22:43] <ahlady> – Eu sei, eu ando com você o tempo todo, e nem eu nem as criaturas aí te achamos simpático.
[22:44] <jÃo> Sem mim você não tinha saído nem daquele encontro com o Glebla bla ou seja lá qual for o nome dele. Tinha ficado lá, e a deusa tinha morrido lá mesmo, como a Nova.
[22:45] <jÃo> guarda o arco e se abaixa pra criatura – Ei. – Chama. – O que é você. – Estende a mão, como se pretendesse tocar o bicho, mas não faz movimento de se aproximar.
[22:45] «!» Uma nano ilusionista, a muitos quilômetros de distância, espirra. <>
[22:45] <ahlady> – Certeza que eu não morri? Porque a sua presença pra mim já me faz sentir que tô no inferno.
[22:46] <ahlady> – Agora, a coisas REALMENTE importantes – se dirige a Synien e Yami – qual a impressão de vocês sobre essas criaturas?
[22:46] <jÃo> -Você estaria de verdade, sem mim. Mas, como a minha mãe dizia, incomodados que se retirem. – Nem olha mais pra Ishkur. Fica de olho no bicho
[22:46] <jÃo> faz barulho de chamar cachorro -tch, tch, tch
[22:47] <ahlady> deixa Jão falando sozinho
[22:47] «!» Quando o arco foi guardado, a criatura parece relaxar um pouco mais sua postura. Ela responde com piados e chiados. <>
[22:48] <jÃo> Sem resposta de ataque, Little se aproxima devagar do bicho, ainda com a mão estendida em um gesto de paz e de quem pretendia tocar o bicho. Aquilo não tinha nem boca… – Você não é um menino mau, é? – Para bem perto do bicho, esperando que ele faça o resto do caminho.
[22:48] <synien> -
Acho que são amigáveis e estão confusas. Como não são daqui, talvez realmente algo no condensador pode ter interferido nos sensores delas… Ou alguém, afinal, podem não ser relacionadas ao condensador. Olhava para a interação Jão-Robozinho, com um pequeno sorriso no rosto. Parecia estar dando certo.
[22:51] <ahlady> — Agora entendo porque te chamam de Deusa – diz a Synien. — Precisa ter uma paciência divina pra conviver com esse diabo e ficar com essa expressão serena…
[22:51] <jÃo> Me ame menos – Diz por cima do ombro.
[22:51] ahlady (ahlady) acabou de sair (Ghost – conexão fantasma derrubada)
[22:51] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em ahlady
[22:52] >> Mendacium colocou o modo +Voz em ahlady
[22:52] «!» A criatura, mesmo sem cabeça, parece dar uma olhada para trás. Uma nota alta é tocada, e vocês começam a ouvir mais sons de patas. As outras criaturas, porém, se mantém nas sombras, e a troca de chiados recomeça. De vez em quando alguma luz se acende e apaga na escuridão. A criatura não se aproxima de você, mas ela relaxa mais um pouco, aparentemente. <>
[22:55] <jÃo> – Que bicho sem graça. Deve ser porque não tem nariz pra cheirar a gente – Ele diz, se erguendo. – E aí, o que a gente faz agora?
[22:59] ** NPC: <yami> -
A deusa de vocês não consegue entender o que as criaturas estão falando? Não parecem ser agressivas… <>
[23:02] <ahlady> Sussurrando pra Yami – Ela não é uma deusa de verdade. Só é cultuada como uma, no lugar de onde eles vieram. Mas é uma ótima nano, isso eu garanto.
[23:02] <jÃo> Não questione as habilidades da deusa. – Franze o cenho pra menina.
[23:03] «!» Yami olha para um, depois para o outro, e prefere ficar calada para não perder o foco na situação. <>
[23:03] <synien> -
Ok… Aparentemente esse… bando se alojou aqui, mas por que motivo? Se aproximava da criatura que Jão estava “fazendo amizade”, imitando os movimentos de Jão. Queria analisá-las melhor. Se fossem robôs, saberia como lidar. Se fossem animais-cibórgue/algo do tipo, estaria um pouco fora da sua alçada. Assim, tentava “sentir” os nanorobôs das criaturas. Caso conseguisse tocá-las por mais tempo, poderia tentar descobrir traços melhores pra definir se eram “vivas.”
[23:05] ahlady (ahlady) acabou de sair (Ghost – conexão fantasma derrubada)
[23:05] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em ahlady
[23:05] >> Mendacium colocou o modo +Voz em ahlady
[23:07] «!» A criatura inclina a cabeça levemente, e começa a conversar com outras na escuridão. Ela faz um leve sinal de negação com a cabeça e sai. Outra criatura aparece de dentro da escuridão e toma o lugar dela, sentando no chão. Synien percebe que existem dez focos próximos de numenera, incluindo a criatura que estava sentada ali, e que alguns lugares da estrutura possuíam um fluxo de energia, também, diferente. <>
[23:10] <synien> — … São 10… e recebo sinais diferentes do comum… Falava pausadamente, procurando ajustar o tom de voz pra não alarmar as criaturas. Quando a segunda criatura assume o posto, estendia novamente a mão para ela. Se recebesse outro sinal de negação teria que recorrer a outros métodos para verificar o propósito das criaturas.
[23:12] «!» A criatura se aproxima, mas fica fora do alcance de sua mão. Ela olha para sua mão, para você, e emite mais sons de máquina. Ela começa então a dar uma volta ao redor do grupo, lentamente. <>
[23:14] <ahlady> mantinha-se em guarda, mas decidiu não empunhar nenhuma arma, o que não impediu Ishkur de checar rapidamente se a flail e as adagas estavam em seus devidos lugares, passando rapidamente as mãos pelo corpo
[23:17] <synien> — Não consigo determinar se são vivas sem poder tocá-las. Olha para o grupo, pensativa. — Posso alarmá-las se tentar utilizar o poder curativo. Olhava para elas, pensativa. — Hmmm. Estendia a mão para a criatura, deixando-a brilhar por alguns instantes, mas sem se aproximar mais da criatura. Talvez ela conseguisse sentir a energia pacífica de sua mão e resolvesse deixar contato. De qualquer forma, apenas ficava ali, deixando a mão à mostra
[23:20] «!» A criatura inclina a cabeça, ainda fora do alcance. O painel que é sua “cabeça” brilha também, e depois apaga. <>
[23:21] <ahlady> — Synien, você disse que tinha sentido 10 criaturas. Acha que consegue guiar-nos até onde as demais estão?
[23:27] <jÃo> Que bicharada sem graça. – Diz, e vai rumando pro fundo da caverna.
[23:28] «!» A criatura mais próxima apenas observa você passar. À medida em que você avança com o globo, ele revela que a passagem está bloqueada por mais nove das criaturas, dispostas em um semicírculo no meio do caminho. Elas trocam alguns barulhos entre si, e lhe observam, sentadas. <>
[23:31] «!» As criaturas abrem caminho para João, sentando paralelas às laterais das ruínas, apenas observando e trocando sons. <>
[23:31] <jÃo> -Eita. – Diz, e vai indo. Deixando os outros no escuro. u.u
[23:32] <synien> -
Bom, creio que estão mais além da caverna… onde Little está indo agora. Com cuidado, começava a seguir Little. — Creio que não farão nada conosco enquanto não os ameaçarmos… Ou, se forem mais animalescos, enquanto não invadirmos algum território especial pra eles…
[23:36] <ahlady> segue Synien, assegurando-se de que consegue ver Yami e sua bola de luz perto deles
[23:39] «!» Vocês começam a caminhar mais para dentro das ruínas. Durante o caminho, vocês percebem algumas poças de um líquidos denso e amarelado, com uma cor muito parecida com a do rio poluído que corta a região. Por cima de vocês, muitos canos, alguns vazios, alguns quebrados, mas um ou outro parecem ter movimentos de fluidos dentro. >>>
[23:41] <synien> — Canos? Yami, sabe nos dizer algo a respeito desse lugar? Ou, por acaso, se seus pais ou alguém na vila alguma vez comentou sobre o que havia nas proximidades antes do vilarejo se alocar? “E pra onde vão esses canos? Achei que era uma caverna natural qualquer.”
[23:45] * NPC: <yami> — Bem, o pessoal da vila não vem muito para esses lados. Acho que me lembro de terem falado sobre essas ruínas alguma vez, sobre como não deveríamos vir para cá porque o lugar tem muito risco de -
[23:46] «!» Uma das criaturas avança na frente de vocês e corta o caminho, impedindo a passagem. Poucos instantes depois, vocês começam a sentir tremores, e um barulho alto de metal rangendo. Uma parte da parede da ruína desaba e destroços de metal e sintético atolam metade do corredor. O tremor ainda continua, com uma potência bem mais baixo, durante vários minutos depois.
[23:46] *
NPC: <yami> – desabamento… <>
[23:47] <jÃo> Obrigado por dizer isso antes de entrarmos. – Lança um olhar feio pra menina – E obrigado por ter parado a gente – Diz pro bicho, fazendo uma reverência leve.
[23:50] <synien> -
Hmmm… Olhava bem para os canos ao redor e para o local aonde pretendiam ir, já se concentrando nas energias ao redor. Queria sentir se o tremor era algo natural ou se havia chance de ser alguma numenera feita para afastar exploradores.
[23:51] «!» A criatura faz alguns pios robóticos, e imita a mesma reverência que João faz. Synien não sente nada de diferente de antes.
[23:51] <jÃo> ~OOOOOOOOOWNT 0
[23:55] Intellect de Synien: 1
[23:57] «!» Aparentemente aquele desmoronamento não havia terminado. Quando Synien tenta “sentir” se o tremor era algo natural ou não, ela não percebe que rachaduras haviam se espalhado pelo teto, e que mais destroços estavam caindo em cima de sua cabeça. <speed>
[23:59] «!» Mas a sincronia da nano com o ambiente a deu um alerta prévio, e ela consegue sair do caminho antes que a enxurrada de sintético tampe de vez o túnel em sua frente. Se quisessem continuar, teriam que limpar os destroços. Duas das criaturas sobem pela pilha, e começam a conversar entre si. <>
[00:01] <jÃo> *suspira, assustado pela reação rápida da deusa. Depois de se certificar que ela estava realmente bem, e que não tinha sido atingida por nenhuma pedra, Little começa a cavar, para tirar as pedras do caminho e poder continuar.
[00:02] <synien> -
Por mais que pareça perigoso… eu gostaria de explorar mais da caverna. Esses tremores acontecem só aqui, Yami? Olhava para ela, esperando alguma resposta. Estava com a respiração ofegante pelo movimento rápido, ainda impressionada consigo mesma.
[00:03] * NPC: <yami> — Desculpa, eu não sei. Para mim eram só boatos que eu respeitava. Sempre evitei vir aqui. Parece que os avisos eram justificados… <>
[00:13] <synien> “… É, é perigoso demais.” — Mas bem… Essas criaturas não estavam aqui antes, ou alguém teria notado… *Observava a criatura com bastante intensidade. Sentia uma energia diferente delas, mas não sabia em que aquilo ajudava.
— Por que estão aqui? Será que você sequer tem alguma diretriz?Perguntava, sem muita esperança, mais para si mesma do que para a criatura.
[00:15] <jÃo> Senta, frustrado por não conseguir remover as pedras – Eu acho melhor nós voltarmos. É perigoso demais ficar aqui. Pode desmoronar de novo, e dar na cabeça de alguém. – Lança um olhar significativo pra Ishkur, enfatizando o “alguém”.
[00:15] <ahlady> — Eu não acho prudente continuarmos perambulando, até para nossa segurança – disse Ishkur. – Mas estas criaturas também me intrigam. Se a gente pudesse atrai-las para fora da caverna pra poder observar e tentar dialogar melhor com elas…
[00:16] <synien> — Bom, parece que Little ganhou a afeição delas… Talvez alguma delas queira acompanhá-lo… ou todas.
[00:16] <ahlady> continua ignorando veementemente o tampinha que há segundos estava chafurdando nos fundos da caverna e mudou de opinião do nada por causa de Synien
[00:17] <jÃo> Olha os bichinhos – E aí, vocês vêm? É perigoso ficarem aí. – Ignora com igual veemência a voz na sua cabeça que agora canta a altos brados “E É DE BATALHAS QUE SE VIVE A VIDAAA
[00:18] <jÃo> vai descendo dos entulhos e iniciando o caminho de volta u.u
[00:20] <synien> Dava alguns passos para fora da caverna, procurando chamar as criaturas com gestos. Não conseguia se comunicar com eles, afinal. “Se nenhum vir, talvez eu possa fazer algum showzinho de luzes…”
[00:21] «!» Só duas das criaturas os acompanham para fora da entrada das ruínas. O restante fica lá dentro, e eventualmente some na escuridão fora do raio do globo de luz. <>
[00:22] <jÃo> uma vez do lado de fora, o moleque se abaixa e acaricia o pelo de uma delas – Obrigado pela ajuda.
[00:25] <synien> — Essas são as únicas criaturas ou coisas fora do comum que viu, Yami? Sem dúvida, foi uma grande descoberta. Parecem pacíficas e meio perdidas, por isso não me surpreende que tenham alguma conexão com o ocorrido na vila, considerando que são um tanto mecânicas.
[00:25] «!» De início a criatura se acua, mas parece deixar. Ela não esboça nenhuma reação, porém. Apenas se comunica com a outra por alguns instantes. <>
[00:26] * NPC: <yami> — Fora os bandidos na ponte, sim. <>
[00:26] <jÃo> Eu queria saber de onde vem e pra onde vão aqueles canos que tinha dentro dessa caverna, isso sim.
[00:27] <synien> -
Talvez outras pessoas possam nos dizer a respeito disso. Imagino que o prefeito ou algum morador antigo da vila deva poder nos ajudar… Mas ainda temos mais investigações a fazer. E temos que ver como as criaturas vão reagir às pessoas no vilarejo…
[00:28] <jÃo> *olha ao redor, mas tá escuro
– Nós podiamos acampar por aqui, e dar mais uma olhada ao redor amanhã, quando estiver claro. Tem que ter mais alguma coisa aqui. Alguém construiu aquelas coisas lá dentro, e teve um motivo pra isso.
[00:29] <synien> — Talvez haja alguma coisa nos canos e naquele líquido… Ou nas paredes daquele lugar, não prestei muita atenção aos detalhes, confesso. Estava mais preocupada com a “ameaça” das criaturas.
[00:30] <jÃo> Concorda com a deusa, com um aceno – E com o desabamento, claro.
[00:32] «!» Vocês chegam rapidamente à conclusão de que a maior parte do Nono Mundo foi feita por algo ou alguém, e que tinha um motivo. Mas que vocês provavelmente nunca irão saber. Kek.
[00:32] <ahlady> — Yami, você tem suprimentos suficientes para passar a noite aqui, acampando conosco? – Ishkur pergunta, entre outras aleatoriedades, enquanto Jão conversa com Synien.
[00:32] <jÃo> *iluminado com uma sapiência superior, ele percebe que realmente deve haver um motivo, mas que ele não vai saber qual é, e que deve voltar pra casa e se encolher em posição fetal embaixo da cama

[00:33] * NPC: <yami> — Ah, tenho sim. Sou uma caçadora, afinal. *Ela dá uns tapinhas na sacola que carregava.
[00:34] <synien> — …E vocês, criaturinhas… Eu vou descobrir pra que servem, mas depois de um bom descanso… “Talvez haja alguma coisa sobre vocês em meu livro, ou sobre essa energia estranha que vocês têm.”
[00:37] Speed de JÃO: +4
[00:38] XP de JÃO: +1
[00:38] <ahlady> — Ótimo – responde Iskhur, completando – mas caso precise de alguma coisa, bastar nos chamar. Só recomendo que chame ele por último aponta pra Jão porque ele não bate muito bem do juízo, mas se for pra ser isca de algo ou bobo da corte, ele é o ideal.
[00:39] Intellect de Synien: +10
[00:39] XP de Synien: +1
[00:39] <jÃo> Me ame menos – Retruca, já se largando no chão perto dos “animais”.
[00:40] XP de ahlady: +1
[00:42] «!» Yami tira uma cuia de dentro da sacola, e põe no chão. Ela desliza o dedo por baixo, e a cuia se acende. É como se fosse uma luz cilíndrica com alguns centímetros de altura. Parecia emitir calor. <>
[00:44] «!» Ela também tira uma embalagem da sacola, e usa uma espécie de alicate pra segura-la. Ela coloca a embalagem em cima da “luz”, e um cheiro de algo cozinhando começa a se espalhar. <>
[00:45] <jÃo> assistindo a pirralha com interesse
[00:46] <ahlady> montando a tenda de Synien enquanto o estômago ronca, após sentir o cheiro do que está sendo cozido
[00:47] <synien> Uma vez que Jão já havia feito um toque na criatura, estendia a mão para a outra das duas, pensativa. Se pudesse tocar mais nela pra entender mais do funcionamento… Elas tinham que haver algum motivo para terem migrado… “Que elas recebem sinais certamente recebem… se comunicam à distância, afinal. Hmm. Consigo sentir a energia delas diferente… mas será que com elas mais próximas eu consigo descobrir mais?”
[00:47] <jÃo> acaricia um dos bichos distraidamente – Você deve saber onde está o negócio que faz água limpa, né? Podia me dizer. – Diz pro cachorro mecânico, como quem não quer nada.
[00:49] «!» A criatura parece estar atenta. De vez em quando as duas trocam sons, e mudam de lugar, rodeando o acampamento.
[00:54] <synien> -
… Oh! “Reação ao estímulo visual… Hm.” Com um estalar de dedos, faz aparecer uma pequena poça d’água ilusória (Hedge Magic). Queria só ver como as criaturas reagiriam a isso.
[00:56] <jÃo> inclina pra olhar o que a deusa tá fazendo, e pensa: CARALHO, A DEUSA É FODA MESMO, ELA NEM PRECISA DO CONDENSADOR
[00:58] <ahlady> *olha pra o que tá acontecendo, bebe um gole da água que trazia consigo, e se volta ao que Yami está cozinhando

[00:58] <jÃo> volta pros bichos – Bem, vocês parecem ser meio inteligentes. Vamos ver. SENTA!
[00:59] «!» As duas criaturas param e olham diretamente para a imagem da água. Elas começam a conversar entre si durante alguns instantes. Um deles escava um pequeno buraco no chão, e o outro enche o buraco de água. A água parece vir da região da cabeça, como se fosse um jato. <>
[00:59] «!» Porém, elas ignoram completamente o comando de João.
[01:01] <jÃo> aproxima pra olhar, mete a mão na água e cheira
[01:01] «!» Tem aparência de água.
[01:01] «!» Tem textura de água.
[01:01] «!» Tem cheiro de água.
[01:01] «!» Parece água.
[01:01] <jÃo> BEBE
[01:02] «!» Tem gosto de água.
[01:02] «!» Terrosa.
[01:02] «!» Porque tu bebeu água com terra.
[01:02] <jÃo> Olha, isso não parece um esgotão…
[01:03] <jÃo> coloca as mãos em concha na frente de uma das criaturas – Dá água pra mim, bichin
[01:05] «!» Novamente, eles parecem se comunicar entre si. Depois de alguns instantes, a criatura encosta a cabeça em sua mão e jorra água até transbordar.
[01:05] <jÃo> E, mais uma vez, ele bebe a água com gosto de água
[01:05] «!» Cê tem 99% de certeza de que é água. Filtrada.
[01:06] <jÃo> Olha a menina Que aparência tinha esse condensador de água?
[01:06] <synien> -
… Elas reagem a água… Yami, elas estão ligadas ao condensador de alguma forma! Olhava, surpresa. — Achamos uma pista!
[01:08] * NPC: <yami> — Era uma numenéra grande, desse tamanho – *Ela faz uns gestos com a mão. — Parecia uma mistura de cilindros cheios de furinhos. <>
[01:10] <ahlady> — Acha que poderia desenhar ela pra as criaturas, Yami? – pergunta, entregando um graveto e indicando o chão.
[01:10] <ahlady> — Com sorte, elas sabem de seu paradeiro…
[01:11] <synien> — Creio que eu posso fazer melhor… Prestando bastante atenção na descrição de Yami, procura fazer uma miniatura dela com suas ilusões pequenas. Poderia simplesmente corrigir com a ajuda de Yami caso não ficasse parecida.
[01:11] * NPC: <yami> — Posso, sim…
[01:12] «!» Yami olha a imagem que Synien fez, mas como estava cheia de erros, resolve fazer um desenho no chão. As criaturas observam o desenho, se entreolham, e começam a desenhar também.
[01:13] «!» Uma delas se desenha, de perfil, e risca uma seta saindo do condensador e indo para dentro dela.
[01:17] <jÃo> *copia o desenho do bicho, e desenha outro, bem maior, com um ponto de interrogação

[01:21] «!» Ele risca seu desenho.
[01:21] <jÃo> mostro a língua pra ele
[01:21] <jÃo> :<
[01:26] JÃO (AngelM) acabou de sair

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26 - Vaca bebe leite

[19:31] «!» [22:34] * NPC: <miola> — Uma cesta com alguns pães é 1 shin. O suficiente três pessoas comerem o dia inteiro, olha que beleza! *Ela diz, gesticulando para cima dos pães. Ela também começa a contar sobre como são feitos, e como os materiais tem qualidade, e vai colocando informação em cima de informação. <>
[19:31] «!» [22:36] <jÃo> QUERO UMA! – Ele responde logo, puxando o shin da bolsa e entregando pra mulher – Aliás, apesar de os pães parecerem realmente perfeitos, você sabe alguma coisa sobre o treco que fazia água e que desapareceu?
[19:31] «!» [22:43] ** NPC: <miola> *A moça até toma um mini-susto com a resposta tão rápida e energética, e pega uma cesta do chão. Com um “pegador”, ela vai perguntando quais pães o garoto quer, enquanto diz: -
Olha, menino, não queria falar nada não, mas esse negócio do condensador ter desaparecido tá é dando o que falar, viu? Sabem o que eu acho? Pois EU ACHO que quem deve ter um dedo nisso é a tal da Charmele, viu? Não queria dizer nada não, mas aquela mulher é muito suspeita, com aquela criação de Thyrans dela. Só pode ter sido ela! Ela vende leite, tá vendo só? Na falta de água, as pessoas vão beber o quê? Leite! Aposto que foi aquela ardilosa. Enquanto ela fala, seu rosto se enche de expressões marcantes, adicionando marcas de idade nela. E ela continua falando várias coisas depois. <>
[19:31] «!» [22:45] <jÃo> Mas a senhora viu alguma coisa? Tipo, quando o treco desapareceu, alguém esteve na beira do poço mais do que o normal, ou algo assim?
[19:31] «!» [22:45] <jÃo> escolhendo pães e papeando com a padeira
[19:31] «!» [22:48] ** NPC: <miola> -
Vi! Claro que vi! Vi gente se movendo dentro da casa dela durante a noite do roubo. Certeza que ela estava se preparando para dar um sumiço no condensador! A mulher diz, cheia de certeza. <>
[19:31] «!» [22:50] <jÃo> Tendi… Bem, olha só. Se a senhora ver alguma coisa mais suspeita, tenta procurar a gente, tá? Estamos atrás desse condensador, porque a gente precisa de um igual pro lugar onde moramos. – Ele sorri, pegando a cesta. – Vamos estar por aqui por um tempo, antes de seguir viagem. Obrigado pelos pães, dona Miola.
[19:31] «!» [22:52] ** NPC: <miola> -
Sim, claro! Aquela Charmele vai ter o que merece! Ela que nos espere! A expressão dela, porém, se desfaz um pouco. — Vocês precisam de um igual? Hmm. E com isso, outros clientes chegam e ela começa a se ocupar conversando com eles, esquecendo de vocês. <>
[19:38] <jÃo> Então, de barriga cheia, Little logo se despedia da padeira, sem tomar-lhe muita atenção. – Pro açougueiro agora, né? – Questionava os colegas. – Onde é que ele fica?
[19:40] <synien> “Charmele… Bom, pelo visto parece que temos mais uma intriga costumeira do que um problema grande.” Olhava pensativa para Jão, logo começando a caminhar na direção indicada anteriormente. — Creio que é por ali.
[19:42] «!» Levam apenas alguns segundos para contornar o poço seco e chegar até o local indicado como sendo o açougue de Narv. A casa não parece diferente das outras. Do lado de dentro, vocês ouvem o som de algo batendo em madeira. <>
[19:42] <ishkur> compra rapidamente 3 pães com Miola e corre atrás do grupo
[19:46] <ishkur> bate na porta
[19:47] <jÃo> A porta responde Toc Toc
[19:50] «!» Vocês ouvem uma voz aparentemente feminina e jovem falando: “Redis! Tem alguém batendo! Olha lá!”. Alguns instantes depois, passos, e logo a porta se abre. Um rapaz jovem com cabelos quase raspados atende. Está usando luvas que parecem estar sujas de sangue. Ele coça o nariz com as costas com o antebraço e pergunta: “Pois não?” Do lado de dentro, uma casa comum. Alguns móveis, e uma passagem para o próximo cômodo. <>
[19:51] <jÃo> Oi. A gente tá procurando o açougueiro. É você, né? Ou você só matou alguém mesmo?
[19:52] <jÃo> sussurra pra Ishkur – Eu acho que ele matou alguém, olha ali.
[19:54] <ishkur> dá uma leve cotovelada em Jão e sussura de volta: Açougueiros trabalham com animais mortos, oras. Se ele não matou algum, está fatiando um já morto…"
[19:54] * NPC: <redis> *Ele sorri de maneira abestalhada e deixa escapar uma risada, respondendo: "Hahaha. Vocês estão querendo comprar carne? São viajantes? <>
[19:57] <ishkur> *dá outra leve cotovelada em Synien, sussurando: “Eu não sou bom com perguntas… Melhor que a senhorita faça isso. Tudo bem para a senhorita?”

[19:59] <synien> Recebia a cotovelada, e logo falava com o açougueiro, com o tom de voz demonstrando interesse. -
Bom… Somos viajantes. E sobre a carne, talvez Little queira, já que é bem esfomeado… mas… não estamos somente atrás de carne. Ouvimos uns boatos sobre o tal condensador de água, e nos disseram que o senhor sabia de algo que poderia ajudar a achar o culpado.
[20:00] * NPC: <redis> — Ah. É com Narv que vocês querem falar. *Ele vira de costas e fala em voz alta: — Junni! Seu pai volta quando?
[20:01] «!» Uma voz grita do cômodo seguinte: "Deve estar de volta daqui a pouco. Por que?
[20:01] * NPC: <redis> — É que tem um pessoal aqui querendo falar com ele. Não conheço. *E com isso, ele sai da porta e entra no outro cômodo, deixando vocês lá.
[20:02] «!» Uma voz feminina diz: “Bem, ele já deve estar voltando. Peça pra eles esperarem aqui dentro.” O rapaz volta e, bem, pede para vocês entrarem se quiserem esperar por Narv. <>
[20:03] «!» O lugar tem bancos e cadeiras o suficiente para todos sentarem. Alguns dos móveis são feitos de sintético, provavelmente compraram de algum comerciante que passou por ali. <>
[20:05] <synien> — Oh, aceitamos sim…. E desculpe qualquer incômodo, senhor. Me chamo Synien, e estes são Ishkur e John. Dizia, aceitando o convite e se dirigindo ao local indicado. Como não estavam apenas fazendo negócios, e sim sendo convidados pra entrar, achou educado se apresenta, afinal.
[20:06] <jÃo> Dá uma olhada de má vontade e segue o grupo, escorando-se do lado da porta, permanecendo em pé
[20:08] «!» O rapaz desaparece porta adentro, e alguns instantes se passam enquanto vocês ouvem novamente o barulho de algo batendo na madeira. O som para, e mais alguns instantes depois, uma outra pessoa aparece. É uma garota, tão jovem quanto o rapaz, com cabelos curtos e um avental sujo de sangue. Ela porta uma lâmina na mão que parece estar vibrando.
[20:09] * NPC: <junni> — Oi, tudo bem? Meu nome é Junni. Meu pai Narv já tá vindo, tá? Tem certeza que vocês não querem comprar carne enquanto estão aqui? Carne de Thyrans é bem macia se preparada corretamente. *Ela diz, colocando a mão vazia na cintura. Tem umas manchinhas de sangue seco no rosto dela, também. <>
[20:10] <ishkur> — Talvez a gente queira um pouco de carne, sim. Qual o preço? E quais cortes vocês têm aí?
[20:13] * NPC: <junni> Pelo que ela explica, aparentemente dois dia de refeição, para uma pessoa, é 1 shin. <>
[20:15] Patinho da Vinse (Ca1ooo) acabou de entrar
[20:16] A mesa está moderada!
[20:16] <ishkur> — Ok. Me vê uma porção, então. Mas pode me entregar quando sairmos daqui? Quanto mais fresca, melhor – diz Ishkur, passando um shin para a menina.
[20:21] *
NPC: <junni> — Tudo bem, claro. Eu entrego quando vocês forem sair, depois de conversar com meu pai, tá? E com isso, ela volta pro outro cômodo. O barulho de algo batendo na madeira continua. >>>
[20:21] <jÃo> >>>
[20:22] <ishkur> >>>
[20:23] <synien> >>>
[20:25] * NPC: <junni> Não mais que meia hora se passa antes de vocês ouvirem um barulho pesado vindo do fundo. Alguns sons de passo, e vozes ao longe conversando do lado de fora, nos fundos da casa. Os barulhos de algo batendo na madeira param, e passos são ouvidos. Um homem aparece do outro cômodo. Ele parece bastante com Junni, e tem os cabelos desgrenhados. Ele tem uma trouxa de sintético na mão, que ele deposita em cima da mesa. Parece ser o pedido de vocês.
[20:25] *
NPC: <narv?> — Digam. <>
[20:28] <synien> — Olá, senhor Narv? Falava com um tom de dúvida, já que não tinha certeza. — O prefeito aceitou nossa ajuda para reaver o condensador desaparecido, então estamos investigando a respeito. Ele nos disse que o senhor sabia algum rumor a respeito disso, então viemos até aqui. Eles gentilmente nos convidaram a entrar. Sorria, olhando para o homem. “…O prefeito na verdade apenas não se opôs, mas bem…” — Me chamo Synien.
[20:30] * NPC: <narv> — Eu. Não, vocês ouviram errado. <>
[20:32] <jÃo> -Cê não sabe nada sobre o que aconteceu? Não tem suspeita nenhuma, não viu ninguém, não ouviu nada sobre? – Questionava, se desescorando da parede e aproximando do homem com uma expressão anormalmente séria. – Devemos pensar, então, que você nem percebeu a falta do negócio que produz água, é isso?
[20:34] *
NPC: <narv> — Não sei o que aconteceu. Não tenho suspeitas. Mas é de meu interesse que o problemas seja resolvido. Sem água, não lavo minhas carnes. E com certeza não vou usar a água contaminada que corre aqui perto. Fale com a família Chetris. São caçadores. Podem saber. <>
[20:35] <jÃo> Você imagina o porquê de o prefeito ter indicado você como alguém que sabia dos fatos, então?
[20:36] ** NPC: <narv> -
Ele achou errado. Não tem mais o que fazer. <>
[20:37] <jÃo> Sei. – Estreita os olhos, encarando o homem. – Que bom que você tem certeza de que não pode nos ajudar, então.
[20:38] ** NPC: <narv> -
Já ajudei. Fale com os Chetris. Não esqueçam de levar a carne quando saírem. Ele aponta para a trouxa sintética que colocou na mesa. <>
[20:40] <synien> Olhava para Narv, se levantando, então. Com um novo sorriso, o olhava fixamente. Não se orgulhava em fazer isso, mas não gostava da suspeita: havia mais em jogo ali do que apenas uma intriga. Sua vila poderia utilizar algo daquela tecnologia, afinal. — Uma última pergunta antes de irmos… Guyan comentou algo sobre criaturas biomecânicas quando o mencionou. Realmente não está esquecendo de nada? Perguntava, com o máximo de tato possível: mesmo se ele optasse por escondê-las, ele certamente iria pensar em algo relacionado… E aí ela saberia. Assim, enquanto perguntava, se concentrava para adentrar nos pensamentos recentes daquele homem (Mind Reading)
[20:41] Intellect de Synien: 2
[20:45] * NPC: <narv> “Líder de vila pé rapado. Só é o líder porque não consegue fazer mais nada. Poderia arranjar algo melhor pra fazer do que ficar apontando dedo que nem um idiota. Aellicon tá fazendo mais do que ele, e olha que o cara chegou na vila não tem muito tempo.” <>
[20:49] *
NPC: <narv> -
Não estou. Algo mais? <>
[20:50] <jÃo> Nah. – Saía porta afora sem agradecer ou se despedir, esperando a party ali fora.
[20:51] <ishkur> pede a Junni a porção de carne para viagem, e sai logo após Jão, agradecendo pela negociação
[20:51] <synien> “Aellicon…” -
Não, obrigada. Novamente, perdão pelo incômodo. Se soubermos de algo útil ao senhor, o avisaremos. Novamente dava um sorriso, cordial, se dirigindo até a porta. Já havia conseguido o que queria: outro suspeito.
[20:59] <jÃo> Já ia rumando pra onde se ouvia os balidos u.u
[21:00] <ishkur> segue Jão, ligeiramente preocupado se a carne que ele comprou foi lavada ou não
[21:01] <synien> — …Foi uma visita bem produtiva, não acham? Olhava para os companheiros, após caminhar para longe da casa de Narv. Iriam procurar a tal Charmelle primeiro… * — Parece que temos mais intrigas que esperávamos.
[21:04] <jÃo> -Eu acho que todo mundo aqui se odeia e que ninguém quer ajudar realmente a reaver a porcaria que faz água porque são um bando de hipócritas barganhadores.
[21:05] <jÃo> *É, ele ainda não sabia exatamente o que significava “barganhar”

[21:08] <synien> -… Olhava para Jão e depois para Ishkur, dando um sorrisinho. - Bom, vamos ver o que descobrimos com a vendedora de leite. Com sorte, ela será bem mais amigável.
[21:12] «!» Não é difícil encontrar a casa de Chamele. É mais afastada, e possui um cercado com muitos Thyrans dentro. Inclusive, tem alguém dentro do cercado, cuidando dos animais. <>
[21:14] <ishkur> olha para os animais dentro do cercado, para a trouxa de carne que carrega, e fica levemente desconfortável em encará-los de novo
[21:15] <jÃo> OI – chamava logo a pessoa dentro do cercado – DÁ PRA GENTE CONVERSAR UM POUQUINHO? \o
[21:22] «!» A pessoa que estava cuidando dos animais vira a cabeça, levantando. Ela carrega um bastão de sintético com algumas pequenas esferas flutuando ao redor. Ao se aproximar, vocês percebem que parece ser uma mulher bem alta e atraente, com os cabelos amarrados atrás. Ela parece ter uma expressão de dúvida ao se aproximar. Ela apoia as duas mãos no bastão, e pergunta:
[21:23] ** NPC: <mulher> -
Pois não? <>
[21:24] <jÃo> Você é Charmelle?
[21:24] ** NPC: <charmele> -
Sim, sou. Vocês não são daqui, são? O que desejam? <>
[21:25] «!» Um Thyran perto de vocês, encarando, e depois debanda.
[21:25] <jÃo> Não somos, mas estamos tentando ajudar, embora ninguém pareça muito afim de colaborar. Você sabe algo sobre o negócio que produz água e que desapareceu?
[21:27] ** NPC: <charmele> -
O condensador? Eu só sei que ele sumiu. O que é um desastre. Ela olha para os Thyrans com um olhar triste. — Eu não sei mais do que isso. <>
[21:29] <jÃo> Não tem nenhuma suspeita, nem nada? Não viu nada anormal na beira do poço?
[21:34] ** NPC: <charmele> -
Suspeito? Eu não sei. Não acho que tenha sido ninguém da vila, todo mundo usava esse poço. Logo quando o condensador sumiu a venda de meu leite aumentou bastante, mas eu não vou conseguir manter meus animais sem água. Eu quase não saio do curral, também. Talvez fosse mais proveitoso falarem com alguém que caça ou fique fora da vila. Ela parece dispersar um pouco enquanto pensa. — Talvez Relin Mor ou Oane Crawfur. Mor também cuida de um rebanho de Thyrans, mas ele mora fora da vila com seus animais. Crawfur também mais longe daqui, e é uma caçadora. <>
[21:37] <synien> “Faz sentido. Miola pode estar com ciúmes dessa, já que é bonita e provavelmente lucra mais agora, com o leite, do que antes…” Se mantinha em silêncio, ponderando a situação. Com ela, não adiantaria uma abordagem direta sobre o assunto. Ela não havia visto nada, afinal. “Mas se viemos até aqui por boatos… o jeito é lidar com eles.” — Talvez saiba nos dizer algo sobre a vila em si, então. Por acaso há algum morador da vila que chegou há pouco tempo? Sorria, perguntando com a expressão inocente. Não queria mais suspeitos: queria começar a descobrir coisas. Não poderia citar diretamente o nome Aellicon…
[21:41] * NPC: <charmele> — Algum morador que chegou há pouco tempo… Bem, dependendo do que querem dizer com “pouco tempo”, consigo pensar em alguns. *Ela fala alguns nomes, entre eles o nome de Aellicon. Os outros não são relevantes de nenhuma maneira. — Por que? <>
[21:45] <synien> — Apenas uma investigação simples. Infelizmente, a primeira suspeita é que o condensador tenha sumido com a ajuda de alguém da vila. Moradores antigos da vila não teriam muitos motivos para resolver sumir com a fonte principal de água… A tendência é que seja algum morador recente. Talvez seja alguém que ultimamente seja um tanto… prestativo. Talvez uma concorrência com o atual prefeito… Fazia mais uma tentativa. Ela havia citado o nome que queria, mas ainda não havia mordido a isca de fato.
[21:47] * NPC: <charmele> — Alguém da vila? Mas eu ouvi dizer que poderiam ter sido animais. Isso é ruim, todo mundo aqui se conhece… <>
[21:48] <jÃo> Todo mundo se conhece e estão indicando você como grande suspeita, porque a venda de leite aumentou – Comenta despretenciosamente, de braços cruzados, sem olhar a moça.
[21:50] <synien> -
Bom, há vários suspeitos até agora… E não descartamos a opção de terem sido animais selvagens… Mas estamos investigando as pessoas, por enquanto. Imagino que se fossem animais, os caçadores da vila conseguiriam rastrear algo, já que devem estar familiarizados com a fauna local. *Complementava o que Jão havia falado, como que para remediar parte do impacto… Mas a interferência dele havia se encaixado perfeitamente.

[21:51] * NPC: <charmele> *Ela dá um sorriso entristecido. - Bem, as pessoas tem estado bem agitadas desde que o condensador sumiu. Todo mundo acaba virando suspeito, infelizmente. Achar que eu vou lucrar com o sumiço do condensador? Meus animais não vivem sem água. <>
[21:55] <jÃo> -Só falei.
[21:55] <jÃo> -A questão é, dona bonitona, que daqui a pouco eles vêm tomar satisfação da senhora.
[21:58] ** NPC: <charmele> -
… Dona bonitona? Mas o q- Ela faz uma expressão confusa. — Bem, eles verão que eu estou em uma situação tão ruim quanto todos da vila. As pessoas podem estar tensas por causa do problema, mas os moradores de Adderstal não são maus. <>
[22:02] <synien> — Lamento o desconforto causado. Estamos investigando várias pessoas. Dava um sorriso, olhando para Charmele. — Se acaso se lembrar ou descobrir de algo suspeito, estaremos na vila por algum tempo. Sou Synien. Fazia menção de sair, a menos que algum de seus companheiros quisesse perguntar mais algo, ou comprar leite.
[22:03] <ishkur> sussurrando pra Synien — Ninguém é mau até olharmos de perto, pelo visto…
[22:05] <ishkur> olhando para a dona bonitona — Tenho apenas uma pergunta. Qual a vertente de água pura mais próxima de Adderstal? Ouvimos um comentário sobre águas contaminadas aqui perto…
[22:05] <synien> Concordava discretamente com um gesto da cabeça, sem falar nada.
[22:06] * NPC: <charmele> — Água potável? Nenhum dentro de um dia de viagem. No pior das hipóteses, todos teremos que sair daqui, porque o rio mais próximo é poluído. <>
[22:13] <ishkur> — E de onde a senhora está tirando água para dar de beber a seus animais? Mesmo escassa, ainda assim é alguma fonte… E a do poço não me parece suficiente para todos da cidade e sua criação – não por muito tempo, ao menos.
[22:16] *
NPC: <charmele> — Todos da vila tinha uma reversa de água dentro de casa para não precisar ficar indo ao poço toda hora. Inclusive eu. Mas se não resolvermos o problema do condensador em no máximo uma semana, teremos que sair da vila para encontrar água. <>
[22:18] <jÃo> Pois é. Nós viemos pra ajudar. Mas ninguém quer colaborar…
[22:18] <jÃo> -Só ficam nos dizendo “fala com fulano” ou “fala com ciclano”, mandando a gente dum lado pro outro como umas moscas tontas…
[22:18] XP de Synien: +1
[22:18] XP de JÃO: +2
[22:19] XP de JÃO: -1
[22:20] * NPC: <charmele> *Charmele não responde. Ela apenas olha com uma expressão mista de apreensão e tristeza. <>
[22:20] XP de Ishkur: +1
[22:22] <synien> -
Bom… eventualmente descobriremos. Antes de irmos, a propósito… Algumas pessoas aparentaram não estar contentes com o prefeito atual, Guyan. Há motivos para isso? Ainda era interessante saber mais sobre a veracidade da pista mental que havia recolhido.
[22:24] * NPC: <charmele> — Bem, em um momento de crise como esse, não fico surpresa. Vocês também esperariam que o líder do lugar onde moram resolvessem problemas grandes como esse, não? Acho que é o mesmo conosco. Com tanto stress, tem gente que acaba colocando a culpa nele. <>
[22:25] <jÃo> -Quando houve problema na minha vila, a líder abandonou tudo, e saiu em uma peregrinação em busca de solução pros problemas de todos. – Encara a mulher, quase com raiva.
[22:26] *
NPC: <charmele> — Desculpe saber disso. O problema já foi resolvido? <>
[22:28] JÃO (AngelM) acabou de sair (A conexão caiu e não foi recuperada a tempo)
[22:31] <ishkur> interrompendo, ao ver que Jão engasgou-se em sua própria saliva, e parou pra respirar — Ainda não. Mas ela está trabalhando nisso. olha discretamente para Synien
[22:32] * NPC: <charmele> — Ah… Bem, nós respeitamos nosso líder. É só que tá todo mundo tão estressado que… Às vezes as pessoas falam coisas que não gostariam. <>
[22:41] <ishkur> — É compreensível. Humanos são assim mesmo. Com sua licença – diz Ishkur, enquanto o pequeno ainda parece recuperar-se com uma cara de que está praguejando mentalmente a criadora de Thyrans. Afastando-se dela, e dirigindo-se a Synien, diz: — Eu tenho uma ideia, e gostaria de saber sua opinião. O que acha de sugerirmos uma assembléia local, popular, para os habitantes daqui discutirem a situação crítica? O líder não precisa necessariamente participar, ele deve estar de cabeça quente com isso tudo. Mas pode ser bom pra ver quais outros argumentos aparecem em conjunto em uma reunião… e mais prático para observar suspeitos…
[22:46] <synien> — … *Havia aberto a boca para falar algo, mas foi pega totalmente de surpresa com o rumo da conversa, resolvendo apenas se manter em silêncio, um tanto corada.
— … Obrigada por tudo. Agradecia a ela, mas o agradecimento era mais para Jão e Ishkur do que para a criadora de Thyrans. Depois de se afastarem um pouco, já mais recomposta, ouvia calmamente a sugestão de Ishkur. — Talvez isso possa ser utilizado em último recurso. Com tantos caçadores em uma vila pequena, eu desconsidero que sejam animais selvagens… A vila está aí há um bom tempo, deve haver alguma espécie de cuidado mútuo pra evitar que isso aconteça… E, se foi uma das pessoas da vila, eu duvido que uma assembleia identificaria o culpado. Caso toda essa investigação seja infrutífera, tentaremos, sim.

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25 - Nada Aconteceu Feijoada
Sem torresmo porque só tem no interior

[21:03] «!» [23:49] * NPC: <guyan> — Bem, nossa vila tem algumas dúzias de famílias. Eventualmente você acaba sabendo que mora aqui e quem veio de fora. Sobre o condensador, bem, ele não está mais aqui. Foi roubado, aparentemente. *O homem estende a palma da mão para o poço que só tinha um pouco de água agora <>
[21:03] «!» [23:52] <synien> — …Tem algo a ver com uma orbe azul que vimos seguir o curso do rio? Olhava, preocupada para o líder da vila. Se conseguissem recuperar o condensador, talvez pudessem entrar em acordo com o líder da vila.
[21:03] «!» [23:55] * NPC: <guyan> — Uma . . . Orbe azul ? *O rapaz para alguns segundos, uma expressão pensativa — Se eu não me engano, algumas pessoas dizem que uma orba desce o rio Wyr algumas vezes, pouco antes do amanhecer. Eu particularmente nunca vi, e acredito que não tem nada a ver com o condensador. Algumas pessoas disseram terem visto os culpados pelo roubo, mas estamos com um pouco de dificuldade em levar à sério. <>
[21:03] «!» [00:02] <synien> — Bom, talvez devamos investigar mas… Bem… Sei que parece algo estranho porque somos novos, mas é de nosso interesse ajudar a reaver o condensador… E acredito que qualquer ajuda seja bem-vinda a esse ponto. Olhava para o poço, preocupada. — Será que pode nos dar mais detalhes sobre o roubo ou nos dizer os rumores?
[21:03] «!» [00:05] * NPC: <guyan> — Bem, sei que o condensador foi levado enquanto todos dormiam. Mas Miola Broun e Narv dizem ter visto algo. Vocês podem conseguir mais detalhes com eles. Eles acham que umas criaturas biomecânicas invadiram a vila para pegar o condensador. <>
[21:03] «!» [00:06] Ishkur (ahlady) acabou de sair
[21:03] «!» [00:06] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[21:03] «!» [00:06] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[21:03] «!» [00:09] <synien> — …Bem, onde podemos encontrá-los? Qualquer pista é válida, se estão no escuro.
[21:05] <jÃo> *olha ao redor, com cara de paisagem

[21:05] <ishkur> olha pra o chão
[21:05] <jÃo> pensa em Evangeline
[21:06] <ishkur> pensa nas pernas de Synien enquanto a resposta sobre onde podemos encontrar as duas pessoas citadas não chega
[21:07] <jÃo> Pensa nos cabelos dourados da Evangeline. Ou eram escuros? Franze o cenho, sem lembrar da cor dos cabelos da Evangeline. Entra em desespero silencioso por estar esquecendo de sua amada, de sua musa inspiradora
[21:09] <ishkur> pensa em como seriam as pernas de Synien por baixo de seu manto tão intricadamente tecido, recheado de bordados. Serão bem torneadas? 100% hidratadas? Com muitos ou poucos pêlos? Mais claras ou mais escuras que seu rosto? Ela usa ciroulas enquanto dorme… *
[21:10] <synien> *Pensando em como a orbe era pesada. Será que era porque a anciã estava dentro dela? Será que Ishkur ou Jão deixariam ela andar em uma de suas garupas? Jão era mais magrinho, mas era o que provavelmente faria, caso pedisse. Ishkur era quem iria prover mais sustento, mas provavelmente só a carregaria na garupa em momentos de necessidade, como uma perna quebrada ou algo do tipo… que não ia acontecer tão cedo, dadas as habilidades naturais dela.

[21:11] <jÃo> Pensando em qual a cor dos olhos de Evangeline enquanto o GM não vem
[21:12] <jÃo> olha a deusa. Pensa que a deusa deve estar com calor por baixo de toda aquela roupa. Sente calor só de pensar nisso. Abre um botão da camisa
[21:14] <synien> Nota que Jão havia olhado para ela fixamente e, com um olhar totalmente sedutor, havia desabotoado um botão da camisa. Ficando com vergonha, virava o rosto de leve, com um sorriso involuntário, corando. Batia as mãos na própria roupa, como se estivesse se ajeitando mais.
[21:19] <ishkur> Nota os dois se olhando e fica visivelmente triste. Eles são da mesma vila, têm uma ligação legal entre si. Olha, ele desabotoou um botão da camisa. Subitamente, se sente com um pouco mais de calor. Tira o cantil de sua cintura e bebe um pouco da água que tem lá. Ainda tem a sensação de engolir em seco. Olha pra o tampinha, disfarçadamente, e depois volta a imaginar as pernas da deusa. Será que são maiores que as pernas de Jão? Um riso começa a lhe escapar ao pensar nessa comparação, e ajeita inconscientemente a calça. “Mas que coisa. Pfff.”
[21:21] <synien> Quando desviou o olhar de Jão, se deparou com Ishkur. Já havia dormido com Ishkur no quarto… Corpo maior, músculos mais definidos… Dando uma batidinha com o próprio cajado no chão, virava de costas para os dois, respirando fundo.BELA DEUSA DA FERTILIDADE QUE FICA COM VERGONHA.”
[21:22] <jÃo> Caramba, que tá acontecendo com Ishkur? Lança um olhar desconfiado: Ele tá coçando o saco??? Tudo bem, Little podia entender aquilo, as vezes sacos podiam ser bem desconfortáveis, e uma ajeitadinha era necessária. Sobretudo quando… Little estreitou os olhos pra Ishkur. Que desaforo, no mínimo aquele herege estava pensando na deusa! Só pode. Ele ia ter que dormir com a deusa dali em diante, pra proteger a honra dela. Aquilo era inadmissível. Fechou a cara pra Ishkur.
[21:31] <ishkur> Olha pra Jão com o riso ainda nos lábios e vê que ele está fazendo uma cara bem fechada em sua direção. “Será que ele é capaz de ler pensamentos e ficou furioso com a comparação? Nah…” E a ficha cai: Estava com as mãos na calça. “OH NO.” “Ele pensou besteira. Ele pensou que eu pensei besteira.” Decide virar o jogo; encará-lo, e fazer uma careta ainda mais feia. “Não gosto de ser encarado desse jeito, afinal. Não fiz nada errado.” *pega novamente o cantil e bebe a água, tentando disfarçar a vermelhidão de seu rosto como calor do clima, e não advindo de outra coisa que começava a se formar em sua mente.
[21:34] <jÃo> Pego no flagra, seu desgraçado! Aquela vermelhidão na face dedurava TODOS os pensamentos impuros de Ishkur em relação a deusa, a única jovem donzela no grupo. Não havia outro alvo, afinal. Little já estava pronto pra levar a mão ao arco quando Ishkur desviou o rosto. fingindo beber água. Little fez um “hum” desdenhoso, e desviou o olhar também.
[21:42] <ishkur> Na maior “cara de nada” do mundo, vê Little levar a mão ao arco pouco antes de beber a água. “Heh. Eu o deixei nervoso de novo. Até que gosto disso. Exceto quando ele realmente me acerta pra valer com uma de suas flechas”, diz, passando a mão de leve sobre uma das nádegas. “Ele deve fazer essa cara feia pra esconder o nervosismo dele. Mas…” Olha pra Synien. “…com ela, ele parece se sentir tão confortável. Queria poder ter esse sentimento, também. De algo que me remeta a meu lar…” Olha pra baixo, respirando fundo. No canto do olho, um manto roxo com ricos bordados balança ao sabor do vento. Um pedaço das batatas das pernas de Synien é mostrado, e Ishkur se lembra da comparação de novo. “Talvez… E se talvez eu puder construir um novo lar?”. Sorri.
[22:09] «!» Guyan, com uma expressão pensativa no rosto, parece estar passando em sua mente quais pessoas ele poderia pedir para o grupo conversar. Ele olha ao redor, abrindo a boca procurando alguém, até achar, apontando e dizendo: “A padeira, Miola, e o açougueiro Narv disseram ter visto algo na noite em que o condensador desapareceu”. Ele aponta para dois lugares. Um deles era uma cabana com uma vitrine com pães. Aparentemente a padeira morava lá e vendia suas coisas do lado de fora da casa. O outro lugar, então, deveria ser a casa de Narv. <>
[22:12] <jÃo> Pão. – Diz devagar, olhando a padaria – Minha mãe fazia uns pães parecidos com aqueles… – Se aproxima da vitrine sem nem se despedir de Guyan, aspirando longamente o ar que vinha da padaria – Até o cheiro era parecido…
[22:17] <synien> -
Obrigada, senhor Guyan. Faremos o possível para descobrir mais sobre o assunto. Então, já se dirigia para a padaria, com Little. Não era seguro deixá-lo solto ali na vila. Ele já havia até adentrado no poço de água potável da vila… Por sorte, já estava seco, ou a água não estaria mais tão limpa.
[22:20] «!» Guyan massageia os dedos uns nos outros, visivelmente preocupado, e apenas se despede. Não era um rapaz muito notável. Quando vocês se aproximam da padaria, o cheiro dos pães é bem visível. Parecem estar frescos. A mulher, Miola, é uma mulher robusta, de meia-idade. Ela está conversando com alguns clientes quando vocês chegam. <>
[22:22] <ishkur> aspira profundamente o cheiro dos pães e o estômago ronca de forma praticamente perturbadora
[22:23] <jÃo> Pára na frente dos pães, olhando-os como um moleque faminto, mas sem se mover pra eventualmente pegá-los
[22:26] «!» A mulher parece bastante ocupada conversando com as outras pessoas sobre assuntos não muito relevantes para perceber vocês ali.
[22:27] <synien> “Foco.” Olhava por alguns instantes para os pães, respirando fundo para sentir o cheiro dos mesmos, logo olhando para a padeira. — Com licença… Senhorita Miola? Teria um pouco de tempo para uma conversinha? Apenas a chamava uma vez, pacientemente esperando que ela terminasse a sua conversa com as outras pessoas.
[22:28] <jÃo> Ou pra me vender um desses pães… – Comenta de forma casual, sem tirar os olhos da comida.
[22:30] ** NPC: <miola> *A mulher gesticula com os outros clientes e termina com um “depois a gente se fala”, antes de se voltar para vocês. Ela faz uma expressão um pouco confusa no início, mas depois assume um sorriso e pergunta: -
Oi! Interessados em comprar alguns pães? A fornada acabou de sair do forno. <>
[22:31] <jÃo> Eu seeeeei – Vira olhos brilhantes pra padeira – Eu to sentindo o cheiro, e ta MARAVILHOSO ¬
[22:31] <jÃo> -Quanto é cada pão? ¬
[22:34] ** NPC: <miola> -
Uma cesta com alguns pães é 1 shin. O suficiente três pessoas comerem o dia inteiro, olha que beleza! Ela diz, gesticulando para cima dos pães. Ela também começa a contar sobre como são feitos, e como os materiais tem qualidade, e vai colocando informação em cima de informação. <>
[22:36] <jÃo> QUERO UMA! – Ele responde logo, puxando o shin da bolsa e entregando pra mulher – Aliás, apesar de os pães parecerem realmente perfeitos, você sabe alguma coisa sobre o treco que fazia água e que desapareceu?
[22:43] ** NPC: <miola> *A moça até toma um mini-susto com a resposta tão rápida e energética, e pega uma cesta do chão. Com um “pegador”, ela vai perguntando quais pães o garoto quer, enquanto diz: -
Olha, menino, não queria falar nada não, mas esse negócio do condensador ter desaparecido tá é dando o que falar, viu? Sabem o que eu acho? Pois EU ACHO que quem deve ter um dedo nisso é a tal da Charmele, viu? Não queria dizer nada não, mas aquela mulher é muito suspeita, com aquela criação de Thyrans dela. Só pode ter sido ela! Ela vende leite, tá vendo só? Na falta de água, as pessoas vão beber o quê? Leite! Aposto que foi aquela ardilosa. Enquanto ela fala, seu rosto se enche de expressões marcantes, adicionando marcas de idade nela. E ela continua falando várias coisas depois. <>
[22:45] <jÃo> Mas a senhora viu alguma coisa? Tipo, quando o treco desapareceu, alguém esteve na beira do poço mais do que o normal, ou algo assim?
[22:45] <jÃo> escolhendo pães e papeando com a padeira
[22:48] ** NPC: <miola> -
Vi! Claro que vi! Vi gente se movendo dentro da casa dela durante a noite do roubo. Certeza que ela estava se preparando para dar um sumiço no condensador! A mulher diz, cheia de certeza. <>
[22:50] <jÃo> Tendi… Bem, olha só. Se a senhora ver alguma coisa mais suspeita, tenta procurar a gente, tá? Estamos atrás desse condensador, porque a gente precisa de um igual pro lugar onde moramos. – Ele sorri, pegando a cesta. – Vamos estar por aqui por um tempo, antes de seguir viagem. Obrigado pelos pães, dona Miola.
[22:52] ** NPC: <miola> -
Sim, claro! Aquela Charmele vai ter o que merece! Ela que nos espere! A expressão dela, porém, se desfaz um pouco. — Vocês precisam de um igual? Hmm. E com isso, outros clientes chegam e ela começa a se ocupar conversando com eles, esquecendo de vocês. <>

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24 - VAMO MONTAR

[19:31] «!» [00:34] <synien> >>>
[19:31] «!» [00:37] «!» A gravidade parece ter voltado ao normal, mas nenhum sinal do cilindro, que parece ter sido engulido pela garra. Filib e Einar se entreolham por alguns instantes, e depois olham para vocês.
[19:31] «!» [00:37] * NPC: <filib> — Isso não fazia parte de minhas previsões.
[19:31] «!» [00:37] *
NPC: <einar> — Será que vai acontecer de novo ?
[19:31] «!» [00:38] * NPC: <filib> — Duvido muito. O que quer que tenha sido, nos apresentou dois símbolos. Só precisamos saber o porquê.
[19:31] «!» [00:39] <jÃo> *Depois de muito desespero porque a) A CIDADEDESABANDO EM CIMA DA GENTE E NÓS VAMOS MORRER e b) AI MEU DEUS A GENTEVOANDO E EU NÃO SOU UM PÁSSARO, quando finalmente Jão consegue se tornar um amontoado de garoto e roupas no chão, somente com a conversa de Einar e Filib ele vai parar pra pensar nos símbolos e em tudo o que aconteceu. Tomando bem mais fôlego do que o necessário, Little pergunta: – Que DIABO foi aquilo?
[19:31] «!» [00:40] *
NPC: <filib> — Talvez o cilindro fosse a peça que faltava para reativar o maquinário que há embaixo da cidade. O que isso significa, eu não sei.
[19:31] «!» [00:40] * NPC: <einar> — Os tremores foram muito parecidos com aqueles que rolaram quando tentaram abrir os túneis à base da força. Será que está tudo bem com a cidade ? Eu vou lá olhar. >>>
[19:31] «!» [00:41] <ishkur> — Eu vou com você. Jão, você virá com a gente?
[19:31] «!» [00:42] <synien> — Pelo visto, temos mais pesquisas a fazer. *Se aproximava um pouco mais do símbolo novo, já retirando seu fiel livro dentre seus pertences.
— Se conseguirmos descobrir o que eles significam, desvendamos o mistério…
[19:31] «!» [00:49] <jÃo> Vou ficar com a deusa.
[19:31] «!» [00:50] <ishkur> -
Beleza. Se precisar, é só chamar.
[19:31] «!» [00:51] <synien> — Uh… Eu creio que estarei bem com Filib, Jão. Talvez seja melhor você ir com Ishkur e Einar. Dava um sorriso para ele. Era mais fácil estudar em paz, e Jão não era do tipo quieto… E quando fica quieto, é porque está aprontando.
[19:31] «!» [00:52] <jÃo> Como quiser, senhora. – Erguia-se, rumando atrás de Ishkur.
[19:38] «!» Einar, João e Ishkur começam a atravessar os túneis de volta para a cidade, mas o clima estava diferente. Os túneis estavam . . . Ventilados, é a impressão de vocês. E rapidamente vocês descobrem o porquê. Durante esse tempo todo vocês ouvem um zumbido de maquinário pesado, mas como se estivesse muuuito longe. Um barulho grave, quase um sussurro mecânico. Ao dobrar uma “esquina”, vocês se deparam a dois buracos que atravessavam de um lado ao outro do túnel. Esses dois buracos eram maiores e mais largos que o túnel, e basicamente o transformava em uma encruzilhada. Vento fluia pelos buracos e preenchia os túneis com frescor. >>>
[19:40] «!» Einar para por uns instantes, olha para os dois que a acompanhavam, e bota a cabecinha pra ver o que havia dentro dos buracos. Alguns instantes depois ela dá um pulo para trás e o que parece ser um grande cilindro atravessa os buracos, de um lado para o outro. Está muito rápido, mas é comprido o suficiente para demorar um tempinho até passar completamente.
[19:41] ** NPC: <einar> -
Acho que é melhor pegarmos um . . . Atalho. >>>
[19:41] <jÃo> Você quem manda, chefa. – Ele analisava o movimento, pensando em aranhas mecânicas gigantes por algum motivo qualquer.
[19:42] «!» Synien e Filib começam a estudar os símbolos que apareciam no painel que inicialmente foi utilizado para acionar tudo aqui. Synien, teste de Intelecto.
[19:51] Intellect de Synien: -3
[19:57] «!» Enquanto Synien estuda o painel junto com Filib, ela percebe o padrão em alguns conjuntos deles. Ao acessar o dispositivo e executar símbolos variados e digitar os dois símbolos especiais no final, Synien descobre como desativar e reativar a gravidade ali. Filib parece impressionado. “Não imaginei que alguém que não fosse eu iria decifrar esse dispositivo mais rápido. Bom trabalho.” >>>
[20:00] <synien> Dava um sorriso, feliz consigo própria por ter conseguido. Mas ainda tinham que reparar possíveis erros causados. Que botões Einar tinha apertado? -
Heh, conseguimos, Phillib, mas parece que ainda temos trabalho a fazer.
[20:06] «!» As passagens pelos túneis de repente se tornam bem mais difíceis. Einar não consegue seguir os mesmos túneis que ela segue, tendo que improvisar e levar muito mais tempo para conseguir chegar à entrada da cidade. Muitos dos caminhos haviam sido “perfurados” da mesma maneira pelos cilindros metálicos, embora vocês ainda não sabiam o que eles são. A cidade, vista de longe, parece normal, à primeira vista. Algumas pessoas parecem um pouco agitadas, porém. Uma delas avista Einar, e vem trotando em sua direção. “Einar, você sentiu isso ? O que aconteceu ?” >>>
[20:09] * NPC: <einar> — Estávamos estudando as numeneras dos túneis, e uma delas se ativou sozinha.
[20:10] *
NPC: <cidadão> — Vocês estavam mexendo ? Filib também estava lá ?
[20:10] * NPC: <einar> — Sim, e mais três companheiros.
[20:12] *
NPC: <cidadão> — Não foi Filib que disse que não deveríamos mexer nos túneis sob o risco de terremoto ?
[20:12] «!» Enquanto isso, vocês percebem a aproximação de mais pessoas. Entre elas, o prefeito.
[20:14] * NPC: <prefeito> — Einar ! O que está acontecendo ? *Ele olha para a garota, para João e Ishkur, e continua — Vocês estão por trás disso ? >>>
[20:15] <jÃo> Se eu soubesse fazer uma cidade toda tremer, cê acha MESMO que eu estaria com essa criatura? – indica Ishkur com um meneio entediado.
[20:18] <ishkur> olhando o tampinha com a maior expressão “cara de nada”, e depois pra o prefeito -
Desconsidere essa sentença, senhor Prefeito. Quanto a nós, viemos ver apenas o que está acontecendo, na prática. Também estamos preocupados com este risco, e a fim de classificá-lo melhor, viemos avaliar o local pessoalmente.
[20:19] <jÃo> Essa sentença. Eu não condenei ninguém, tapadx. -Ele revirava os olhos, se aproximando de Einar.
[20:25] ** NPC: <einar> -
Prefeito, Filib e nós estávamos estudando um cilindro que estava nas mãos dos malfeitores que encontramos na área velha. Se nós, com todo o cuidado que tivemos, causamos um pequeno terremoto que logo parou, imagina o que bandidos fariam com isso. Acho que é de seu interesse, aliás, de todos da cidade, que Filib e eu continuemos estudando o cilindro e descubramos o que exatamente ele faz. Quem sabe assim não podemos descobrir alguma coisa legal e que ajude a cidade ? Tenha um pouco mais de fé, Filib é o sacerdote que sempre ajudou vocês com as numeneras da cidade.
[20:25] <jÃo> Caramba, eu gosto dessa menina. – Pats Einar
[20:26] * NPC: <prefeito> *Depois de passar um tempo inclinando a cabeça de um lado para o outro, o prefeiro faz uma caretinha com a boca e acena positivamente. -
Verdade. Dessa vez não houveram feridos, foi mais um susto. Mas tomem muito cuidado com o que estão mexendo. O bem-estar da cidade inteira está envolvido nisso. Tomem muito cuidado com o que fazem nos túneis. Aliás, vocês gostariam que eu posicionasse alguns guardas com vocês ? >>>
[20:28] <ishkur> — Eu acredito que seja uma boa ideia. E, se me permite uma sugestão, seria interessante atualizar a população sobre o estado atual dos túneis e os riscos de circulação. Caso obtenhamos novas informações, daremos um jeito de repassá-las para o senhor.
[20:33] «!» O prefeito conversa um pouco com as pessoas que estavam com ele, e duas delas dão um passo à frente. Eram duas pessoas, um rapaz e uma moça, com roupas que misturava couro e algumas partes de sintético que vocês já viram em outros soldados da cidade (que mal apareceram porque eu nunca os descrevi nem fiz questão de fazer aparecerem). Eles também possuem uma espada, uma besta e uma numenera presa à cintura, cada. As numeneras são diferentes uma da outra. O prefeito se despede e volta pra cidade. A primeira pessoa que havia aparecido também volta, visivelmente mais aliviada, mas ainda com um pingo de preocupação. >>>
[20:35] <jÃo> >>>
[20:39] <ishkur> >>>
[20:53] «!» Ishkur, João e Einar conseguiem voltar à sala da gravidade. Einar rapidamente conta o que aconteceu para Filib. <>
[20:56] <synien> — …Devemos arriscar testando as funções que não apresentaram utilidade próxima? Olhava para o sacerdote. — Se Aranha quis usar isso para chantagear a cidade, certamente há funções bem mais perigosas do que ligar e desligar gravidade. Gostaria de testar, mas não quero o prefeito me acusando de querer destruir a cidade. Dava um sorriso.
[21:14] <ishkur> — Não acho válido testar sem saber o que exatamente cada uma faz. Se der merda, Aranha nem vai precisar fazer nada. Nós podemos vigiar esta área pra o caso dela ou de representantes dela aparecerem, ou pedir para que o prefeito designe seus homens pra isso. Neste último caso, podemos percorrer os demais túneis e ver se achamos mais alguma coisa relacionada aos maquinários.
[21:18] * NPC: <filib> — Vocês preferem então que, em vez de pesquisar todas as funções dessa sala, que ela seja selada ? Vocês não podem vigiar isso para sempre, ou pretendem passar a morar aqui ?
[21:19] <jÃo> Eu prefiro morar aqui a voltar pra casa dos meus pais sem minha Evangeline… – Olha ao redor, avaliando o lugar.
[21:19] XP de JÃO: +2
[21:24] XP de Ishkur: +2
[21:28] <ishkur> -
Nós não podemos vigiar isso pra sempre, fato, mas um sistema simples de revezamento de vigília com guardas designados pelo prefeito resolveria isto até que todas as funções não testadas tenham sua utilidade estimada com um grau de porcentagem relativamente confiável sem pôr em risco a estrutura dos túneis. Ou podemos simplesmente informar ao prefeito a operação de risco que farão ao testar o maquinário sem conhecimento total. Mas, caso você tenha uma sugestão melhor, Filib, podemos ver se é válida ou não.
[21:44] <synien> — …Bem, vendo por esse lado… acho que o destino da sala é uma decisão que não nos cabe, e sim ao prefeito e ao senhor, devendo aconselhá-lo conforme necessário. Pelo que pude notar, o senhor não precisa de minha ajuda para identificar o restante das funções da sala. *Dava um pequeno sorriso, olhando para Filib.
— Agora que o prefeito está ciente sobre a ameaça da Aranha e vocês possuem domínio do artefato e da sala, acho que não precisam mais de nós. E… creio que fizemos bastante por hoje, também. Está na hora do prefeito cumprir a parte do acordo dele e nos dar a noite de descanso merecida com despesas pagas.
[22:22] «!» O grupo decide, então, voltar pra estalagem e dormir. No dia seguinte, eles se encontram com Filib e Einar novamente. Filib diz que pensou sobre o que Synien disse sobre os problemas de sua vila, e dá instruções de como chegar em uma cidade no reino vizinho que possui uma numenera geradora de água. Poderia não ser a solução que a vila precisa, mas já era uma pista. O prefeito e Filib decidem que a sala não será estudada mais, por enquanto, por causa dos riscos que poderia trazer à cidade, e que seria protegida pela guarda a protegeria até que houvessem certeza de que haveria menos ou nenhum risco quaisquer pesquisas futuras. O grupo então se apruma e sai em rumo à vila de Adderstal.
[22:32] «!» O reino para onde vocês vão se chama Thaenor. O que vocês sabem sobre Thaenor é que esse reino antigamente não tinha nenhum governante. Era um pedaço de terra fértil visado pelos três outros reinos que faziam fronteira: Navarene, Draolis e Malevich. Um dia, um cara resolveu que iria conquistar aquele pedaço de terra.
[22:33] «!» E conseguiu. Seu nome era Goldguard Landon, e ele chamou aquela terra de Thaemor. O cara tinha uma mente tática brilhante, e se tinha alguma coisa que ele sabia fazer, era defender uma região de múltiplos reinos inimigos.
[22:34] «!» Durante seu reinado, as fronteiras eram bem cuidadas e muito bem protegidas, impérvias ao mais bravo antagonista. Mas o que acontecia dentro do reino não era bem assim.
[22:35] «!» Seu filho, Kaldon, tentou reinar, mas ele também não tinha nenhuma noção de como gerenciar um reino, assim como seu pai. Teve vários filhos, mas nenhum vingou. Sem herdeiros, alguém chamado Holiva, o Primeiro, assumiu a liderança do reino.
[22:36] <jÃo> interrompe a narrativa com uma risadinha – pfff, o cara de chama Holiva… heheehehehehehee
[22:37] XP de JÃO: 1
[22:37] «!» Thaemor não é um reino de poder, e suas terras são muito mal aproveitadas por causa da má liderança de Holiva. Os outros reinos olham para Thaemor com desdém. O povo, diante de tantos líderes mal sucedidos, aprendeu a se virar sozinho. São autossuficientes.
[22:38] «!» O que ninguém comenta, porém, é que acham que Holiva é meio doidinho. Mas ninguém se aprofunda disso, afinal, conversar sobre o assunto é traição.
[22:39] «!» A vila que vocês buscam é a vila de Adderstal. É um lugar que, segundo Filib, fica bem próximo à Ríage Negra. A Ríage Negra é uma cadeia de montanhas que separa (e protege) o Baluarte (a parte civilizada) da área mais selvagem conhecida como Além. É claro que a Ríage tem sua parcela de perigos, também.
[22:41] Might de Ishkur: +12
[22:43] Intellect de Synien: +7
[22:43] Might de Synien: +1
[22:45] Might de JÃO: +6
[22:46] XP de Synien: +2
[23:04] «!» Alguns dias de viagem são necessários para que vocês saiam de Navarene, atravessando a fronteira e entrando em Thaenor. As terras de Thaenor são bem férteis, mas vocês percebem que as pessoas de lá não tem muito apoio do reino, e tem que se virar do jeito que pode. Vocês atravessam o rio Wyr, e algo estranho acontece. Um dia, pouco após a madrugada, vocês percebem que uma orba azul está seguindo o curso do rio. Vocês não consegue definir o caminho, e só veem que a orbe vai seguindo, seguindo, até sumir de vista. Mais alguns dias de viagem, e vocês começam a chegar na parte da montanha onde Filib diz que, próximo, havia a vila de Adderstal.
[23:06] «!» Ao se aproximarem do local, vocês percebem o layout dele. No centro, há uma espécie de buraco, e as casas foram construídas ao redor dele, como se fossem círculos construídos ao redor de um círculo maior.
[23:06] «!» O que vocês fazem ?
[23:10] <jÃo> Afasta do grupo, aproximando-se do buraco no meio e espiando dentro/ao redor
[23:12] <ishkur> observa a estrutura do local, e se pergunta o que Jão vai aprontar dessa vez
[23:14] «!» João, você percebe que o buraco é um pouco fundo, mas é como uma cratera, como um poço. Foi algo construído.
[23:15] «!» No centro do poço, existe um resto de água.
[23:17] <jÃo> -Que poço esquisito… – Comentava devagar, voltando para perto de sua companhia – Acho que aquilo alguma vez foi uma fonte de água, mas agora é só meio esquisito.
[23:18] «!» As pessoas da vila tão com uma cara de merda.
[23:22] <synien> -
Talvez não seja uma boa ideia sair entrando no poço sem perguntar… Dava um sorriso sem graça, olhando pras pessoas da vila com cara de merda. — Será que elas sabem dizer algo sobre a orbe azul que vimos?
[23:26] <ishkur> — Será que as pessoas daqui estão doentes? Ou famintas? Hummmm… se esforçando para pensar enquanto o próprio estômago ronca
[23:27] <jÃo> EI. – Ele berra de repente, olhando pra um transeunte qualquer – O que é aquele buraco ali? – Indica o poço.
[23:29] «!» Uma pessoa que passava próxima dá um pulinho de susto, põe a mão no peito e olha ao redor. “É nosso poço de água. Como pode ver, estamos ficando sem.” <>
[23:29] <jÃo> -Não tá mais chovendo?
[23:31] ** NPC: <transeunte> -
Chuva não é suficiente pra abastecer a vila.
[23:31] <jÃo> O que aconteceu, então?
[23:32] ** NPC: <transeunte> -
Nossa vila tinha um condensador de água, mas ele foi roubado. Vocês conseguem mais informações com Guyan, o líder de nossa vila.
[23:33] <jÃo> lança um olhar pro resto da party
[23:35] <synien> — …Bom, é uma forma de conseguir informações. Olhava surpresa para Jão. "É, de fato ele se relaciona bem com as pessoas.* — Onde podemos encontrá-lo?
[23:37] * NPC: <transeunte> A pessoa explica rapidamente onde é que vocês provavelmente encontrariam o prefeito, até ela perceber que ele tá andando logo ali adiante e aponta pra ele. <>
[23:39] <synien> — Oh, ótimo. Obrigada! Vamos, pessoal. *Agradecia para a pessoacomcarademerda e se dirigia para o prefeito Guyan, para conseguir informações.
— Com licença, senhor Guyan? Tem um tempo livre para conversar?
[23:41] * NPC: <guyan> — Oi ? Ah, sim. Tenho. Não lembro de vocês aqui, são viajantes <>
[23:43] <jÃo> Que cara esperto. Cê conhece todo mundo na cidade, eh?
[23:44] <synien> -
Somos sim. Viemos de uma vila distante que está com problemas. Nossas terras não estão mais férteis, e ouvimos falar sobre o artefato produtor de água de vocês. O que… houve? Pelo que pudemos perceber, não há mais água no poço…
[23:49] *
NPC: <guyan> — Bem, nossa vila tem algumas dúzias de famílias. Eventualmente você acaba sabendo que mora aqui e quem veio de fora. Sobre o condensador, bem, ele não está mais aqui. Foi roubado, aparentemente. O homem estende a palma da mão para o poço que só tinha um pouco de água agora <>
[23:52] <synien> — …Tem algo a ver com uma orbe azul que vimos seguir o curso do rio? Olhava, preocupada para o líder da vila. Se conseguissem recuperar o condensador, talvez pudessem entrar em acordo com o líder da vila.
[23:55] * NPC: <guyan> — Uma . . . Orbe azul ? *O rapaz para alguns segundos, uma expressão pensativa — Se eu não me engano, algumas pessoas dizem que uma orba desce o rio Wyr algumas vezes, pouco antes do amanhecer. Eu particularmente nunca vi, e acredito que não tem nada a ver com o condensador. Algumas pessoas disseram terem visto os culpados pelo roubo, mas estamos com um pouco de dificuldade em levar à sério. <>
[00:02] <synien> — Bom, talvez devamos investigar mas… Bem… Sei que parece algo estranho porque somos novos, mas é de nosso interesse ajudar a reaver o condensador… E acredito que qualquer ajuda seja bem-vinda a esse ponto. Olhava para o poço, preocupada. — Será que pode nos dar mais detalhes sobre o roubo ou nos dizer os rumores?
[00:05] * NPC: <guyan> — Bem, sei que o condensador foi levado enquanto todos dormiam. Mas Miola Broun e Narv dizem ter visto algo. Vocês podem conseguir mais detalhes com eles. Eles acham que umas criaturas biomecânicas invadiram a vila para pegar o condensador. <>
[00:06] Ishkur (ahlady) acabou de sair
[00:06] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[00:06] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[00:09] <synien> — …Bem, onde podemos encontrá-los? Qualquer pista é válida, se estão no escuro.
[00:10] *
NPC: <guyan> Guyan dá instruções de como encontrar as duas pessoas, e assim a sessão acaba.
[00:10] JÃO (AngelM) acabou de sair

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23 - Uma trilha de destruição

[21:30] «!» :12] <synien> — Jão… ela é amiguinha agora. Sorria para Jão, vendo a arma apontada. Então, se voltava para a arqueira, fazendo uma leve reverência também. — Amélia, sou Synien, e estes são Little John e Ishkur. Agora… cumprindo nossa parte… Já que já está livre… Olhava, impressionada com a MLK LISA. — Vamos tratar dos seus ferimentos.
[21:30] «!» [00:19] * NPC: <amélia> *Amélia olha para a porta de saída durante alguns instantes, e depois suspira profundamente, uma expressão azeda no rosto. Ela cambaleia um pouco, claramente forçando uma perna, e capenga na direção da cadeira. <>
[21:30] «!» [00:19] * NPC: <filib> — Hmm. Esse foi um resultado inesperado.
[21:30] «!» [00:19] «!» Einar tinha uma expressão de quem não estava sabendo lidar com aquilo e preferia ficar quieta.
[21:30] «!» [00:20] <jão> Concordo. Minha barganha funcionou. A menina gosta de pontas duras. – testa a ponta da flecha com o dedo.
[21:30] «!» [00:23] <synien> -
Incrivelmente resultados inesperados é SÓ o que obtemos em nossa jornada. Agora… Creio que Ishkur já pode devolver o bastão a Filib… e… *Então, entrega o tubo para Filib.
— Talvez queira dar uma analisada nisso enquanto eu cuido dos ferimentos. Creio que já deve ter mais familiaridade com isso do que eu, uma vez que é relacionado a essa cidade. Então, começa a fazer as mãos brilharem, já tocando um a um, nos ferimentos de Amélia. — Sabe. O mais engraçado é que realmente só estávamos no lugar errado… na hora errada. Sorria para a arqueira, tentando conversar enquanto faz seu trabalho, como os cabeleireiros que conversam com os clientes.
[21:30] «!» [00:24] <jão> Não tinha a menor vaidade… – cantarola, olhando ao redor, pras coisas esquisitas de Filib.
[21:30] «!» [00:24] «!» Quando Synien tenta se aproximar dela a primeira vez com a mão brilhando, Amélia fica se afastando de um lado para o outro evitando o toque, até desistir. <>
[21:30] «!» [00:26] <synien> -
Não se preocupe… Não dói. Não muito. Eu acho. Dava um sorrisinho, logo trabalhando.
[21:30] «!» [00:28] «!» Filib começa a usar aquele mesmo dispositivo que levou para as árvores de vidro para analisar o cilindro. Einar está batendo os dedos em cima da mesa. Amélia se pergunta se a Nano tem algum botão de desligar a fala. ><
[21:33] <jÃo> Como a deusa disse que Amélia é amiguinha, aproxima de onde Filib trabalha, assistindo-o
[21:36] «!» Filib coloca o tubo em uma espécie de esfera de vidro. As laterais dessa esfera são repletas de tubos e cabos de cores escuras, que escorrem e se esparramam pelo chão, adentrando as paredes e outros maquinários. Uma numenera ao lado da esfera começa a brilhar com cores azuladas, mostrando alguns diagramas e formas estranhas aos olhos de João. A sala começa a fazer um zumbido baixo e grave enquanto a máquina trabalhava. Vocês tem uma leve vontade de cerrar os dentes. <>
[21:37] «!» Einar também se aproxima dos equipamentos, e começa a conversar com Filib. Pelo que vocês conseguem ouvir, aparentemente ela sabe da localização de uma sala dentro do labirinto que possui um lugar onde esse tubo poderia ser encaixado. <>
[21:37] <jÃo> Leva a gente lá!
[21:38] <ishkur> -
Desculpe interromper, mas vocês ficarâo aí durante muito tempo? Eu tenho uma encomenda para buscar.
[21:43] <jÃo> faz um gesto, dispensando x glaive – Vai lá, a gente vai tentar descobrir as coisas aqui.
[21:43] * NPC: <filib> — Bem, vocês estão livres para ir conosco, se quiserem, mas não garanto que será um espetáculo. E você está livre para buscar o que quer que queira, Glaive. Einar, poderia pegar o *inserir um nome tecnológico exagerado para mim, por favor ?
[21:44] «!» Einar diz que ela e Filib irão sair em meia hora para ver exatamente qual o propósito do cilindro na estrutura de metal embaixo da cidade. <>
[21:48] <synien> — Oh, é tempo suficiente, imagino. Até lá, Amélia já estará nova em folha, também. Dava um pequeno sorriso, voltando a >trabalhar<.><ishkur> — Okay, entâo. Volto em breve. sai do recinto
[21:56] «!» O tempo passa. O cilindro é novamente retirado da esfera de vidro, Filib recolhe algumas informações da máquina que analisou o cilindro, e Einar recolhe alguns equipamentos, ajeitando-os em cima do disco flutuante de Filib. Quando vocês saem da casa de Filib, encontram Ishkur com uma nova armadura e, junto, caminham para a saída da cidade. Quando vocês dão por si, Amélia já não estava em nenhum lugar à vista >>>
[21:57] <synien> — Se encontrarmos ela novamente, espero que seja em uma situação favorável. Fazia um pequeno comentário, pensativa.
[21:58] <jÃo> Não era amiguinha.
[22:01] <ishkur> -
Ué. Aquela arqueira nâo deveria estar com vocês também? Pra onde ela foi?
[22:02] <synien> — O acordo foi apenas a informação em troca da liberdade. Ela parecia honrada… Espero que não nos arranje mais problemas.
[22:02] * NPC: <einar> — Arqueira ? Que arque – *Einar respira fundo, como se tivesse espantada. Ela olha ao redor e põe a mão na boca. — Gente, ela sumiu ! >>>
[22:04] <synien> — Considerando que ela conseguiu se soltar das cordas sem muito problema… Se ela quisesse fazer algo, já teria feito.
[22:08] <ishkur> suspira — Bem. Vamos em direção ao labirinto, entâo:
[22:08] <jÃo> Começa a cantarolar a Sia
[22:17] «!» Alguns minutos depois de saírem da casa de Filib, o grupo encontra um outro grupo de pessoas. Um deles parecia chamar mais atenção, com roupas mais casuais e requintadas, enquanto as outras pessoas pareciam guardas comuns. O rapaz do centro chama Filib, e parece estar com uma expressão de seriedade. Filib não responde, mas para e dá alguns passos para a frente, esperando o outro cara se aproximar. O rapaz faz um gesto com a cabeça e começa a falar. ><
[22:18] * NPC: <rapaz> — Filib, meu bom homem, chegou aos meus ouvidos uma conversa de que . . . Essas pessoas estavam carregando alguém pelas ruas. É verdade, isso ?
[22:19] *
NPC: <filib> — Sim. Parece que sua guarda deixou passar um grupo de malfeitores que estava entocado em uma das alas antigas da cidade.
[22:20] * NPC: <rapaz> — Bandidos ? Dentro dos limites da cidade ? Isso é um assunto sério. Qual ala ?
[22:20] *
NPC: <filib> — A da fonte. Perto do antigo setor da ferraria.
[22:22] * NPC: <einar> — Não esse. A fonte que fica ao oeste, algumas centenas de metros do Palácio Vago, se você quiser pelos corredores da antiga família Koachar.
[22:24] <jÃo> -Que vontade de comer rã… – resmunga baixinho consigo mesmo.
[22:25] *
NPC: <rapaz> O homem começa a cochichar algumas coisas com os guardas que estavam próximos. Eles discutem algumas coisas breves e todos saem (exceto o rapaz). — Poderia me falar mais sobre isso ? O que aconteceu, exatamente ?
[22:25] «!» >>>
[22:27] <synien> Olhava para Filib, um tanto desconfiada, como se esperasse uma confirmação de “segurança”. Não parecia prudente contar do ocorrido pra qualquer um, afinal. Talvez houvessem mais pessoas servindo a “Aranha”.
[22:28] <jÃo> Ah, a gente foi lá, foi olhar a parte vazia da cidade, conhecer, fazer turismo. Aí a gente achou uma casa que era evidentemente uma sidequest, e a gente entrou. E tava cheio de bandido na casa. Aí a gente pegou aquela menina, a arqueira, e trouxemos ela pro Filib porque ele parece ser a pessoa que mais sabe das coisas por aqui. Foi isso.
[22:29] <ishkur> dá uma cotovelada em Jão
[22:30] <jÃo> -Ei! olha feio pra Ishkur
[22:31] <ishkur> olha feio de volta, preocupado com o que o rapaz de roupas pomposas poderia dizer ou fazer em seguida
[22:33] ** NPC: <rapaz> -
É, no final das contas Filib sempre sabe mais do que eu, já que está sempre em contato com as pessoas por ser o cara que conserta as coisas da cidade, enquanto eu, o prefeito, só sou informado depois. O rapaz passa a mão na testa, denotando preocupação
[22:33] «!» Todos começam a caminhar novamente, e o prefeito vai seguindo.
[22:36] * NPC: <prefeito> — Certo, vocês foram passear na parte antiga da cidade, tudo bem. E aí vocês estavam passando pela fonte, e o que aconteceu ? Poderiam me fornecer mais detalhes ? Desculpe as perguntas, mas eu preciso de informações se quiser melhorar as patrulhas e coisas do tipo. Essa cidade não vê malfeitores há tanto tempo . . . >>>
[22:47] <synien> — Bom… Senti a presença de um mecanismo próximo… e como nos disseram que a área era abandonada, adentramos o local para investigar. Ao chegarmos lá, fomos abordados por um grupo de malfeitores… e houveram algumas perdas. Os que sobreviveram, fugiram… com exceção da garota estava conosco, que capturamos para obter informações. Em um simples acordo, ela nos contou o que sabia em troca da liberdade. Agora estamos investigando mais a respeito do que descobrimos. *Fazia uma pequena pausa, logo dando um sorriso para o prefeito.
— Se quiser saber exatamente o que ela nos contou ou quem sabe saber mais da ameaça, meus companheiros e eu aceitaríamos mais um dia de estadia gratuita na estalagem.
[22:53] Intellect de Synien: 1
[22:57] * NPC: <prefeito> *O prefeito passa a mão na testa mais algumas vezes, pensativo, e começa a balançar a cabeça positivamente. -
Claro, claro. Eu posso arranjar isso. O que mais vocês sabem, então ? <>
[23:01] <synien> “Heh.” — Ela era uma mercenária contratada por uma tal de “Aranha”, líder de um grupo de malfeitores que vem crescendo ultimamente e, de acordo com boatos, quer dominar todo o baluarte, começando por Navarene. Aparentemente ela pretende… ou pretendia começar suas maldades ameaçando essa cidade com um mecanismo que recuperamos ao derrotarmos os malfeitores. Filib o analisou e estamos indo investigar sobre o que se trata, saber se a ameaça tem fundamento. Era um grupo de malfeitores um tanto grande e um deles tinha até mesmo uma armadura um tanto pesada e… difícil de esconder. O mecanismo supostamente poderia ser usado para “controlar” a cidade.
[23:06] * NPC: <prefeito> — Entendi, entendi . . . E o que aconteceu com a arqueira que vocês capturaram ? Trocaram informações em troca de liberdade, não é ? E onde ela está agora ?
[23:08] <synien> — Bom, ela escapou sem deixar rastro. Ela estava bastante preocupada em ser caçada pela tal Aranha após o que aconteceu, então queria fugir o mais rápido possível. Recusou até mesmo nosso dinheiro ou nossa proteção.
[23:10] *
NPC: <prefeito> — E ela disse como eles entraram na cidade ?
[23:12] <synien> — Não. Mas considerando que o mecanismo aparentemente está relacionado com o maquinário dos túneis… Talvez tenham um bom conhecimento deles. Só não sugiro comentar com qualquer pessoa… Talvez seja alguém contratado por ela, afinal. Não se ameaça uma cidade sem contatos.
[23:20] «!» O prefeito balança o dedo como se estivesse pensando em algo, se despede, e deixa vocês continuarem seus caminhos. Filib inspira fundo e fica alguns segundos parado, olhando para o prefeito que se afastava na direção da cidade. Eventualmente ele volta a se dirigir ao labirinto. Quando vocês entram e começam a percorre-lo, ele diz algo.
[23:20] * NPC: <filib> — Ele acha que vocês podem estar envolvido com os bandidos. >>>
[23:23] <synien> *Observava Jão por alguns instantes, dando um pequeno sorriso.
“…Sério mesmo?” — Bom, considerando que o senhor deve ter alguma influência, talvez caiba a você interceder por nós, uma vez que deve acreditar em nossa inocência.
[23:28] * NPC: <einar> — Eu acredito na inocência de vocês.
[23:29] *
NPC: <filib> — Ela acreditar é o suficiente para mim.
[23:30] <jÃo> Mandou bem, guriazinha. – Ergue um polegar em um cumprimento.
[23:32] «!» Einar não parece ter achado muita graça. Ela apenas sorri por educação.
[23:32] <synien> -
Estamos muito gratos. Dava um sorriso, agradecida. — Mas melhor irmos andando. Seria útil descobrirmos algo para informar para as autoridades para melhorar nossa situação.
[23:34] «!» Vocês percebem que durante o caminho Einar parece estar edgy. Ela caminha olhando assustada para os lugares e vocês tem a certeza de que se alguém tossisse ela pularia de susto. Eventualmente o tempo passa, os passos ecoam, e vocês caminham por alguns túneis pelos quais não haviam passado antes.
[23:39] «!» As paredes deixam de ser apenas de pedra e algumas partes de metal para ter mais metal e sintético. Algumas luzes parecem acender e apagar em intervalos regulares, enquanto outras apenas acendem quando vocês passam. Alguns barulhos não identificados de maquinário parecem ecoar ao longe, e o ar fica com um cheiro diferente, ionizado. Einar indica, então, que vocês chegaram onde deveriam.
[23:45] «!» Vocês chegaram em uma sala circular. Ela possui uma tonalidade azul metálico, um tom fosco que contorna todas as superfícies da sala. No centro dela, no teto, existe algo que parece serem pétalas de metal apontando para o chão, como uma garra, como uma flor desabrochando. Abaixo dela, um pedestal com as bordas arredondadas, algumas luzes acesas na base, circulando como se ainda funcionasse. Ao redor disso, o chão está repleto de tubos e saliências que não parecem ter utilidade aparente para vocês. Ao redor da sala, existem três objetos voadores. Eles tem um formato um pouco cilíndrico com pontas que saem de uma das laterais e de cima, como se fosse um capacete. De cima desses objetos estão três pequenos cilindros verdes, presos à uma corda, também flutuando. As paredes estão repletas de colunas que contornam o local. O cheiro está mais forte naquele lugar. Como se vocês conseguissem CHEIRAR eletricidade. >>>
[23:47] <synien> — Há algo errado, Einar? Resolveu perguntar, notando o comportamento diferente da garota. Normalmente, já abriria seu livro para estudar o maquinário, mas tinha a impressão de que Filib já o havia feito e sabia o que estavam procurando.
[23:51] * NPC: <einar> — Não . . . Não, tá tudo bem. Só estou um pouco . . Nervosa. Com tudo que aconteceu hoje. Na verdade, é bom estar em um lugar mais familiar. Venham comigo.
[23:52] «!» Filib ergue uma sobrancelha mas não fala nada, começando a descarregar seu equipamento e encaixar cabos onde vocês não sabiam que podiam ser encaixados.
[23:54] <jÃo> *Indo com a pirralha

[23:55] <ishkur> seguindo
[23:55] <synien> — Acho sensato eu ficar aqui com Filib, caso ele precise de ajuda extra, mas podem ir. Dava um pequeno sorriso, se aproximando mais de Filib. Ele que estava com a numenera, afinal. Queria saber sua utilidade.
[00:04] «!» Atrás de uma das colunas havia um espaço aberto, como um corredor que não levava à lugar nenhum. Nesse espaço havia uma cama, algumas numeneras empilhadas em um canto, e um painel muito parecido com as máquinas que haviam na casa de Filib, como uma mini estação do que havia na casa dele. A garota parecia um pouco orgulhosa. Aparentemente aquele era o “quarto” dela. <>
[00:05] <jÃo> Olhando ao redor, enfiando as mãos nos bolsos – Eu meio que achei que você morasse com Filib. Uma substituta pra filha dele, sei lá.
[00:06] * NPC: <einar> — Ele até me chamou, mas eu preferi ficar aqui. Eu sou eu, afinal de contas.
[00:07] *
NPC: <einar> — O que não significa que eu não passe bastante tempo lá fora do horário de meus serviços.
[00:09] <jÃo> Cê num ia estar melhor arrumada lá, não? – Ele retrucou – Não que seja da minha conta, claro, mas… Você mora meio enterrada, e de onde eu venho a gente só enterra quem já morreu, sabe?
[00:09] <jÃo> -E você ainda tá meio viva.
[00:19] ** NPC: <einar> Einar franze as sobrancelhas e faz uma cara meio estranha. Filib chama todos e ela volta para o salão principal. Ele leva a numenera cilíndrica até o centro da sala, e a ergue em cima do pedestal. Ele pede para Einar ativar a sequência, e a garota abre um painel em uma das paredes. Ela parece não saber exatamente o que fazer durante alguns instantes, e depois arrisca algumas combinações de botões. O que quer que ela tenha feito parece ter surtido efeito, porque o cilindro se desprende da mão de Filib, e ele desce da plataforma, com um olhar meio fascinado, meio apreensivo. >>>
[00:20] <synien> -
Acho sensato eu ficar aqui com Filib, caso ele precise de ajuda extra, mas podem ir. Dava um pequeno sorriso, se aproximando mais de Filib. Ele que estava com a numenera, afinal. Queria saber sua utilidade.
[00:22] <ishkur> hesita um pouco, mas se afasta depois da sugestão de Synien, caminhando na direção de Einar
[00:25] <synien> Depois de sair no lapso temporal de repetir as mensagens, apenas observava o que acontecia.
[00:31] «!» Um barulho ensurdecedor de pedras se arrastando em cima da outra invade o ambiente, e um tremor é sentido, também, como um terremoto. É difícil manter o equilíbrio com o chão sacudindo daquele jeito, e Filib acaba caindo no chão. Einar se segura em algumas saliências da parede. O cilindro começa a brilhar e vai subindo até as “garras” do teto, que se fecham ao redor dele. Depois do que parecia ser uma eternidade de tremores e barulhos, os tremos pelo menos acabam. O cheiro ionizado do ambiente parece aliviar bastante, e vocês consegue ouvir um novo barulho, um som agudo que fica grave e depois volta a ficar agudo, repetindo novamente. Muitas das luzes que antes estavam apagadas se acendem, e a sala fica bem iluminada. Em cima do pedestal, um holograma começa a se formar, mostrando símbolos estranhos e coordenadas desconhecidas.
[00:32] «!» Os símbolos vão se revezando como se dissessem algo em uma língua há muito esquecida, e vocês percebem que estão cada vez mais leves. Até que começam a levitar como se a gravidade houvesse sido cortada.
[00:33] «!» Nesse momento, um grande símbolo aparece na tela. Ele possui pontas agudas e um círculo no centro. Ele fica lá durante alguns instantes, e vocês vão voltando ao chão até recuperarem a gravidade normal. Nesse momento, um novo símbolo aparece, um círculo com símbolos ao redor. >>>
[00:33] <jÃo> >>>
[00:34] <ishkur> >>>
[00:34] <synien> >>>
[00:37] «!» A gravidade parece ter voltado ao normal, mas nenhum sinal do cilindro, que parece ter sido engulido pela garra. Filib e Einar se entreolham por alguns instantes, e depois olham para vocês.
[00:37] * NPC: <filib> — Isso não fazia parte de minhas previsões.
[00:37] *
NPC: <einar> — Será que vai acontecer de novo ?
[00:38] * NPC: <filib> — Duvido muito. O que quer que tenha sido, nos apresentou dois símbolos. Só precisamos saber o porquê.
[00:39] <jÃo> *Depois de muito desespero porque a) A CIDADEDESABANDO EM CIMA DA GENTE E NÓS VAMOS MORRER e b) AI MEU DEUS A GENTEVOANDO E EU NÃO SOU UM PÁSSARO, quando finalmente Jão consegue se tornar um amontoado de garoto e roupas no chão, somente com a conversa de Einar e Filib ele vai parar pra pensar nos símbolos e em tudo o que aconteceu. Tomando bem mais fôlego do que o necessário, Little pergunta: – Que DIABO foi aquilo?
[00:40] *
NPC: <filib> — Talvez o cilindro fosse a peça que faltava para reativar o maquinário que há embaixo da cidade. O que isso significa, eu não sei.
[00:40] * NPC: <einar> — Os tremores foram muito parecidos com aqueles que rolaram quando tentaram abrir os túneis à base da força. Será que está tudo bem com a cidade ? Eu vou lá olhar. >>>
[00:41] <ishkur> — Eu vou com você. Jão, você virá com a gente?
[00:42] <synien> — Pelo visto, temos mais pesquisas a fazer. *Se aproximava um pouco mais do símbolo novo, já retirando seu fiel livro dentre seus pertences.
— Se conseguirmos descobrir o que eles significam, desvendamos o mistério…
[00:49] <jÃo> Vou ficar com a deusa.
[00:50] <ishkur> -
Beleza. Se precisar, é só chamar.
[00:51] <synien> — Uh… Eu creio que estarei bem com Filib, Jão. Talvez seja melhor você ir com Ishkur e Einar. Dava um sorriso para ele. Era mais fácil estudar em paz, e Jão não era do tipo quieto… E quando fica quieto, é porque está aprontando.
[00:52] <jÃo> -Como quiser, senhora. – Erguia-se, rumando atrás de Ishkur.
[00:52] ** NPC: <einar> Fim de sessão.

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BAR GA NHA

[20:36] «!» O caminho de volta é silencioso. Vocês não sabem em que momento Einar para de chorar, mas ela eventualmente para. O vento ecoa por entre as vielas e becos das antigas construções agora abandonadas. A arqueira tenta causar problemas, mas foda-se. Eventualmente vocês começam a sentir a mudança de ares e, com ela, o murmúrio de vozes da cidade. Vocês caminham por Bodrov mas decidem ir direto pra casa de Filib. As pessoas primeiro olham com estranheza, mas depois parecem claramente assustadas com o que está acontecendo. Algumas pessoas saem correndo e somem de vista. Vocês chegam na casa de Filib e tentam tocar a campainha. Passam-se apenas alguns instantes antes de Einar quebrar o silêncio: Acho que ele não deve ter voltado da feirinha ainda. Quando Einar pensa em ir busca-lo, ele aparece por detrás de uma esquina, olhando transtornado na direção de voCês, o disco flutuante dele logo atrás. Filib olha para vocês três e para Einar, e berra: “O que desgraça aconteceu ?” ><
[20:37] «!» Essa sessão está sendo improvisada. Me reservo o direito de fazer merda e errar na coerência da narrativa, mas saibam que não foi por mal
[20:37] «!» <>
[20:40] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[20:40] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Jão
[20:40] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Synien
[20:40] <jão> Quer a história completa ou a reduzida? – Little retruca com as mãos no bolso. – A reduzida é: a gente foi pra parte da cidade em que ninguém mora, achou uma casa cheia de bandidos, matamos todo mundo e pegamos um negócio esquisito. E ainda trouxemos essa imitação barata e com péssima pontaria de mim. – Indica a arqueira com um gesto breve – É, acho que é isso.
[20:44] <synien> -
Aparentemente envolvidos com alguma atividade ilegal… E o líder deles estava protegendo isso aqui a todo custo. Mostrava o tubo que havia recolhido do líder, mas não removia a numenera de dentro dele. Faria isso em um local mais privado. — Essa daqui não conseguiu fugir, e trouxemos ela porque ela pode nos contar o que sabe. Não tive tempo para analisar o que obtivemos ainda, mas creio que com sua ajuda, descobriremos o que se trata… Em um lugar mais privado, de preferência. Podemos entrar mais uma vez, Filib? Perguntava para ele, séria. Não era inteligente fazer uma sessão de perguntas com alguém preso por cordas na rua.
[20:48] Ishkur (ahlady) acabou de sair
[20:49] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[20:49] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[21:00] «!» Enquanto vocês falavam as coisas para Filib, o rapaz se aproximou do portão e colocou a mão no molde. Depois de brilhar, o portão vai ficando transparente até sumir como se nunca estivesse ali. O Nano parecia visivelmente preocupado com o estado de Einar. (Imagino que vão segui-lo) Filib, então, vai passando por outros corredores diferentes dos quais vocês viram da outra vez que entraram. Duas portas fechadas e uma escadaria que descia. A arquitetura do lugar parecia dizer que não havia sido feita por Filib, como se ele tivesse apenas se apossado do lugar e modificado. Eventualmente vocês chegam em uma ampla sala. Alguns equipamentos que vocês já viram antes estavam armazenados em grandes prateleiras, que cobriam a maior parte das paredes. No teto, alguns dutos de ventilação, e uma grande mesa de trabalho no centro. Em um dos cantos da sala, havia tubos bem grandes, de vidro, com pequenos insetinhos dentro, muito parecidos com aqueles que vocês viram no groto sei-lá-o-nome-que-eu-dei (biossintético, eu acho). O pressão do ar lá dentro parecia um pouco maior, vocês sentem isso nos ouvidos. Filib pede que vocês se ponham ao redor da mesa e comecem do começo. <>
[21:03] <jão> Meus ouvidos tão fazendo piiiiiiiiiiiiii…. – Little reclama devagar, enfiando os indicadores nos dois ouvidos – E eu achei meu resumo do que aconteceu bastante bom. Vocês disseram que não tinha ninguém morando lá naquela área. – Move os indicadores dentro do ouvido, como se os coçasse – Não é nossa culpa que tinha uma porrada de bandidagem lá
[21:10] <synien> Após se ajeitar no local indicado por Filib e de ouvir a gravíssima reclamação de Jão, começava a falar, em um tom sério. -
Contratamos Einar para nos guiar pela área desabitada da cidade. Ao chegarmos lá, eu senti a presença de uma numenera próxima e resolvemos investigar. Ao fazermos isso, fomos emboscados por um grupo de pessoas que pretendiam nos assassinar. Um deles tinha uma armadura pesada… Era um belo artefato, até… Logo, balançava a cabeça, voltando para o tema principal. — Tentei dialogar com o líder deles, mas sabíamos demais e por isso seríamos assassinados… Obviamente, não conseguiram. Quando viram que estavam perdendo a batalha e seu líder havia morrido, alguns correram… Essa daqui já não teve a mesma sorte. Fazia um gesto na direção da arqueira. — E o líder deles, antes de morrer, acreditou que estávamos ali para roubar a tal numenera que eu havia sentido. Finalmente, mostrava o tubo para Filib, resolvendo tirar a numenera dele por alguns instantes. Agora já não estavam mais em público. — Não tive tempo para analisá-lo, mas creio que juntos possamos descobrir para que serve.
[21:16] <ishkur> segurando a arqueira e prestando atenção na conversa entre Synien, Jão e Filib
[21:17] «!» Enquanto ouvia a explicação, Filib vai catando algumas coisas de gavetas da sala, e empilha o que parece ser materiais médicos. Ele passa algumas coisas para Einar tomar, e enfaixa a cabeça dela. Só a cabeça, o resto ele deixa ela fazer sozinha. Quando o cilindro de vidro é mostrado, ele para alguns instantes para analisar o objeto visualmente, mas não parece demonstrar nada. Einar, do contrário, começa a conversar com o Nano. ><
[21:21] «!» Durante essa conversa, Einar pergunta para Filib se ele lembra de um lugar que vocês não tem ideia de onde seja. Pela descrição dela, parecia ser uma espécie de casa de máquinas, mas haviam várias partes que pareciam faltar, e onde nada funcionava. Filib parece ligar os pontos rapidamente entre as coisas que eles conversam, e levanta o dedo como se tivesse lembrado de algo. Enquanto ele passeia pela sala catando coisas de mais gavetas, ele pergunta [§K]“Por que é que vocês trouxeram essa mulher mesmo ?” sem olhar pra vocês. <>
[21:22] <jão> EU NÃO QUERIA. – Berra de repente – Mas não me deixaram dar cabo dela também.
[21:24] <synien> -
Bom, ela pode ser útil pra entendermos o que está acontecendo, uma vez que ela faz parte do grupo. No pior dos casos e ela não ter informação alguma… Não somos assassinos, podemos deixá-la ter a devida justiça.
[21:26] <ishkur> faz que sim com a cabeça, concordando com a fala de Synien, e olhando para a arqueira que segurava, a qual parecia desviar o olhar de Ishkur
[21:26] <jão> lança um olhar desentendido pra deusa, mas não fala nada
[21:28] * NPC: <filib> — Ah, sim, claro. Informações, né. Vamos ver então. *Filib procura na pilha das coisas o que parece ser uma vara curta. A varia possuía uma ponta de cor acinzentada. O rapaz se aproxima da arqueira, então, e pede para Ishkur larga-la um instantinho. <>
[21:29] <jão> Ele vai cutucar e fazer cócegas nela até ela falar, quer ver? – Little diz, soltando os ouvidos finalmente para prestar atenção em Filib.
[21:32] <ishkur> larga a arqueira, mas ainda se mantém próximo a ela, observando atentamente cada um de seus movimentos
[21:35] ** NPC: <filib> -
Conte-nos o que sabe. Diz Filib, na maior calmaria, antes de encostar o bastão na testa da mulher. A mulher arqueia as costas, os olhos viram, e ela começa a se tremer até Filib afastar o bastão novamente. Ela nem grita, apenas respira pesado e com uma expressão de horror. Antes que pudesse falar qualquer coisa, porém, Filib aproxima o bastão novamente. >>>
[21:37] <synien> “Não é bom ter que recorrer a tortura, mas… Não é física, ao menos.” Continuava observando Filib e a arqueira, curiosa para saber o que aconteceria.
[21:40] <ishkur> dirigindo-se a Synien — Como sabemos se não é física? Não sabemos o que esse bastão pode incutir ao cérebro dela. interpondo-se entre a arqueira e Filib Oi. Pelo menos explique o que essa geringonça faz antes de usá-la. E por que o senhor está usando a tortura como primeiro e não último recurso, afinal?
[21:51] «!» Filib olha para Ishkur, olha para a arqueira, olha para Synien, para Jão, para Einar, e dá de ombros, encostando o bastão na testa da Glaive. A visão de Ishkur escurece instantaneamente. Só quem está de fora vê que o corpo de Ishkur se arqueia para trás também, que nem aquela cena do homem-aranha onde a mulher cai lá do alto e quebra a coluna com a teia presa na cintura. Para Ishkur, uma dor terrível se alastra por seu corpo, todos seus músculos se contraindo e seus pulmões expulsando o ar. É como se estivessem trespassando milhões de agulhas por seu corpo, e sua sensação é que isso aconteceu por vários minutos. Mas na verdade Filib só encostou e afastou. No momento em que ele tira o bastão, Ishkur recupera o equilíbrio e não sente mais dor nenhuma. O corpo está completamente normal. Só a lembrança da dor permanece.
[21:52] * NPC: <filib> — Satisfeita ? <>
[21:52] <jão> *Olha tudo, cruzando os braços
– Eu é que não quero ser cutucado por isso aí não.
[21:59] <ishkur> após recuperar-se Quase. Toma o bastão rapidamente das mãos de Filib Isso vai ficar em meu poder até termos respostas da forma mais limpa possível. E eu só ficarei plenamente satisfeito quando o meu trabalho nesta cidade estiver encerrado. Agora, voltando ao que REALMENTE importa, afasta-se de Filib, já estendendo o braço esquerdo pra caso ele decida atirar-se em sua direção e tente tomar o bastão de volta, e olhando para a arqueira ainda amarrada, que tal cooperar conosco? Você tem dois minutos, e eu tenho um bastão. Estamos sem paciência.
[22:04] «!» Filib apenas ergue a sobrancelha, olha para Einar por alguns instantes, e senta. Ele começa a calçar uma luva, e ativa a plataforma flutuante que vocês haviam visto ele usando antes, voltando a futucar as numenéras que ele tinha. Einar parece olhar preocupada para toda a situação. A arqueira, por outro lado, ergue os braços como se estivesse protegendo o rosto de um ataque, e diz: “Vocês irão se arrepender do que fizeram!” <>
[22:12] <ishkur> — Um minuto e 45 segundos. Eu acredito que é você que tenha algo do que deve se arrepender. Um local importante destruído, companheiros mortos e feridos, atividades ilícitas… e com certeza, arrepender-se de ter encontrado justamente o nosso grupo. O tempo está passando. E aí? ameaçando encostar o bastão nos braços erguidos da arqueira, mesmo sem saber se o efeito é o mesmo se encostá-lo em outras partes do dorpo
[22:22] «!» A arqueira fica toda tensa quando Ishkur encosta o bastão nela, mas relaxa ao perceber que nada acontece feijoada. Ela começa a se arrastar para trás, então, e a olhar ao redor, como se procurasse algo. <>
[22:23] <jão> AE. – Little diz diz, puxando o arco das costas e logo armando-o, deixando-o pronto pra atirar – Quieta, ou eu acabo com você. Mais um passo e eu juro que a flecha entra no seu olho.
[22:28] <ishkur> – AE digo eu. Especialmente com a mira falha que você tem – ou melhor, certeira em ME acertar onde não deve. Mas você me deu uma ideia. segurou a arqueira com uma das mãos, e com o bastão, na outra mão, levantava uma de suas bandagens, na área em que estava mais ferida, deixando a ferida exposta – Se importa de encostar a ponta de sua flecha aqui?
[22:28] «!» A mulher olha feio, mas para de se arrastar.
[22:29] <jão> aproxima, fazendo conforme Ishkur solicitara
[22:29] <ishkur> com a voz e a expressão mais graves, olhando bem nos olhos da arqueira -
Um minuto. Menos tempo do que eu vou deixar esse bastão encostado em sua testa se você não abrir o bico agora*
[22:36] «!» A arqueira fecha a cara e apenas diz: “Vocês estão perdendo o pouco tempo que vocês tem. Se eu fosse vocês, sairia do reino. Navarene não tem muito tempo restante.” <>
[22:40] <ishkur> — Conselho muito, muito vago. Precisamos de argumentos sólidos se quiser que a gente realmente leve o que você está dizendo em consideração.
[22:42] <jão> Aquele grupo que estava na casa, o que estavam fazendo lá?
[22:43] ** NPC: <arqueira> -
Se vocês não acreditam, não é problema meu. <>
[22:47] <synien> — Um dos seus líderes morreu, e o portador daquela armadura estranha fugiu. Ninguém vai vir pra buscar uma arqueira que fracassou no combate. Falava calmamente, da mesa. — Se você não colaborar, ficará presa em Navarene quando ela acabar, se o que diz é verdade. E creio que meus companheiros farão questão de que não seja algo agradável pra você.
[22:48] <synien> — Agora… Se nos ajudar, talvez possamos perdoar PARTE do que foi feito, uma vez que você estaria APENAS seguindo ordens. Dava um sorriso pequeno, oferecendo a proposta para a arqueira. Não tinha interesse nenhum em fazê-la sofrer, afinal. — Seu mal estar não nos interessa. Apenas queremos entender o que está acontecendo.
[22:52] Intellect de Synien: 3
[22:59] * NPC: <arqueira> *Mediante a diferença de tratamento que a arqueira recebeu, ela parece até ter alguma dificuldade em retrucar o que Synien havia sugerido. A arqueira respira fundo, parece pensar durante um tempo. -
Eu não estou preocupada se estarei aqui ou não na queda de Navarene. Quem tem que se preocupar é quem está contra Aranha. O que eu ganho respondendo as perguntas de vocês ? <>
[23:01] <jão> Cê não morre. – Esboça um sorriso brilhante.
[23:05] <synien> -
… Bom, a tortura cessa no mesmo instante, termino de curar suas feridas… E começa a ser tratada um pouco melhor, se percebermos que não estiver mais nos tratando como inimigos? Dava um sorriso, feliz pela conversa começar a dar resultado.
[23:08] * NPC: <arqueira> — Eu não morro ? Tá certo. *Diz, olhando para João com desdém. Voltando sua atenção à Synien, diz: — Eu quero saber o que vem depois. Se descobrem o que eu contei, aí sim eu terei medo de morrer. <>
[23:10] <jão> -Cê não contou pocaraia nenhuma além de que uma aranha tá tramando destruir o mundo…
[23:10] <jão> *Ergue os olhos pra Ishkur
– Acho que essa aqui é maluca.
[23:10] <jão> faz um meneio com a cabeça em direção a arqueira
[23:14] <ishkur> Olhando pra Jão — Confesso que também não entendi, mas a trouxemos aqui exatamente para que haja esclarecimentos. Certo? olhando para a arqueira Se o que você sabe é tão importante a ponto de você temer pela sua própria vida, pense também em quantas podem ser salvas caso você decida assumir o risco de contar, se a queda de Navarene for mesmo iminente. Eu me responsabilizo por sua segurança, nem que seja pra uma fuga, se for necessário. Mas, pra isso, você precisa cooperar conosco.
[23:16] <synien> — …Há algo que você queira em específico? Percebeu que era mais fácil que a arqueira dissesse o seu preço do que tentar ofertas em vão. Perguntava com um sorriso, afinal, agora só precisavam fazê-la se sentir segura do acordo.
[23:23] * NPC: <arqueira> — Não se engane, Glaive. Se eu me preocupasse com a vida dos outros, não teria virado mercenária. Minhas preocupações são outras, como sair daqui e sumir do radar. <>
[23:28] <synien> — Então quer algum dinheiro para conseguir escapar daqui ou prefere nos acompanhar em nossa jornada até se sentir segura para continuar sozinha? *Perguntava com sutileza. Não sabia o que a arqueira considerava bom.

[23:31] <ishkur> — Seus argumentos são estranhos. Afinal, há mercenários que são o que são justamente por se preocuparem com outras vidas… Mas, bem, falemos o seu idioma. Estamos aqui oferecendo uma barganha, como pode perceber. Sua vida, sua segurança, dinheiro, o que lhe for mais aprazível, e o que nos for possível – em troca de sua informação. Considerando a forma na qual você nos encontrou e chegou aqui, eu diria que é uma oferta e tanto.
[23:32] <jão> Arqueira, eu vim barganhar!
[23:36] Jão mudou seu nick para Jão Strange
[23:37] ** NPC: <arqueira> -
Dinheiro me interessa, mas só aceito para executar algum serviço. Trocar informações pra poder vazar daqui vai ter riscos pra mim, mas é melhor do que ser presa. Acompanhar vocês ? Pra VOCÊS me protegerem ? Só podem estar brincando. Ela esboça um sorriso e uma expressão incrédula. — Você não oferece proteção pra mim, é o contrário que acontece. Mas você, glaive, existem mercenários e mercenários. Eu tenho meus preços, e meu modus operandi (acho que é assim que se diz). Arqueiro, a conversa já está em andamento, cuidado quando tenta entrar subir no Aneen em movimento. ><
[23:38] * NPC: <arqueira> — Se vocês me deixarem ir, posso dizer pra quê Aranha queria aquela numenéra cilíndrica. <>
[23:39] <jão> -Arqueira, eu vim barganhar! – Espeta os ferimentos dela de leve com a flecha, com uma expressão ingênua.
[23:39] *
NPC: <arqueira> Rola pra longe pra não ser espetada
[23:39] <jão> vai atrás *
[23:40] <jão> HEHEHEHEHEHE
[23:42] <synien> -
… Jão! *Olhava para Jão e para a arqueira, mas não sabia o nome dela.
— … Arqueira! Parem já! Se levanta da mesa, batendo o cajado de leve no chão. — Pois bem, só queremos saber o que é esse tal grupo… “Aranha” e qual a finalidade da numenera cilíndrica que tenho em mãos agora. Se a única coisa que pede em troca é ser solta, que assim seja. Falava com um tom mais sério. E… se importa de nos dizer seu nome? É um começo para a tratarmos melhor, afinal. Então, seu tom se amenizava, passando para um mais “cortês”, por assim dizer.
[23:47] <jão> parava de imediato, ao som da ordem de Synien, olhando a deusa como um cachorro devoto
[23:51] * NPC: <arqueira> *A arqueira e Jão quase deram uma volta inteira na sala, parando perto da porta do salão. — Aranha é uma pessoa. É a líder de um grupo de bandidos que vem crescendo bastante nos últimos tempos. Ela diz que é herdeira de um reino que não conheço, então não sei se isso é boato ou não. Ela é egomaníaca, dizem que quer conquistar todo o baluarte, começando por Navarene. Eu já acho isso um absurdo, mas estavam me pagando pra manter uma numenéra à salvo até segundas ordens. Esse cilindro que vocês tem em mãos. >>>
[23:52] <jão> Bar-ga-nhar. – Ele dizia baixinho e devagar, apenas consigo mesmo, como se saboreasse a palavra.
[23:52] <jão> >>>
[23:52] <ishkur> >>>
[23:53] <synien> -
Bom… E para que ela serve/por que motivo ela quer a numenera? Continuava a pergunta, se aproximando agora da Arqueira, já preparada para cumprir o que havia falado: iria curar parte das feridas dela, afinal. Só ficou um pouco triste que ela ainda não havia dito o nome.
[23:56] * NPC: <arqueira> — Eu não tenho certeza da razão de existência desse cilindro. Parecia ser algo que ela usaria para controlar a cidade. Como o arqueiro ali ficou repetindo que nem um idiota, ela iria “barganhar” com a cidade usando esse bastão. Ela ia usar o medo das pessoas, então só imagino que esse bastão ative alguma coisa embaixo da cidade. Onde tem os túneis. São cheios de salas e maquinários, não é ? *Ela pergunta, apontando com o nariz pra Einar. — A guia ali sabe mais disso que eu, afinal é o sustento dela. <>
[23:58] <synien> — Pois bem. Cumpriu o trato… Nada mais justo que cumprirmos a nossa parte. Como posso chamá-la? Indicava uma das cadeiras para a Arqueira, querendo tratar das feridas dela com a mesma sentada. Ela não parecia ser uma má pessoa. Era só uma mercenária, afinal.
[00:02] <jão> crava a flecha na arqueira, sem muita profundidade
[00:03] <jão> Teja barganhada. O que quer que isso signifique. –
[00:08] «!» Antes que João conseguisse fincar a flecha na arqueira, ela dá um drible de cu, uma corcovada de hip hop, um giro ferroeiro (ela só levanta sozinha), desamarrada, e sai do caminho da flecha, batendo os braços na roupa suja (e fazendo uma cara de dor ao mover os braços). -
Meu nome é Amélia, aos seus serviços. Ela diz, fazendo um cumprimento exagerado e se curvando. >>>
[00:09] <jão> puxa-saaaaaaaaaco… – revira os olhos
[00:10] <jão> *arma o arco e aponta pra moleca em instantes

[00:12] <synien> -
Jão… ela é amiguinha agora. Sorria para Jão, vendo a arma apontada. Então, se voltava para a arqueira, fazendo uma leve reverência também. — Amélia, sou Synien, e estes são Little John e Ishkur. Agora… cumprindo nossa parte… Já que já está livre… Olhava, impressionada com a MLK LISA. — Vamos tratar dos seus ferimentos.
[00:19] * NPC: <amélia> *Amélia olha para a porta de saída durante alguns instantes, e depois suspira profundamente, uma expressão azeda no rosto. Ela cambaleia um pouco, claramente forçando uma perna, e capenga na direção da cadeira. <>
[00:19] * NPC: <filib> — Hmm. Esse foi um resultado inesperado.
[00:19] «!» Einar tinha uma expressão de quem não estava sabendo lidar com aquilo e preferia ficar quieta.
[00:20] <jão> Concordo. Minha barganha funcionou. A menina gosta de pontas duras. – testa a ponta da flecha com o dedo.
[00:23] <synien> -
Incrivelmente resultados inesperados é SÓ o que obtemos em nossa jornada. Agora… Creio que Ishkur já pode devolver o bastão a Filib… e… *Então, entrega o tubo para Filib.
— Talvez queira dar uma analisada nisso enquanto eu cuido dos ferimentos. Creio que já deve ter mais familiaridade com isso do que eu, uma vez que é relacionado a essa cidade. Então, começa a fazer as mãos brilharem, já tocando um a um, nos ferimentos de Amélia. — Sabe. O mais engraçado é que realmente só estávamos no lugar errado… na hora errada. Sorria para a arqueira, tentando conversar enquanto faz seu trabalho, como os cabeleireiros que conversam com os clientes.
[00:24] <jão> Não tinha a menor vaidade… – cantarola, olhando ao redor, pras coisas esquisitas de Filib.
[00:24] «!» Quando Synien tenta se aproximar dela a primeira vez com a mão brilhando, Amélia fica se afastando de um lado para o outro evitando o toque, até desistir. <>
[00:26] <synien> -
Não se preocupe… Não dói. Não muito. Eu acho. Dava um sorrisinho, logo trabalhando.
[00:28] «!» Filib começa a usar aquele mesmo dispositivo que levou para as árvores de vidro para analisar o cilindro. Einar está batendo os dedos em cima da mesa. Amélia se pergunta se a Nano tem algum botão de desligar a fala. ><
[00:28] «!» Fim de sessão.

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Pião da Felicidade

[19:20] «!» [23:55] «!» A janela é quebrada, os cacos de vidro caindo para dentro. O barulho ecoa pela ala velha e eventualmente some. Einar pula de susto ao ouvir. <>
[19:20] «!» [23:56] <jão> OPA, Deu certo! – Aproxima da janela, enrolando o pano de um casaco recém puxado de dentro da bola na mão e quebrando o resto dos cacos, pra depois enfiar a mão pelo buraco no vidro e tatear em busca de um “fecho” pra janela.
[19:20] «!» [00:01] «!» João consegue quebrar o vidro e limpar os cacos. A janela não tem fechadura, mas tem espaço o suficiente para se passar por ela. <>
[19:20] «!» [00:03] <jão> Invade o lugar pelo buraco e ruma pra porta, para tentar abri-la por dentro
[19:20] «!» [00:04] «!» João percebe que a porta está trancada por dentro também. <>
[19:20] «!» [00:04] <jão> -AE, CÊS VÃO TER QUE FICAR PRA FORA OU ENTRAR PELA JANELA, AQUITRANCADO. – Berra, olhando logo pra dentro do lugar
[19:20] «!» [00:06] <ishkur> Suspira Já que a casa não está mais inteira, né… Olha pros lados e tenta derrubar a porta chutando-a
[19:20] «!» [00:07] «!» Sua voz ecoa pela casa. Com a janela quebrada, é possível enxergar um pouco mais do lado de dentro. Os móveis parecem ser tradicionais: mesa, bancos. Uma escada no meio da casa leva ao andar superior. Nas duas laterais, dois corredores, que levam à um outro cômodo. O Sense Magic de Synien aponta para cima. <>
[19:20] «!» [00:13] «!» O chute que Ishkur dá reverbera por toda a casa. A poeira que tinha no exterior é toda arremessada para fora e levada pelo vento. Se a frente da casa tava meio limpo, agora a casa inteira tá “tinindo”. A porta, porém, não se move. Quando todos pensam que aquela era uma porta mágica, ela começa a envergar para trás, desconectando das dobradiças e caindo para dentro, ruidosamente (e levantando mais uma coluna de poeira, que rapidamente vai para dentro dos pulmões de João, sem maiores danos mas com maiores tosses. Porém, no meio de tudo isso, Ishkur consegue jurar que ouve um “hmf” de dor vindo de algum lugar de lá de dentro. Uma voz que não era de nenhum dos quatro ali presentes. ><
[19:20] «!» [00:13] «!» Fim de sessão.
[19:20] «!» <>
[19:25] <ishkur> mantém-se imóvel por alguns segundos, como que tentando ter certeza do que ouvira, e pergunta aos demais: -
Vocês ouviram isso? Aparentemente, há mais alguém aqui neste lugar…
[19:27] <jão> Aparentemente sim – Abandona os outros e vai entrando – OLÁA?
[19:28] <synien> -
Hm? Só consegui ouvir o barulho da porta caindo… "Olhava, um tanto abismada pela força de Ishkur.* “Não é bem como eu esperava entrar na casa, mas serve.” Logo, adentrava a casa, olhando rapidamente ao redor, mas focando nas escadas. — A coisa que procuramos está no segundo andar.
[19:29] «!» Ninguém responde o Olá de João. <>
[19:30] <jão> Vai invadindo a casa eeee *
[19:31] <ishkur> *vai seguindo Synien

[19:33] <synien> Como aparentemente nada havia chamado a atenção no primeiro andar, se apressava e subia as escadas, um tanto curiosa em saber o porquê da casa estar bastante limpa. Que produtos de limpeza a casa esconderia? Pato multiação?
[19:35] «!» No andar de cima a casa se divide em dois corredores que contornam a escada, no sentido horário. Quatro cômodos: dois perto da escada, esquerda e direita, dois longe da escada, esquerda e direita. Synien acredita que seu Sense Magic está apontando para a porta longe da escada, esquerda. <>
[19:37] <jão> OOOOOOI? Somos amigos, não vamos fazer maaaaaal – berrava agora no segundo andar.
[19:39] <synien> Sorria para Jão falando aquilo depois de entrarem tão delicadamente na casa. Ainda assim, já começa a se dirigir para a porta longe da escada na esquerda, afinal, sua intuição a levava para lá. -
E o que procuramos está… aqui. Parava ao chegar perto da porta, pretendendo deixar que Ishkur ou Jão entrassem no cômodo antes. Não sabia se era perigoso, afinal.
[19:42] <ishkur> abre a porta com cautela, e tenta observar o cômodo antes de adentrá-lo
[19:44] «!» Ishkur se aproxima da porta, e tenta abri-la. Não parece trancada, mas ela não abre mesmo assim. Contudo, algo acontece . . . ><
[19:49] «!» Um assobio sibila pelo ar, vindo da porta que tentaram abrir. Vocês escutam as outras três portas se abrindo. Por alguns momentos parece que as portas se abriram sozinhas, como se a casa fosse, por mais absurdo que seja o conceito, assombrada. Mas então algumas pessoas saem de dentro dos quartos, todas elas armadas e com vestimentas de proteção. Algumas cobrem o rosto com panos, outras possuem capacetes e, quem não tem nada na cara, possui algumas cicatrizes. A porta que estava na frente de vocês também abre, e lá dentro, mais pessoas. Contando assim, rapidamente, parecem haver dez homens e mulheres armados ali dentro. Um deles fala: “A curiosidade matou o Aneen.” >>>
[19:50] <jão> Orra, olha que sorte, contrabandistas – Dizia, puxando o arco – Então, cês negociam ou a gente tenta se matar mutuamente?
[19:54] «!» Sem mais palavras, um novo assovio é feito, e os bandidos se organizam para o combate. Einar acaba sendo pega no meio disso. Rolem iniciativas <>
[20:01] «!» Os malfeitores parecem se organizar em dois grupos, aumentando seu poder de combate de maneira sistêmica. O primeiro grupo ataca Synien. <speed>
[20:03] Might de Synien: -5
[20:05] «!» O outro grupo de bandidos, posicionados diferentemente, atacam João. <speed>
[20:07] «!» João, mais atento ao fluxo das ações depois de ter falado com os bandidos diretamente, consegue sair da frente dos golpes e usar o corrimão da escada para aparar/escapar dos golpes. Uns dois bandidos estão segurando Einar, que apenas grunhe tentando escapar na base da força. <vocês>
[20:09] <jão> Arma o arco, vê se Ishkur tá na frente ou não, e dispara
[20:13] XP de Jão: +1
[20:14] XP de Ishkur: +1
[20:15] «!» João dispara um flecha com tamanha ferocidade que acerta o coração do primeiro cara, que tropeça no segundo e os dois caem por cima do corrimão e escadas abaixo. Contudo, mais bandidos aparecem de lá de baixo, se juntando à putaria. Einar acaba sendo arrastada e some de vista. <synien,>
[20:20] <synien> -
O que… o que pensam que estão fazendo? Furiosa, aproveita toda a confusão para correr para as escadas, pretendendo descer atrás de Einar. Aquela luta era um tanto… diferente. Eram pessoas. Não estavam combatendo construtos ou monstros. Não pretendia deixar ninguém morrer… Nem Einar, nem o que foi atingido.
[20:22] «!» Assim que Synien PENSA em dar um passo na direção do corredor, dois bandidos com escudos fecham a passagem dela, sorrindo de maneira torta. <ishkur>
[20:34] <ishkur> Os dois bandidos estavam tão concentrados em intimidar Synien que não notam os movimentos rápidos de le wild glaive. Em uma precisão notável e criando uma cena cômica, Ishkur passa uma rasteira no bandido da esquerda, que cai e, em sua queda, acerta o bandido da direita com o escudo, antes de rolar e bater com a cabeça no corrimão das escadas. Ambos ficam aparentemente desacordados.
[20:38] <ishkur> Olha pros dois, após levantar-se — Olha, senhorita, que gentis. Eles deitaram pra que você passe por cima deles, e evite sujar os pés com o sangue dos outros bandidos…
[20:42] «!» Os bandidos que restaram daquele grupo olha com temor nos olhos, e debandam, descendo as escadas. Mas em poucos instantes vocês ouvem gritos de dor e sofrimento, e passos pesados subindo a escada. Nesse meio tempo, o segundo grupo de bandidos tenta atacar Synien novamente. <synien,>
[20:46] «!» Synien, não cometendo o erro da primeira vez, consegue fortificar sua Ward com força o suficiente para que os ataques não penetrassem suas defesas. ><
[20:50] «!» Os passos ecoam e rapidamente (para quem olha para baixo), uma nova pessoa aparece. Uma massa de armadura sobe, a escadaria torcendo por baixo do peso dela. O metal possuía vários traços atravessando-o, como se houvesse um fluxo de energia pela armadura. Não era possível ver o rosto da pessoa, mas quando ela assovia, o outro grupo de bandidos se afasta para dar espaço. Interessante, as mãos daquele guerreiro estavam nuas. >>>
[20:53] <jão> Virgemaria – Ele não sabe de onde tirou essa expressão (de uma vida passada, talvez, vivida em outro dos mundos), mas aquela criatura assustou. – Esse diabo tem armadura, gente… – Disse, prendendo o arco novamente nas costas. Seria praticamente impossível alvejar o recém chegado daquela forma. Em um instante havia uma adaga no punho de Little.
[20:59] <synien> -
… Acho que as pessoas feridas vão ter que esperar um pouco… Dava alguns passos para trás, rapidamente ficando atrás de Ishkur. Estava ferida e não gostava do que sentia naquela armadura.
[21:02] <ishkur> Mantinha-se em guarda em frente a Synien, flail em punho, e observava atentamente aquela armadura e a energia de cor arroxeada que perpassava entre ela, enquanto aguardava a ação de quem a portava
[21:05] «!» O inimigo para no topo das escadas, a distância curta, ergue as mãos, estala os dedos, e soca o ar. Um barulho surdo é ouvido, como se alguém puxasse o ar do lugar e arremessasse contra vocês. Ishkur, na frente, foi o atacado <ishkur,>
[21:09] Might de Ishkur: 7
[21:11] «!» Ishkur, em vez de sair da frente, resolve segurar o ataque com o corpo na esperança de ignorar os efeitos (que ela não conhecia). Grave erro. O impacto, ao acerta-la, sugou o ar de seus pulmões com muita força, machucando sua caixa toráxica. Além disso, a mudança de pressão no ar a deixa completamente surda (até passar em um novo teste de Might no fim do próximo turno). O grupo de bandidos que havia recuado avança novamente, dando a volta por trás da escada (vão levar um turno pra chegar). <vocês>
[21:18] <jão> puxa o arco de novo, arma ele e mete flecha na armadura
[21:25] «!» A criatura, atenta ao glaive que era seu alvo, não percebe que o jack estava mirando a flecha com cuidado. Grave erro ². A flecha atravessa o ar com tanto ímpeto que nem a armadura foi capaz de para-la. A ponta atravessa o rosto do inimigo, penetrando seu olho. Um urro estranho de dor é ouvido vindo do inimigo, um pouco mais agudo do que vocês esperariam. Ele parte a flecha com a mão, mas o cotoco ainda fica lá dentro. Parece que isso o afetou bastante, e seus movimentos já não parecem tão firmes quanto antes. <ishkur,>
[21:35] <ishkur> Após receber um impacto maior e mais danoso do que esperava, Ishkur se encontra em estado de desorientação. Ele vê Jão atravessar o rosto daquele ser com uma flecha, mas… não ouve absolutamente nada. Envolvendo uma das orelhas com a mão, olha pra Synien, a porta entreaberta e novamente pra Synien, torcendo pra que ela o entenda, antes de respirar fundo com dificuldade e caminhar em direção à criatura que a golpeou
[21:38] <synien> Estava ferida com os golpes anteriores e sentia que seus escudos não seriam suficientes para repelir aquela ameaça. Devia arranjar algum outro meio de dominar a situação… Ao notar os sinais de Ishkur, assente com a cabeça, rapidamente entrando no cômodo no qual sua intuição apitava, tornando a deixar a semiaberta novamente. “Eu não vou ter muito tempo… precisa ter algo aqui.”
[21:44] «!» Quando Synien entra e encosta a porta atrás de si, descobre que tem alguém lá dentro sentado em uma cadeira. Tinha uma aparência muito parecida com a dos bandidos lá fora, mas parecia mais . . . Ameaçador. Estava “acariciando” uma espécie de tubo de vidro com metal na ponta, onde dentro haviam alguns fios de metal que iam de uma das pontas à outra. A pessoa, que aparentava ser um homem com o rosto bem angulado e cabelos curtos, sorri de maneira maliciosa e apenas acena com a cabeça. No resto do quarto haviam alguns suprimentos e equipamentos diversos. Seu Sense Magic apontava para aquele tubo. ><
[21:46] «!» Os bandidos que deram a volta, vendo que Synien entrou no quarto, atacam João. <joão,>
[21:50] «!» João, atento aos golps, consegue apara-los com o cabo do arco, sem maiores problemas.
[21:50] «!» O inimigo da armadura, ofegante, olha para João, e soca o ar da mesma maneira que fez antes. Dessa vez, porém, a magnitude do ataque parecia ter diminuído. <speed>
[21:52] «!» O projétil de ar rebate na parece atrás de João e dispersa, fazendo um barulho surdo que incomoda o arqueiro, mas não é suficiente para causar nenhum dano. <vocês>
[21:58] <jão> TASCA OUTRA FLECHA NA CREATURA
[21:59] «!» A flecha penetra o ombro da criatura. É possível ver que a criatura sentiu, mas não foi tão efetivo assim (e não porque foi uma flecha). <>
[21:59] <synien> -
Olhava para o homem, sem fazer nada brusco. Aquele tubo não parecia nada bom. E aquele olhar significava que ele não tinha boas intenções. — Eu imagino que não vá me entregar o tubo de bom grado, mas sei que pode pedir para seus seguidores pararem o ataque, já que imagino que seja o líder. O que veste a armadura energizada já recebeu uma flecha que atravessou o olho, e eu acho que mortes são desnecessárias nesse caso. Apenas observava o tubo, o homem e as coisas ao redor. Tinha que pensar em um plano que não fosse explodir tudo aquilo. Se ao menos soubesse o que o tubo fazia…
[22:02] <ishkur> Novamente vê uma flecha sendo acertada na criatura por Jão; porém, ainda sem ouvir nada… Ele parecia estar se virando bem sozinho; então, mudou de ideia e mudou seu trajeto para o quarto onde Synien adentrara.
[22:05] * NPC: <homem> *Fazendo uma leve expressão surpresa — Entregar o tubo de bom grado ? Vocês acham que eu irei deixar que roubem meu pertence tão precioso assim ? Bem, parece que vocês sabem o que estão fazendo, já que encontraram o lugar tão facilmente e já querem colocar as mãos nesse conector. Mas não achem que vão tomar minhas coisas com tanta facilidade.Ele enrola o tubo em um tecido e coloca dentro de um container de metal amarrado na sua cintura, levantando. ><
[22:08] «!» Nesse meio tempo, Einar grita de algum ponto no andar de baixo da casa, e um barulho de explosão pipoca. O grupo de inimigos no andar de cima parecem olhar assustados uns para os outros. Enquanto isso, Ishkur volta a ficar do lado de João, passa por ele e abre a porta, encontrando a cena lá dentro. >>>
[22:12] <synien> — Pare o ataque e me deixe cuidar de todos os feridos que chegaremos a algum acordo ou simplesmente teremos o que quisermos à força. Percebia que Ishkur havia aberto a porta, torcendo pra que a situação ainda estivesse vantajosa para eles.
[22:17] XP de Jão: +1
[22:17] XP de Synien: +1
[22:18] <ishkur> dando o seu melhor sorriso, após entender o que estava se passando, olhando rapidamente para Synien e depois fixando o olhar no Homem do Tubo — Creio que isso não será um problema em breve. O armadurado está recebendo um bom número de flechas, e aparentemente seus homens não gostam muito de explosões também… Pode ficar com seu brinquedinho. Mas caso continue com essa luta desnecessária, temo que você pode perder muito mais do que ele em breve.
[22:21] * NPC: <homem> — Não tenho escolha senão ser cliché e dizer que não poderão sair daqui vivos… *E com isso, ele ergue as mãos. Sua testa começa a brilhar e um aro de luz se forma ao redor de sua cabeça. Seus olhos agora parece que estão em brasa, e ele ataca. ><
[22:22] «!» Inimigo de armadura ataca Jão com soco no ar <might>
[22:22] «!» Bando de inimigos atacam Jão com suas espadas <speed>
[22:27] «!» João parece ter se libertado de suas amarras. Ágil como um calango no deserto quente do sertão, ele pula, dança, esquiva e vai cortando vários J’s nas camisas de seus inimigos. Menos na armadura. Enquanto isso, o rapaz que estava no quarto lança um projétil de luz na direção de Synien, que clareia todo o quarto de uma maneira quase cegante <speed>
[22:29] «!» Synien, seu olhar fixado no inimigo, nem se abala. Levanta as mãos imitando os gestos do cara como de deboche, e o projétil dele se dispersa antes que a atinja. <vocês>
[22:30] <jão> mete flecha num dos outros caras que estavam me atacando (não o da armadura)
[22:33] «!» De trás de uma das portas, uma arqueira aparece. Sem perder tempo, ela posiciona uma flecha no arco e dispara contra Jão. <speed>
[22:34] <jão> Disvinhei.
[22:48] <ishkur> Enquanto o Homem do Tubo ainda estava abaixando os braços, Ishkur decide aproveitar a brecha e arremete a flail com força bem no rosto dele. No mínimo, o velório dele está antecipadamente estragado.
[22:49] «!» O golpe contra o rapaz do tubo é certeiro, e embora suas vestes houvessem apresentado resistência, ele ainda foi bastante machucado com o golpe.
[22:52] <synien> — Eu posso fazer a dor parar… de um jeito bom, ainda. Mas agora acho que vou cobrar a armadura ou o tubo. Falava, empunhando seu cajado com as duas mãos. Dava alguns instantes para o homem responder, e logo o atacava com o cajado. Não gostava de violência, mas não iria ser assassinada ali.
[23:04] <synien> Synien estava com as mãos trêmulas ao empunhar o cajado. Não era proficiente com armas, e muito menos era boa com esforços físicos. Aceitou fazer uma jornada para ajudar sua vila, só enfrentando perigos. Aquele homem à sua frente não pretendia deixá-la sair viva… Havia visto o seu olhar. Tudo por um tubo estranho. Ela era considerada a deusa da fertilidade e da vida… Mas assim como supostamente fornecia a vida… ela também tirava. Principalmente quando era a própria vida que estava em risco. Assim, lutando com a energia extra que o instinto de sobrevivência a dava, ela simplesmente… utilizou toda a sua força no cajado para atingir o homem, fechando os olhos em seguida. Ouviu um “crec”, mas sabia que não tinha sido do seu cajado… E sim de um novo cadáver com um tubo à sua frente.
[23:07] «!» O homem cai sem vida no chão, mole, inerte, esfriando. Enquanto isso, no lustre do castelo, a armadura repetia o processo de socar o ar contra João <dif>, e os outros malfeitores o atacam também <speed>, junto com a arqueira <speed> <joão>
[23:11] «!» Desviar das flechas e dos golpes das espadas era fácil demais, mas João não percebeu que isso o distraiu do perigo maior, a onda de impacto da armadura, que o acerta em cheio, jogando-o para trás, mas sem derruba-lo. 6 de dano. <vocês>
[23:12] Might de Jão: 6
[23:16] <synien> -
O líder de vocês caiu, vocês podem se render pacificamente ou serão forçados a isso. Falava com a voz mais alta, se abaixando, pegando o container em que o tubo estava: aquilo parecia ser importante. Após coletar o item, já começava a se concentrar, soltando sua onda de cura em si mesma. Estava um tanto ferida, afinal.
[23:17] Might de Synien: +4
[23:21] <ishkur> após confirmar o estado do homem do tubo e a segurança (por ora) de Synien, decidiu sair do quarto e checar como Jão estava.
[23:22] <jão> TAVA METENDO FLECHA NAQUELA ARMADURA MALUCA, ERA ASSIM QUE JÃO TAVA ~sangue no zóio
[23:29] «!» A flecha acerta a criatura, mas o ponto era tão protegido que não causou maiores danos. A criatura, vendo que os aliados já não pareciam tão aptos à luta, termina de arrancar o toco de flecha do soquete do olho, e joga no chão, pisando firme, e inspirando o grupo que parecia querer fugir (ou amedrontando, né, nunca se sabe). Depois disso, a criatura soca o ar novamente, mirando em Jão novamente. <speed>
[23:31] «!» A arqueira, apta para atirar novamente, mira João também <speed>, o grupo de inimigos, porém, tentam se juntar e acertar Ishkur <speed>
[23:34] Might de Ishkur: 5
[23:35] «!» A arqueira erra, mas o grupo de inimigos, pegando Ishkur de surpresa, arrebentam ela na porrada. <vocês>
[23:36] <jão> Mete uma frecha no bichão da armadura – VO TE DERRUBAR SOZINHO, VAGABONDO.
[23:40] «!» A flecha atinge o braço da armadura, que dá um grunhido de dor antes de arrancar a flecha e arremessa-la no chão também. <>
[23:52] <ishkur> Num arroubo de inspiração e confiança, Ishkur, além de conseguir se livrar do mob, começa a girar em seu próprio eixo em uma velocidade incrivelmente rápida, arrastando a flail sobre o rosto e pescoço dos bandidos, e consequentemente arrastando-os junto, até não sobrar um vivo pra Jão meter flecha depois.
[23:55] <synien> Depois de se regenerar, sai da sala, afinal, a luta ainda não havia acabado. -
Desistam enquanto dá tempo… Isso ainda pode acabar bem.
[23:56] <jão> PODE NADA -já armando outra flecha
[00:04] «!» O inimigo na armadura para por alguns instantes depois de ver o display de Ishkur, e porque o narrador já cansou de ficar rolando dado (e a armadura nem chegou na metade do hp), ela vai sair correndo. A armadura olha para a arqueira, que olha de volta, e eles pensam “Não quero mais rolar dado não, depois o narrador equilibra esses encontros melhor”, e descem a escada correndo. Vocês ouvem um outro pipoco e um grito de mulher (provavelmente da arqueira) e passos rua afora. >>>
[00:05] <jão> -VOLTA AQUI, COVARDE DO CARAMBA… – Pula pelo parapeito da escada, cai de mau jeito, sisburracha no final da escada e assiste a armadura e arqueira fugindo – VOLTA AQUI QUE EU NÃO TERMINEI COM VOCÊ AINDA!
[00:09] «!» A arqueira não está fugindo. Ela está caída de bruços na porta, suas pernas unidas como se estivessem amarradas por algo invisível. De trás da escada aparece uma Einar com a cara ensanguentada por causa de um corte na testa, roupas sujas e com um olhar assustado, e o que parecia ser uma luva em suas mãos, ligada com cabos que iam até sua cintura, desaparecendo por dentro de suas roupas. Sua expressão parece se aliviar um pouco quando João aparece escada abaixo. >>>
[00:10] <jão> -Ei. – Ele diz pra Einar, parecendo mais tranquilo de repente – Cê não morreu. Que bom. Desculpe. Estávamos derrubando os caras lá em cima. Cê parece ter feito uma limpa por aqui também – Olha a arqueira caída.
[00:11] ** NPC: <einar> -
Vocês . . . Estão bem ? Ela parecia tremer um pouco observando ao redor. ><
[00:12] «!» Três inimigos estõa espalhados pelo chão perto da arqueira. Todos eles machucados e com marcas de queimaduras, que também estão em Einar. Não se sabe se estão mortos, mas a arqueira está ofegando e tentando se arrastar para fora. <>
[00:13] <jão> Arma uma flecha, tenciona o fio do arco e paira em cima da arqueira, com um semblante sério e pouco típico dele. – Quer dizer alguma coisa antes de morrer?
[00:14] *
NPC: <arqueira> — Vocês pereceram diante de Aranha !
[00:14] <jão> Aranha arranha a rã, a rã arranha a aranha – Ele retruca, e puxa o arco, pronto para matar a garota.
[00:15] «!» A arqueira puxa uma adaga, erguendo o corpo e tentando um corte em João >>>
[00:16] <synien> Fica triste com o armor artifact saindo correndo, mas logo desce as escadas, vendo a situação sem descer totalmente. -
LITTLE, NÃO! Precisamos dela viva! Falava sem descer as escadas totalmente, apreensiva com o acontecido.
[00:18] <jão> Não acho. – Ele responde, dominando a garota com facilidade e lhe tomando a adaga. Em instantes a arqueira estava sendo agarrada por John, a própria adaga encostada na garganta, sendo obrigada a voltar-se para a deusa. – Mas você tem sorte. – Ele dizia ao pé do ouvido da jovem que segurava.
[00:18] ** NPC: <einar> -
. . O que vão fazer com ela ? Diz, sentando perto de uma parede e tirando um potinho de dentro das roupas. Ela põe algumas pílulas na mão e engole, fazendo uma expressão de dor momentânea. <>
[00:19] <jão> Encara a deusa, segurando a garota, com um olhar vazio
[00:21] <ishkur> se intrometendo entre Jão e a garota
[00:22] <ishkur> — Creio que não tenha ouvido a senhorita Synien, Jão. Precisamos dela viva.
[00:22] «!» A arqueira se sacode bastante. <>
[00:23] <jão> E ela está…? – Ele responde devagar, mas libera a garota para o controle de Ishkur. Gira a adaga da menina nos dedos e embolsa ela.
[00:23] <synien> Dava um suspiro de alívio ao ver que Jão havia apenas a deixado imobilizada. -
Eu sugiro que adiemos o nosso contrato agora, Einar… Seria bom levarmos essa daí até Filib e contarmos o que aconteceu aqui. Ela pode nos contar o que sabe por bem… ou por mal. E preciso tratar dos seus ferimentos…E dos dela também. Olhava para a arqueira, suspirando. — Eu peguei o tubo que o líder deles protegia.
[00:25] <ishkur> voltando-se para a arqueira — Não se preocupe. Suas opções são boas: continuar se remexendo durante a viagem, e respirando depois disso, se contribuir conosco, ou – apontando pra Jão – ficar a cargo dele.
[00:25] <jão> ~Sobe as escadas, olhando para ver se encontra alguma flecha inteira.
[00:26] «!» Quando Synien olha para Einar, a garota está chorando quieta, mas ela faz que sim com a cabeça e levanta, caminhando para fora da casa. <>
[00:29] <jão> ~Sem encontrar nenhuma flecha, atravessa aquele corredor, indo vasculhar os corpos abatidos em busca de coisas úteis

[00:40] <synien> Enquanto Jão vasculha a casa e Ishkur mantém a arqueira imobilizada, se aproxima de Einar, começando a energizar o corpo da mesma, regenerando as feridas. — Bom… Não estávamos esperando isso, mas certamente fizemos uma boa ação, por mais que doa. Dava um sorriso, tentando confortá-la. Pretendia estabilizar os ferimentos da arqueira depois, mas obviamente Einar era a prioridade.
[00:41] «!» Einar agradece, mas sua expressão abatida não desaparece. <>
[00:43] <jão> Desce pouco tempo depois, trocando moedas de mão. Lança um olhar despreocupado para Einar – Fica triste não. Você foi ótima hoje.
[00:43] <synien> Enquanto Jão não voltava, fazia o mesmo com a arqueira, mas não se esforçava tanto quanto deveria: Synien estabilizava a condição dela, mas não fazia com que os ferimentos parassem de arder.
[00:43] <ishkur> ainda vigiando a arqueira sacolejante
[00:52] <jão> *Joga uma corta nos braços de Ishkur, se logo se adianta para a arqueira, olhando-a de cima abaixo. Sem pudor qualquer, começa a tatear por cima das roupas dela em busca de armas ou instrumentos cortantes. Ajunta o arco dela e as flechas, prendendo-os nos próprios ombros e, sem demora, começa o trabalho de amarrar a garota, a começar pelas mãos, enquanto Ishkur ainda a segurava. O nó era prático e difícil de desamarrar. Várias voltas foram dadas com a corda ao redor do corpo da garota. O último nó foi dado perto das canelas da garota.
[01:02] «!» O caminho de volta é silencioso. Vocês não sabem em que momento Einar para de chorar, mas ela eventualmente para. O vento ecoa por entre as vielas e becos das antigas construções agora abandonadas. A arqueira tenta causar problemas, mas foda-se. Eventualmente vocês começam a sentir a mudança de ares e, com ela, o murmúrio de vozes da cidade. Vocês caminham por Bodrov mas decidem ir direto pra casa de Filib. As pessoas primeiro olham com estranheza, mas depois parecem claramente assustadas com o que está acontecendo. Algumas pessoas saem correndo e somem de vista. Vocês chegam na casa de Filib e tentam tocar a campainha. Passam-se apenas alguns instantes antes de Einar quebrar o silêncio: Acho que ele não deve ter voltado da feirinha ainda. Quando Einar pensa em ir busca-lo, ele aparece por detrás de uma esquina, olhando transtornado na direção de voCês, o disco flutuante dele logo atrás. Filib olha para vocês três e para Einar, e berra: “O que desgraça aconteceu ?” ><
[01:02] «!» Fim de sessão.

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*chuta* *rola 20*

[20:01] «!» [22:33] <synien> — Acha que é seguro ficarmos aqui por muito mais tempo? Olhava para o clérigo, pensativa. Estava cansada, mas mais preocupada do que cansada.
[20:01] «!» [22:34] * NPC: <filib> *Inclinando a cabeça para o lado, olhando para dentro do groto biossintético. — Senhorita, eu acho que se a criatura quisesse no alcançar provavelmente já saberíamos disso. <>
[20:01] «!» [22:36] <synien> Fez um sinal afirmativo com a cabeça, ficando em silêncio por mais alguns instantes. — A propósito… está ferido? Posso curar ferimentos e aflições, dependendo da profundidade das mesmas. Perguntava com um certo tom de preocupação. Tinham a missão de manter a segurança do clérigo, afinal.
[20:01] «!» [22:42] * NPC: <filib> — Não, senhora, não estou machucado. Vocês fizeram um ótimo trabalho como guarda-costas. Embora o objetivo não tenha sido alcançado, seria falta de bom senso se eu cobrasse isso de vocês depois do que aconteceu. Os insetos negros terão que esperar até eu construir algo mais adequado. *Mais alguns minutos se passam, e Filib pega uma outra numenera, parecendo um visor, e começa a passar para cima e para baixo, apontada na direção de uma outra árvore. — Minha análise ainda não terminou, então passaremos aqui mais um tempo. <>
[20:01] «!» [22:47] <synien> — Pois bem. Se em algum momento precisar de alguma ajuda com os aparelhos, estou à disposição. Não sou muito eficaz em combate, mas tenho certa experiência com as coisas. Dava um sorriso, logo se afastando um pouco do clérigo, o deixando trabalhar. Se concentrava por alguns instantes, e logo focava em regenerar seus ferimentos com suas energias.
[20:01] «!» [22:48] Might de Synien: +3
[20:01] «!» [22:50] <ishkur> Mesmo longe de estar em sua porcentagem de energia ideal, Ishkur se posiciona próximo a Synien, ainda atento a qualquer mudança de comportamento que a criatura tenha
[20:01] «!» [22:54] * NPC: <filib> — Não. Seu trabalho não é esse. Dentro de uma hora iniciaremos a jornada de volta para Bodrov. >>>
[20:01] «!» [22:56] <synien> *Continuava em silêncio com a resposta do clérigo, pretendendo não se estressar e descansar o máximo possível para a nova caminhada.

[20:01] «!» [22:59] <jão> Afasta algumas folhas de vidro com o pé e senta no chão
[20:01] «!» [23:02] «!» Depois de mais ou menos uma hora, Filib recolhe seus equipamentos, guarda várias amostras em alguns frascos especiais, e usa uma numenera para borrifar um vapor no ar. Ele tosse duas vezes e empilha as coisas no seu disco flutuante. Ele diz que já é hora de voltar, e começa a jornada de volta para Bodrov, sem mais delongas. O dia já havia avançado bastante, e Bodrov era visível no horizonte. <>
[20:01] «!» [23:08] «!» Ao chegarem ao pé do estranho platô onde a cidade ficava, novamente vocês tem que super a espiral que leva até a entrada do labirinto. Mas Einar não estava lá dessa vez, e sim duas outras pessoas que também eram guias. Filib pagou um deles, e vocês passam mais um tempo atravessando os corredores até chegarem na entrada da cidade. Einar estava lá na saída, e ela inicia uma conversa rápida com Filib sobre a missão. Ele pega um dos cubos que estava usando para guardar o que havia recolhido e dá para ela, que sai correndo, acena para o grupo, e some dentro dos túneis. Filib pede para que vocês o acompanhem até sua casa, e entra, pedindo também que esperassem do lado de fora. ><
[20:01] «!» [23:10] «!» Depois de alguns minutos o portão sai de fase novamente, e ele aparece vestindo outras roupas, e com um sacolinha de shins na mão. Ele entrega para o primeiro que estenda para pegar e agradece pelo bom trabalho. Ele diz que dentro da sacola estão 40 shins, como combinado, mesmo que não tenham conseguido os besouros negros. Ele faz um gesto com a cabeça e o portão solidifica, indicando o fim da missão por completo. >>>
[20:01] «!» [23:43] «!» Vocês voltam para a taverna, pagam uma nova diária, lavam a prexeca. >>>
[20:01] «!» [23:54] «!» Vocês então comem, escovam os dentes, jogam buraco, e dormem. ><
[20:01] «!» [23:55] «!» Fim de sessão.
[20:12] «!» O dia amanhece. A população da cidade fez um ótimo trabalho em limpar as penas que a revoada de pássaros deixou quando passou, e é quase como se nada tivesse acontecido. Do lado de fora da janela, algumas pessoas conversam, e um cheiro de comida começa a invadir o quarto de vocês. <>
[20:14] <jão> -Hm… ovos e bacon e… Torradas… – Ele babava no travesseiro antes de perceber que o sonho não era só sonho, era REAL e era COMIDA. Little sentou-se na cama, olhando ao redor, jogou a coberta para o lado e, como não tinha mais companhia de quarto, vestiu-se, pois vinha dormindo pelado (não que isso seja relevante). Quase rumou para o quarto ao lado, onde Ishkur e a Deusa dormiam, mas mudou de ideia no último minuto e, sabendo que haveria um desgaste com Ishkur logo cedo, rumou direto em busca de comida. A Deusa e Ishkur o encontrariam quando tivessem vontade.
[20:20] <synien> *Se mantinha deitada na cama, sem fazer menção de sair, como de costume… Até sentir o cheiro da comida. Ainda assim, ficou na cama por alguns instantes, ponderando se Ishkur traria o café. Porém… o cheiro a vencia: não queria esperar para saciar sua fome. Afastando as cobertas e se levantando, já começava a dar algumas batidas em seu robe, para “desamassá-lo”, já pegando o cajado.
— Ishkur, comer. Falava, com a voz um tanto sonolenta, já indicando que gostaria de tomar café. Não se preocupava em “acordar” Ishkur, uma vez que sempre era ela quem acordava depois.
[20:21] XP de Jão: 4
[20:29] <ishkur> Revira-se na cama ao ouvir a voz de Synien, e num sobressalto, levanta-se da cama, ao mesmo tempo que ajeita suas vestes – não queria que a senhorita Synien tivesse uma visão constrangedora logo no início da manhã… Mas havia algo diferente; ela parecia mais sonolenta que o comum, murmurando sua fome ainda com os olhos fechados e com traços leves das areias do sono. Aproximando-se dela, disse: “Synien, caso queira sair pra comer, aconselho que ao menos molhe o rosto primeiro. Não me parece bem disposta ainda. Caso prefira, eu trago coisas e comemos aqui. Confesso que também estou cansado – fizemos um esforço e tanto ontem…”
[20:35] «!» Enquanto isso, João desce e senta logo em uma mesa. O lugar estava bem vazio, mas um ou outro rosto era de alguém que estava lá no dia anterior. Depois de alguns instantes, uma moça aparece com o café da manhã e o serve, com uma cara de sono. <>
[20:37] <jão> -BOOOOOM DIA. – Ele disse, animado, já que não podia dizer pra deusa e pra Ishkur – Abençoada comida~ Atacaar! – Logo que a moça pousava o prato na sua frente ele puxava um pedaço do que quer que fosse, mordendo com vontade. Seu corpo ainda estava um pouco dolorido, mas fora abençoado pela deusa e certamente logo estaria melhor. Ele só não podia se deixar abater, ainda tinha uma estrada longa pela frente. E se na estrada tivesse comida tão boa quanto aquela, ele até estava satisfeito de apanhar um pouco. Ele apanhava do irmão mais velho em casa mesmo…
[20:39] <synien> -
Uh… Olhava para Ishkur, ainda com os olhos semicerrados. Murmurando algo ininteligível, procura fazer o recomendado: lavar o rosto e ao menos “acordar” um pouco mais. Não demorava muito, uma vez que a fome a chamava, e logo voltava para a porta, agora devidamente acordada. — Obrigada pela oferta, mas é melhor eu vencer a preguiça mesmo. Dava um pequeno sorriso cansado, e dessa vez, saía em busca da refeição encantada.
[20:43] «!» Mesmo esquema. Assim que Synien senta a moça serve a mesma coisa que serviu João. Do lado de fora da taverna parecia haver uma leve comoção. <>
[20:44] <jão> Olha pra comoção depois de dar oizinho pra deusa, tentando prestar atenção e perceber o que acontecia lá
[20:45] «!» De onde vocês estão sentados não é possível ver. São várias pessoas conversando em algum ponto do lado de fora. Eventualmente a conversa começa a se afastar. Algo sobre “mercadores”. <>
[20:46] <ishkur> concentrado demais em comer pra prestar atenção em conversas alheias à sua mesa
[20:49] <jão> Ei, tem mercadores aqui? Tipo daqueles com tenda e com histórias e contadores de história e… – Enfiava apressadamente um pedaço grande demais de pão na boca enquanto falava – e falfes alfum frabalfo fra fós
[20:49] «!» Synien e João estava sozinhos na mesa, e quando piscam, de repente, Ishkur estava lá, como um raio. Ninguém sabia como ele chegou em milésimos de segundo e com comida na mão, mas de alguma maneira aconteceu. <>
[20:51] <synien> -
…O alvoroço deve ser porque algum mercador apareceu na cidade. Falava, sem demonstrar muito interesse, querendo aprender a teleportar pra comida que nem Ishkur pra se satisfazer mais rápido.
[20:53] <jão> MOFA! – Fazia logo sinal para a garçonete, tentando engolir aquele pedaço de pão rápido demais e enfiando-o goela baixo com um gole de qualquer coisa líquida que houvesse na mesa – O que houve com os mercadores? Ouvi um pessoal alterado do lado de fora, aconteceu alguma coisa?
[20:56] <ishkur> quase se engasga com a comida ao ouvir Jão falando “Mofa”, porque lembrou de um dos monges com os quais vivia… e foi difícil engolir o bocado de pão depois disso. Pegou um gole de água pra dissolvê-lo na boca, e decidiu acompanhar a conversa do pequeno Jack
[20:58] ** NPC: <moça> -
Oi ? Ah, é que de ontem para hoje chegaram alguns mercadores com provisões pra cidade. Eles aparecem de tempos em tempos, mas infelizmente aparecem cada vez menos. A cidade não vai durar mais muito tempo, desse jeito. Ela diz, servindo um outro cliente e voltando para trás do balcão, arrumando algumas no armário enquanto dava algumas ordens para um rapaz que cozinhava . . . Coisas. <>
[20:59] <jão> A gente podia ir ver eles né? – Ele logo propunha animado. – Talvez eles tenham contadores de história. Talvez eles tenham alguma coisa legal pra gente comprar ou algum anel brilhante pra Evangeline e alguma coisa que eu possa levar pra casa, pra ela e… – Ele logo se empolgava, falando como uma criança animada.
[21:05] <ishkur> – Bom… Olhou pra Synien, que o encarava de volta com um olhar de indagação sobre como havia chegado na comida tão rápido, e depois mirou a empolgaFão em pessoa – —Por que não? Se Synien concordar, podemos vê-los. Eu também gostaria de comprar umas coisas… Afinal, a parte deserta da cidade não sairia de lá, então poderiam explorá-la melhor posteriormente
[21:09] <synien> -
Pois bem, vamos sim. Sorria, não querendo dizer não para os olhinhos brilhantes de Fão. — Só procurem não gastar demais, hein. Comia mais um pouco de pão, enquanto em sua mente apenas o teleporte de Ishkur pairava. “Será que Ishkur gastou speed points ou intellect points pra isso?”
[21:10] <jão> ISSO! – Batia na mesa de forma alegre, comendo mais uma bocada do pão. Logo estariam prontos para partir.
[21:21] «!» Depois da refeição, vocês três saem da taverna. Procurando pelos mercadores, vocês chegam até uma pracinha no centro da cidade. Haviam algumas carroças e estandes de mercadores lá. Comidas diversas, temperos, cifras, artefatos, e outros equipamentos estavam sendo vendidos. Haviam também alguns animais, que provavelmente foram os que puxaram o peso das mercadorias. http://puu.sh/tT2g8/4bf41c45d4.png
[21:22] «!» A comoção eram as pessoas conversando em voz alta com os mercadores, fazendo escambo, comprando, vendendo, ou conversando no geral, trocando notícias. Alguém aparece com saco cheio de penas de pássaro. Filib parecia estar entre a galera de lá, com Einar de seu lado, curiosa e se coçando pra não tocar nas coisas. <>
[21:22] «!» Se vocês perguntarem, descobrem que o nome desse seres é Aneen
[21:28] <synien> Olhava, interessada para as criaturas, mas logo as cifras e artefatos que os mercadores tinham consigo a interessavam. Chegava mais perto, procurando dar uma olhada no que eles tinham em seu arsenal: talvez encontrasse algum artefato útil.
[21:30] <ishkur> caminhava na direção dos mercadores que vendiam frutas e poções, pra ver se achava alguma coisa interessante sendo vendida
[21:31] <jão> Passava quase correndo de tenda em tenda, olhando tudo e não se atendo a nada – Caramba, que bicho é aquele? * Aneen era a resposta, não que ajudasse muito. Por longos minutos o rapaz ficou apenas encarando o bicho, tentando entendê-lo. Sem demora e sem saber porquê, soltou um “CÓ” alto, e fechou a boca, apertando os lábios*
[21:38] <jão> Afastava-se com o rabo entre as pernas e ia ter com um mercador – Oi, moço. Será que não tem algum trabalho pra fazer no meio tempo em que estão aqui e que me rendam alguns shinzinhos? Não precisam de ajuda em nada? – Perguntava jovialmente, com ares de desculpa.
[21:46] «!» O mercador com o quão João vai conversar está com um garoto de seu lado, que organizava algumas coisas. Não deveria ter mais que cinco anos. Na hora que o garoto olha pra cara de João, o pivete começa a chorar copiosamente. O mercador, assustado, vai amparar a criança, e faz um gesto com a mão como se mandasse João ir embora dali. <>
[21:47] <jão> Dá de ombros e vai embora, esfregando a manga da blusa no rosto como se quisesse limpar alguma coisa assustadora que houvesse ali
[21:49] <synien> “Até que poderiam ser interessantes, mas… eu ainda preciso terminar meus estudos com aquela orbe… Não há a necessidade de gastar com isso.” Depois fazer uma leve inspeção nos artefatos da loja, se afasta um pouco da região, esperando pacientemente que seus companheiros terminassem as compras para que pudessem continuar com os planos.
[21:50] <jão> Logo se junta a Deusa
[22:08] Ishkur (ahlady) acabou de sair (A conexão não está respondendo)
[22:09] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ishkur
[22:09] >> Mendacium colocou o modo +Voz em Ishkur
[22:18] «!» Enquanto olhava as coisas à venda, Ishkur encontrar um mercador que possuía, por acaso, uma armadura que não estava à venda. Depois de alguma conversa com a pessoa, Ishkur consegue que o rapaz se desfaça dela. Ele faz algumas medidas na armadura e umas modificações nas correias, e diz que dentro de uma ou duas horas a armadura estaria pronta para ser vestida. <>
[22:20] <ishkur> cumprimenta o mercador, dizendo a ele que voltaria dentro de duas horas, e logo se junta a Synien e Jão
[22:26] <synien> -
Pois bem… Antes de irmos, talvez seja útil convencer alguém a nos acompanhar? olhava para Jão e Ishkur. Poderiam pedir ajuda para o clérigo, mas o clérigo provavelmente estaria ocupado. — Einar parece bastante animada. Talvez até tenha algo que Phillib queira.
[22:27] <jão> dá de ombros, concordando
[22:28] <ishkur> — Eu concordo – responde a Synien. — Vamos até ela, então.
[22:29] <synien> Acenava positivamente, já se preparando para lidar com o clérigo. Talvez ele estivesse mais bem-humorado hoje.
[22:31] <jão> ~vai junto porque né
[22:33] «!» O clérigo parecia estar negociando algumas de suas cifras com uma mercadora que estava lá. Às vezes ele dava algumas ordens para Einar pegar alguma coisa em seu disco flutuante, às vezes ele deixava que a garota falasse sobre a cifra. Quando vocês se aproximam, ela percebe e entrega a cifra para Filib, que parece confuso até ver vocês. Ele acena levemente com a cabeça e continua a conversar com o mercador, utilizando gestos largos. A garota espera vocês chegarem até ela e apenas diz um “Oi. Estão saindo de Mesa de Pedra ?”. <>
[22:37] <synien> — Bom, alguns moradores daqui nos falaram sobre uma parte da cidade que foi abandonada… Pensamos que talvez seja útil irmos lá. Talvez haja algo interessante por aquela área? Olhava para a garota, dando um pequeno sorriso. Ela parecia bem melhor de conversar do que Filib. — Porém, não conhecemos a cidade e talvez a ajuda de uma guia seja necessária. Ainda mais que, caso não achemos nada lá, seria interessante ver mais dos túneis. O que nos diz, Einar?
[22:46] * NPC: <einar> — Hmm . . . Não sei, galera. Estou ajudando Filib a vender umas numeneras. Se vocês estiverem disposto a me pagar 3 shins, eu posso ir com vocês para a velha ala e para os túneis, mas vou logo avisando que a velha ala não tem muita coisa interessante não. Está há mais de . . . Senhor FIlib, há quanto tempo a velha ala tá desocupada ? *Filib murmura alguma coisa de canto de boca sem olhar pra ela. — Isso. Mais de cem anos. Mas se ainda quiserem ir, eu levo. A gente pode passar no Palácio Vago, também. Mesmo que a rainha nunca tenha vindo, o lugar ainda tem manutenção. <>
[22:54] <synien> — Eu creio que é um bom acordo. Sorria, entregando 0000001 × 3 Shins para Einar. — Já estamos prontos para explorar, a propósito. Pretendia fazer cada Shin valer a pena.
[23:03] <ishkur> — Podem me esperar um pouco? – indagou. — Vou verificar se posso retirar minha armadura outra hora com o mercador, e já volto pra partir com vocês.
[23:05] «!» Ela dá um mini saltinho quando você põe as moedas na mão dela, e se vira para falar alguma coisa com Filib, que faz um gesto de “xô” com a uma das mãos (a outra tava segurando coisas). Ela ergue as sobrancelhas, ajeita a roupa e guarda os shins. Enquanto isso, Ishkur conversa rapidamente com o mercador, que diz que vai estar ali até a noite, e que poderia entregar a armadura outro horário. E então a jornada de vocês para a velha ala começa. ><
[23:16] «!» A caminhada começa. À medida em que o grupo vai avançando pelas ruas de Brodov, o murmúrio e as vozes vão ficando para trás, dando lugar ao som dos passos e do vento ecoando por entre os edifícios vazios e abandonados. A arquitetura parece um pouco diferente, parece envelhecida, obviamente pela falta de manutenção. As ruas faz curvas, e muitas portas e janelas estão quebradas. Einar vai explicando que antes mesmo da cidade ser populada pelos humanos, já haviam construções, e que as pessoas só se apropriaram delas, construindo algumas novas ou modificando as antigas. A cidade foi construída com o propósito de ser um lugar facilmente defensável, mas a mesma dificuldade que um exército invasor teria de ocupar o local, o transporte de mantimentos e provisões também tem. Eventualmente a maior parte da população abandonou o lugar e muitos foram para Shallamas, a cidade mais próxima. O Palácio Vago foi construído por um pretendente que esperava torna-la um recanto de seguranças pra rainha, mas a rainha nunca quis sair de seus aposentos. Depois disso, algumas pessoas acharam que seria uma boa ideia abrir túneis maiores pra facilitar o transporte, mas devido aos terremotos que começaram a acontecer por causa disso, Filib conseguiu convencer a população de que não era uma boa ideia.
[23:20] «!» Vocês eventualmente chegam à uma espécie de praça não muito diferente da praça onde estavam os mercadores. Havia uma estátua de formas estranhas no centro. O chão e casas ao redor intrinsecamente construídas, portas viradas para o centro do lugar. O lugar tem bastante poeira, já que não vê manutenção há muito, muuuito tempo. Einar diz que não é exatamente um lugar perigoso porque ninguém realmente vai pra lá. <teste>
[23:25] «!» Synien parece um tempo naquela praça. Havia um desconforto em sua nuca. Olhando para um lado, para o outro, você inspira fundo, e percebe que está seu Sense Magic está ativo. Ao olhar ao redor, uma das casas está meio “limpa”. <>
[23:30] <synien> — … Não, não. Antes que Einar resolva guiá-los para outra direção, fixa seu olhar na casa limpa, apontando com o cajado. — Tem… algo ali. Não estão sentindo? Então, dá alguns passos na direção da casa que certamente não deveria estar limpa, depois de ter sido abandonada por tanto tempo. — A casa está mais limpa do que devia estar.
[23:32] * NPC: <einar> — Vocês podem ver como as casas daqui são diferentes, mas altas, porque a densidade da popula – Hã ? *Einar para por um tempo e se inclina para trás, observando a casa com mais atenção. — Hmm. Bem observado. Com isso, Einar caminha na direção de uma das janelas, provavelmente pra tentar olhar dentro <>
[23:34] <synien> “Pelo visto, não estou tão enferrujada assim, afinal.” Assim como Einar, se aproximava da casa, querendo inspecionar o local. — Eu sinto que há algo aqui. Há alguma coisa mantendo a casa nesse estado. Como tudo está abandonado, acho que podemos entrar sem pedir permissão… correto? Dava um pequeno sorrisinho, curiosa.
[23:39] <jão> Vai junto – Se tinha que pedir permissão, já era força a porta pra abrir
[23:40] <ishkur> Vai atrás deles
[23:41] «!» João tenta forçar a porta, mas ela não abre. Parece trancada. <>
[23:42] «!» Enquanto isso, Einar coloca a cara na janela e aperta os olhos, tentando ver lá dentro. <>
[23:43] <synien> — Hmm. Vê algo? Se aproxima de Einar, tentando ver pela janela também.
[23:44] * NPC: <einar> — Só vejo o contorno de uma escada e sei lá. Uns móveis. Tá escuro. <>
[23:45] <jão> -Bora quebrar a janela. – *Arrumando uma pedra

[23:49] «!» João arranja uma pedra. Mas que pedrão, hein, João ? Parece até de avestruz.
[23:52] <jão> Jão joga o pedrão de avestruz numa janela em que não tinha ninguém olhando \o\ *
[23:55] «!» A janela é quebrada, os cacos de vidro caindo para dentro. O barulho ecoa pela ala velha e eventualmente some. Einar pula de susto ao ouvir. <>
[23:56] <jão> -OPA, Deu certo! – Aproxima da janela, enrolando o pano de um casaco recém puxado de dentro da bola na mão e quebrando o resto dos cacos, pra depois enfiar a mão pelo buraco no vidro e tatear em busca de um “fecho” pra janela.
[00:01] «!» João consegue quebrar o vidro e limpar os cacos. A janela não tem fechadura, mas tem espaço o suficiente para se passar por ela. <>
[00:03] <jão> *Invade o lugar pelo buraco e ruma pra porta, para tentar abri-la por dentro

[00:04] «!» João percebe que a porta está trancada por dentro também. <>
[00:04] <jão> -AE, CÊS VÃO TER QUE FICAR PRA FORA OU ENTRAR PELA JANELA, AQUITRANCADO. – Berra, olhando logo pra dentro do lugar
[00:06] <ishkur> Suspira Já que a casa não está mais inteira, né… Olha pros lados e tenta derrubar a porta chutando-a
[00:07] «!» Sua voz ecoa pela casa. Com a janela quebrada, é possível enxergar um pouco mais do lado de dentro. Os móveis parecem ser tradicionais: mesa, bancos. Uma escada no meio da casa leva ao andar superior. Nas duas laterais, dois corredores, que levam à um outro cômodo. O Sense Magic de Synien aponta para cima. <>
[00:13] «!» O chute que Ishkur dá reverbera por toda a casa. A poeira que tinha no exterior é toda arremessada para fora e levada pelo vento. Se a frente da casa tava meio limpo, agora a casa inteira tá “tinindo”. A porta, porém, não se move. Quando todos pensam que aquela era uma porta mágica, ela começa a envergar para trás, desconectando das dobradiças e caindo para dentro, ruidosamente (e levantando mais uma coluna de poeira, que rapidamente vai para dentro dos pulmões de João, sem maiores danos mas com maiores tosses. Porém, no meio de tudo isso, Ishkur consegue jurar que ouve um “hmf” de dor vindo de algum lugar de lá de dentro. Uma voz que não era de nenhum dos quatro ali presentes. ><
[00:13] «!» Fim de sessão.

View
Bate ou Corre ?

[19:24] «!» [00:31] <jão> Vo ficar aqui sentado só mais uns minutinhos, tá? – Ele questiona a deusa, e baixa a cabeça. Tinha que ajudar Ishkur logo.
[19:24] «!» [00:35] <synien> -
Sim… Assim que eu acabar aqui, já vai estar livre. Rápido. Então, ainda com as mãos em Jão, solta outro pulso de energia. Terminaria de curar os ferimentos do rapaz, para que ele pudesse tirar a criatura de cima de Ishkur, para tratar de Ishkur em seguida.
[19:24] «!» [00:40] «!» Filib tentar usar o dispositivo novamente, mas nada acontece. Ele então busca algumas ferramentas nos discos. <ishkur>
[19:24] «!» [00:48] <ishkur> *completamente tomada de dor, Ishkur grita com o peso daquela tragédia em cima de seu corpo. Num flash de memória, lembra-se da bebida estranha que portava, e que supostamente traria resistência a quem a tomasse. Com alguma destreza, livrou um dos braços da força do construto, pegando o líquido logo em seguida e sorvendo-o sofregamente

[19:24] «!» [00:52] «!» O líquido é difícil de engolir, e desce queimando. Por alguns momentos parece que nada acontece, mas de repente você sente um formigamento que rapidamente se torna uma sensação de queimadura por toda sua pele. Seus movimentos se tornam ligeiramente mais rígidos à medida em que você percebe que sua pele não tem a mesma consistência de antes. Algumas manchas aparecem, se transformando em placas, aumentando sua armadura em +1. Mas isso não impede que o monstro continue seu massacre de socos. <speed>
[19:24] «!» [00:59] «!» Ishkur apenas assume uma posição de defesa e tenta aparar os golpes da melhor maneira que pode, mas ainda assim sofrendo danos. <synien,>
[19:24] «!» [00:59] <jão> Levanta, saca o arco e mete uma flecha no bichão (de preferência não em Ishkur, mas quem diz são os dados, and as u know…)
[19:24] «!» [01:00] «!» E os dados disseram que você acertou o braço de Ishkur e, devido à sua dureza por conta da cifra, ela não sofre maiores danos.
[19:24] «!» [01:06] <synien> — Bom… Estamos ficando sem tempo… *Já se preparando para o pior, erguia suas barreiras, se preparando para entrar no combate direto com a criatura. [Resonance Field]
[19:24] «!» [01:06] <synien> *
[19:24] «!» [01:10] «!» Filib puxa alguma coisa do manto, e aponta para a criatura, sem maiores efeitos. <ishkur>
[19:24] «!» [01:21] «!» Fim de sessão.
[19:29] <ishkur> *Ishkur decide salvar a pouca energia que possui no momento para tentar sobreviver e esperar por uma oportunidade de se livrar do construto

[19:31] «!» A criatura não pensa duas vezes. Novamente tenta socar a glaive que havia derrubado no chão. <ishkur,>
[19:32] <ishkur> effort 1
[19:32] <ishkur> Ishkur rolou 19 e conseguiu dificuldade 6 e tem direito a +3 no dano ou um efeito menor!
[19:32] «!» Conseguiu.
[19:32] «!» Whops.
[19:33] «!» Escrevendo no lugar errado lalaland
[19:34] «!» Ishkur, depois de respirar fundo, apenas se preparou para tentar defender os golpes da criatura. Eram golpes simples, e depois de te-los visto tantas vezes, dessa vez ela os previu e conseguiu escapar de todos sem levar um arranhão sequer. <joão,>
[19:40] <jão> Corre na direção do Clérigo, no intuito de pedir a ele a máquina que corta árvores.
[19:44] <synien> Vendo que Little havia começado a se afastar, agora era sua vez de fazer algo. Já estava com as barreiras erguidas, estava curada… Agora era hora de impedir uma tragédia. — Ishkur! Só mais um pouco! Falava mais alto, procurando chamar a atenção da criatura. Provavelmente não conseguiria ainda, mas só precisava de mais tempo…
[19:45] <synien> Então, começa a correr na direção de Ishkur e da criatura.
[19:50] * NPC: <filib> — O quê ? Aquele dispositivo que usei lá no início ? Acho que tenho sim, mas pra quê voc – Aaaah, bem pensado, meu rapaz. Espere um pouco . . . *Diz Filib, enquanto se vira e começa a cavocar a pilha de equipamentos que estava equilibrada em cima do disco flutuante. Ele pega uma versão meio diferente da numenera que estava furando a árvore, mas no geral parecia ser a mesma coisa. Ele dá o aparelho para João e explica como usar. Era só apertar um botão e pressionar contra uma superfície que ela iria se prender e começar a furar sozinha. <ishkur>
[19:55] <ishkur> Vê Synien correr em sua direção e decide continuar a guardar a pouca energia que lhe restava. A tontura causada pelos primeiros socos havia lhe subido à cabeça, e sabia que podia não durar muito. Então, a solução era defender-se como podia, até que a ajuda de Synien (e, com muita sorte, Jão) chegasse
[20:03] Might de Ishkur: 2
[20:04] Might de Ishkur: +1
[20:04] Speed de Ishkur: -1
[20:04] Might de Ishkur: +1
[20:06] «!» A criatura, sem esboçar reações à falha anterior, repete os mesmos golpes. Ishkur, com mais maestria ainda, deflete todos sem maiores danos ™ <synien,>
[20:09] <synien> Respirava fundo, segurando o cajado com mais força. Então, de súbito, se aproxima mais ainda de Ishkur e da criatura, mas não ataca: ao invés disso, se abaixa e toca na primeira parte do corpo de Ishkur que consegue, canalizando rapidamente as energias. (Healing Touch)
[20:11] Speed de Ishkur: +1
[20:14] <jão> Corria em direção ao construto depois de ter ouvido a explicação breve do clérigo.
[20:21] «!» Com bastante destreza, João corre na direção da criatura inimiga, e consegue chegar até uma distância imediata ! <ishkur>
[20:26] «!» A criatura, com sangue nos zóio e ávida para reduzir a existência breve de Ishkur nessa Terra maldita, tenta golpea-la como fez todos os dois turnos anteriores e falhou. Ishkur, com seu raciocínio veloz e sagaz, colocou as pontas dos dedos nas costelas da criatura e começou a fazer cócegas. E não é que deu certo ? A criatura se contorce e sai de cima dela, sua expressão parecia risonha e serelepe por alguns instantes. Mas logo ela volta ao estado neutro e olha para vocês com aquela cara de cu novamente. <joão,>
[20:30] <synien> -
Calma, eu ainda não acabei! Assim que Ishkur aparentemente havia escapado, agora segura seu braço com mais vigor, canalizando novamente suas energias. Estava na hora de se concentrar para eliminar ao menos parte das feridas: a luta ainda não havia acabado.
[20:30] Intellect de Synien: +1
[20:30] Intellect de Synien: 3
[20:30] Intellect de Synien: +1
[20:32] Speed de Ishkur: +5
[20:34] <jão> Uma vez perto o bastante, logo ligava a geringonça como o clérigo lhe ensinara, pressionando aquela nova “arma” contra a porcaria da estátua.
[20:35] Speed de Jão: -3
[20:37] Speed de Jão: +2
[20:39] «!» João tenta acertar a criatura com a numenera de furar de Filib, mas o manejo do dispositivo é difícil demais para ser usado com destreza, e mesmo o arqueiro não conseguiu acertar a criatura, que volta sua atenção para ele. Ishkur, porém, prevê os movimentos da criatura e se adianta, pronta para agir antes do inimigo <ishkur>
[20:39] Speed de Jão: -2
[20:44] <ishkur> Vendo-se finalmente livre da criatura, decide correr em direção oposta à dela, almejando recuperar a energia que podia e, depois de algum tempo e observação, tentar novamente auxiliar o grupo, além de escapar da área de observação de Jão, pois tinha receio que ele conseguisse a proeza de acertá-lo com aquela geringonça, ao invés da criatura
[20:46] «!» A criatura rapidamente se vira para seu novo alvo: o arqueiro. Sem mais delongas, ela ergue os punhos e marreta o coitado do minino. <joão,>
[20:47] Speed de Jão: -2
[20:47] Might de Jão: -6
[20:47] «!» Não conseguindo sair do caminho da criatura sólida, João recebe o tranco, e percebe que conseguiu uma oportunidade de agir <joão,>
[20:48] <jão> LIGA A GERINGONÇA E METE NA CREATURA DE NOVO
[20:48] Speed de Jão: -2
[20:48] «!» Como dizia o velho ditado: Meter não é poder. E não meteu. <synien>
[20:51] <synien> Olhava para Little tentando e tentando ativar o mecanismo. Pelo visto, ele tinha tomado o tempo para ir até o clérigo. “Talvez ele não seja alguém tão ruim assim…” Percebendo a intenção de Jão, rapidamente se aproxima do rapaz, estendendo a mão para pegar a máquina. -
Talvez se apertar aqui e aqui… Então, tenta METER NA CREATURA
[20:53] Speed de Synien: 5
[20:55] «!» Synien, destrambelhada, quase fura o próprio braço com a numenera, mas consegue se salvar sem maiores danos.™ <ishkur>
[20:57] <ishkur> Enxerga a situação desesperadora à sua frente. Precisava ajudá-los, resgatá-los, mas não podia seguir o exemplo de imprudência do arqueiro – vide as consequências que se desenrolavam… Então, refreou-se, e decidiu recuperar um pouco mais de fôlego antes de agir.
[20:58] Might de Ishkur: +2
[20:59] «!» A criatura muda de alvo novamente, mirando em Synien. Tome-lhe rol – digo, soco <synien,>
[21:03] Intellect de Synien: -1
[21:03] Might de Synien: -5
[21:04] «!» Synien, porém, na esperança de usar seu escudo de energia para barrar o golpe, falha em perceber que a barreira estava virada de cabeça para baixo, e recebe a porra segura. <joão,>
[21:08] <jão> -VEM. – Ele nem esperou resposta. Não conseguira defender a deusa, era sua missão. Simplesmente pegou-a pelo pulso e puxou-a para longe daquela coisa.
[21:15] <synien> Aceitava sair junto com Jão. Poderia fazer tantas coisas, mas… não era interessante acabar com o ecossistema da região por uma criatura.
[21:30] <ishkur> Enquanto cogitava o que fazer, via Synien e Jão se aproximarem. O clérigo estava próximo também. A criatura ainda estava querendo fazer pedacinhos de quem se aproximasse dela. Sem tempo a perder, chamando a atenção de todos, disse: —E aí, é bater ou correr?
[21:34] <jão> -NÃO É POSSÍVEL, ESSA PORCARIA NÃO FUNCIONA. – Ele logo puxava a geringonça, olhando-a com alguma atenção e ignorando completamente a pergunta de Ishkur. – POR QUE NÃO FUNCIONA?
[21:35] <synien> -
A criatura precisa ficar parada… Ela se movimenta demais pra máquina fazer efeito! É melhor corrermos por agora. Olhava fixamente para o construto, esperando para ver se ele os seguiria.
[21:36] * NPC: <construto> *segue
[21:38] <ishkur> corre com a galera
[21:42] <jão> TASCA A GERINGONÇA NO CONSTRUCTOMORRE DIABOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!
[21:42] Speed de Jão: 2
[21:43] Speed de Jão: +1
[21:44] * NPC: <construto> João tenta acertar a criatura com o aparato, novamente, mas erra. Synien culpa uma força superior.
[21:44] *
NPC: <construto> Whops.
[21:44] ** NPC: <construto> Lalaland
[21:44] «!» <>
[21:45] <synien> -
Tente com mais delicadeza… Novamente usa o item de Jão, tentando apertar os botões novamente para fazer a máquina funcionar. Esperava que a força superior não fosse bobona e permitisse que a máquina acertasse o construto.
[21:47] Speed de Synien: 3
[22:06] «!» A numenera com a ponta em espiral encaixa no peito da criatura, que titubeia. O rosto fixo da criatura olha na direção do aparelho, que começa a girar em uma velocidade alarmante, quase da mesma maneira do que Filib pôs na entrada da floresta. O ruído, porém, é pior do que unhas em buraco-negro – e isso não é a numenera. É a criatura fazendo o ruído. Os insetos dentro entram em alvoroço, e a criatura parece cessar o interesse em vocês, voltando toda sua atenção à numenera em seu peito e como para-la. <>
[22:09] ** NPC: <filib> -
Oh, vocês conseguiram paralisar a criatura temporariamente ! Esqueçam os insetos, isso é perigoso demais. Vamos sair daqui enquanto podemos ! <>
[22:15] <synien> — Sim, é válido. Talvez a outra máquina já tenha realizado a coleta. Sem esperar muito, já começava a se afastar do construto, pretendendo voltar para o local da floresta onde haviam deixado a outra máquina de Filib.
[22:18] <ishkur> - Eu concordo. Precisamos sair daqui o mais rápido possível. seguia junto com os outros presentes no local na direção sugerida por Synien
[22:20] <jão> -Vambora
indo junto \o\
[22:21] «!» A criatura pressiona ambas as palmas das mãos nas laterais da numenera, e começa a puxa-la com força. Pouco a pouco, o dispositivo vai rachando e se afastando do corpo dela. <>
[22:28] «!» Os quatro, então, começam a correr. O caminho para fora do groto parece traiçoeiro, apertado, completamente diferente de quando haviam entrado. Sem a certeza disso ser apenas impressão ou não, vocês dedicam suas forças a se afastarem dali o mais rápido possível, sendo guiados por Filib. Os ecos do grito da criatura, embora estivesse cada vez mais longe, não pareciam cessar nem diminuir de volume – era como se ela permanecesse ao lado de vocês, gritando, durante todo o caminho. E essa sensação de claustrofobia, de pânico, o grito, isso tudo só passa quando vocês pisam o primeiro pé fora de lá. Todas as sensações passam de repente, e tudo que vocês ouvem é apenas o barulhinho da numenera de Filib perfurando o tecido transparente e sintético daquela primeira árvore. <>
[22:28] «!» RRRRRRRrrrrrrrrrrr <>
[22:31] «!» Filib pega o cantil e toma alguns goles. Depois de respirar durante alguns instantes, ele pega algumas ferramentas e vai observar o trabalho da furadeira, recolhendo alguns pedaços da árvore e anotando outras coisas, como se nada tivesse acontecido. <>
[22:32] <jão> Esse cara é PIRADO. – Indica Filib com um meneio.
[22:33] <synien> -
Acha que é seguro ficarmos aqui por muito mais tempo? Olhava para o clérigo, pensativa. Estava cansada, mas mais preocupada do que cansada.
[22:34] * NPC: <filib> *Inclinando a cabeça para o lado, olhando para dentro do groto biossintético. — Senhorita, eu acho que se a criatura quisesse no alcançar provavelmente já saberíamos disso. <>
[22:36] <synien> Fez um sinal afirmativo com a cabeça, ficando em silêncio por mais alguns instantes. — A propósito… está ferido? Posso curar ferimentos e aflições, dependendo da profundidade das mesmas. Perguntava com um certo tom de preocupação. Tinham a missão de manter a segurança do clérigo, afinal.
[22:42] * NPC: <filib> — Não, senhora, não estou machucado. Vocês fizeram um ótimo trabalho como guarda-costas. Embora o objetivo não tenha sido alcançado, seria falta de bom senso se eu cobrasse isso de vocês depois do que aconteceu. Os insetos negros terão que esperar até eu construir algo mais adequado. *Mais alguns minutos se passam, e Filib pega uma outra numenera, parecendo um visor, e começa a passar para cima e para baixo, apontada na direção de uma outra árvore. — Minha análise ainda não terminou, então passaremos aqui mais um tempo. <>
[22:47] <synien> — Pois bem. Se em algum momento precisar de alguma ajuda com os aparelhos, estou à disposição. Não sou muito eficaz em combate, mas tenho certa experiência com as coisas. Dava um sorriso, logo se afastando um pouco do clérigo, o deixando trabalhar. Se concentrava por alguns instantes, e logo focava em regenerar seus ferimentos com suas energias.
[22:48] Might de Synien: +3
[22:50] <ishkur> Mesmo longe de estar em sua porcentagem de energia ideal, Ishkur se posiciona próximo a Synien, ainda atento a qualquer mudança de comportamento que a criatura tenha
[22:54] * NPC: <filib> — Não. Seu trabalho não é esse. Dentro de uma hora iniciaremos a jornada de volta para Bodrov. >>>
[22:56] <synien> *Continuava em silêncio com a resposta do clérigo, pretendendo não se estressar e descansar o máximo possível para a nova caminhada.

[22:59] <jão> Afasta algumas folhas de vidro com o pé e senta no chão
[23:02] «!» Depois de mais ou menos uma hora, Filib recolhe seus equipamentos, guarda várias amostras em alguns frascos especiais, e usa uma numenera para borrifar um vapor no ar. Ele tosse duas vezes e empilha as coisas no seu disco flutuante. Ele diz que já é hora de voltar, e começa a jornada de volta para Bodrov, sem mais delongas. O dia já havia avançado bastante, e Bodrov era visível no horizonte. <>
[23:08] «!» Ao chegarem ao pé do estranho platô onde a cidade ficava, novamente vocês tem que super a espiral que leva até a entrada do labirinto. Mas Einar não estava lá dessa vez, e sim duas outras pessoas que também eram guias. Filib pagou um deles, e vocês passam mais um tempo atravessando os corredores até chegarem na entrada da cidade. Einar estava lá na saída, e ela inicia uma conversa rápida com Filib sobre a missão. Ele pega um dos cubos que estava usando para guardar o que havia recolhido e dá para ela, que sai correndo, acena para o grupo, e some dentro dos túneis. Filib pede para que vocês o acompanhem até sua casa, e entra, pedindo também que esperassem do lado de fora. ><
[23:10] «!» Depois de alguns minutos o portão sai de fase novamente, e ele aparece vestindo outras roupas, e com um sacolinha de shins na mão. Ele entrega para o primeiro que estenda para pegar e agradece pelo bom trabalho. Ele diz que dentro da sacola estão 40 shins, como combinado, mesmo que não tenham conseguido os besouros negros. Ele faz um gesto com a cabeça e o portão solidifica, indicando o fim da missão por completo. >>>
[23:24] Might de Jão: +6
[23:26] Might de Jão: +4
[23:26] Might de Jão: -4
[23:27] Speed de Jão: +6
[23:27] Might de Jão: +4
[23:28] Might de Ishkur: +3
[23:28] Speed de Ishkur: +2
[23:28] Speed de Ishkur: +2
[23:29] Speed de Synien: +2
[23:30] Speed de Synien: +6
[23:31] Might de Synien: +1
[23:31] Might de Synien: +2
[23:43] «!» Vocês voltam para a taverna, pagam uma nova diária, lavam a prexeca. >>>
[23:46] XP de Jão: +1
[23:46] <jão> ~o fazedor de xixi

[23:47] XP de Ishkur: +1
[23:50] XP de Synien: +1
[23:51] Speed de Jão: +2
[23:51] Intellect de Jão: +3
[23:52] Intellect de Synien: +3
[23:52] Might de Ishkur: +4
[23:52] Speed de Ishkur: +3
[23:52] Intellect de Ishkur: +1
[23:54] «!» Vocês então comem, escovam os dentes, jogam buraco, e dormem. ><
[23:55] «!» Fim de sessão.

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Cala a boca, Otacon !

[19:49] «!» [00:00] * NPC: <atendente> — É, tem acontecido isso de uns anos pra cá. O povo chama de Céu Negro. Segundo Filib, são pássaros que estão migrando para o oeste. Ninguém conhece essa raça, e tudo que eles fazem é deixar uma pilha de penas por onde passam. Eles não mexem com a gente, nós não mexemos com eles, sabe como é ? <>
[19:49] «!» [00:01] <jão> -Ah, sim. – Little parou pra pensar um instante, deu de ombros, e perguntou – Eles não fazem cocô em tudo, não?
[19:49] «!» [00:04] *
NPC: <atendente> — Não o suficiente para ser um problema. <>
[19:49] «!» [00:05] <jão> Ah, sim. – O olhar de Little rumou para a porta, e ele murmurou um agradecimento por cima do ombro para o atendente. – Querem ir lá fora ou querem ficar por aqui?
[19:49] «!» [00:09] <jão> -Porque eu tava meio afim de ir lá na casa do cara grosso e falar pra ele que poderíamos ir até a floresta transparente… Se a deusa concordar, claro…
[19:49] «!» [00:11] <synien> -
Apesar de não ser algo natural… Acho que podemos investigar isso depois. “Talvez o clérigo saiba mais do que conta pra essas pessoas por receio de que as poucas pessoas fujam.” — Melhor darmos a notícia ao clérigo e irmos ver a tal floresta transparente e viva.
[19:49] «!» [00:13] <jão> Beleza! – Ele soava empolgado, e logo rumava para a porta, ganhando a rua empesteada.
[19:49] «!» [00:17] <synien> Olhava para Ishkur, suspirando. -
Espero que o clérigo esteja mais receptivo hoje. Falava, sem muito ânimo, já se dirigindo para a porta da estalagem. Antes de sair dela, porém, lembra-se dos pássaros e faz um gesto com seu cajado, tornando visíveis os escudos que a rodeavam. Não queria sua roupa suja de penas… ou pior.
[19:55] «!» Depois de tomarem o desjejum, nossos quat – digo, três aventureirxs decidem que vão tirar satisfações com o clérigo e, quem sabe, meter porrada nele até quebrar-lhe-eis os dentes. Já sabendo que era só por a mão na lajota, eventualmente o portão se ilumina e uma voz rouca fala:
[19:55] * NPC: <filib> — Essa hora ? O que é ? <>
[19:56] <jão> -Oi, tio! – Ele berra contente pro portão – Disseram pra gente que o senhor queria umas amostras de umas árvores transparentes. A gente pensou em ir lá buscar, sobretudo se tiver alguma recompensa envolvida. Pode dizer pra gente exatamente o que quer?
[19:58] *
NPC: <filib> Pausa durante alguns instantes — Como ficaram sabendo dis – Suspiro — Ah, não importa. Esperem um momento. O portão então para de brilhar. ><
[20:02] «!» Depois de alguns minutos, vocês começam a ouvir passos vindos de dentro da casa. A passagem é aberta novamente, e o clérigo aparece atrás dela, vestindo um manto que cobria-lhe o corpo. Atrás dele, uma numenera que flutuava. Parecia vários discos acoplados um em cima do outro, o de baixo sempre menor. Em cima deles, alguns dispositivos e equipamentos estranhos. Ele retira do manto uma bolsa com shins e diz: “40 shins para me levarem, trazerem, e proteção durante o caminho.” <>
[20:04] <jão> Ergue um polegar em resposta, confirmando aquilo – Jóia.
[20:06] <synien> Olhava para Ishkur, pensativa. Até agora, não conseguiram salvar ninguém que deveriam proteger. O mercador havia morrido. A anciã havia morrido. A vila inteira havia sido destruída… “Espero estar me preocupando à toa…” Então, viu que Jão já havia aceitado a proposta. — Quando podemos partir? Perguntava, meio desconfortável com a súbita nova responsabilidade.
[20:09] <ishkur> respirava fundo, e se dirigia a Synien, sussurando — Tem certeza de que a gente deve levá-lo? Já que ele quer amostras, ele não precisa ir conosco. Além do mais… ele tem cara de que pode trazer custos muito mais altos do que 40 shins pra a gente…
[20:10] * NPC: <filib> — Só eu sei usar o equipamento de extração. Se não querem o serviço, por que vieram aqui ?
[20:12] <jão> -Ah, mas eu quero… – Olhava com cara de pedindo para xs companheirxs. – A gente precisa do dinheiro… Pra continuar nossa jornada e depois pra voltar… Pra Evangeline… – Faz bico.
[20:14] <synien> *Suspirava novamente, acenando positivamente com a cabeça para Ishkur. O problema da viagem, aparentemente, não seria SÓ a segurança. E sim a convivência. Em duas frases o clérigo já havia sido rude novamente.
— Podemos levá-lo, sim. Mas não garantimos conforto. Está pronto para partir?
[20:17] * NPC: <filib> — Vamos logo, não tenho o dia inteiro. *Disse, começando a jornada até a entrada dos túneis. Os discos começam a segui-lo sem cerimônia, às vezes balançando ameaçando derrubar tudo. >>>
[20:18] <synien> Não falava nada em resposta, apenas olhava para Little e para Ishkur, respirando fundo e seguindo o clérigo. Aparentemente não precisariam de guias, ao menos.
[20:18] <jão> >>>
[20:19] <ishkur> >>>
[20:22] «!» O caminho até o começo do labirinto é breve. Durante o caminho, algumas pessoas se aproximam do clérigo perguntando algumas coisas. Às vezes ele respondia. Vez ou outra alguém trazia alguma numenera pedindo para que ele consertasse, e ele colocava dentro do “vagão” dele. Os cumprimentos ele ignorava completamente. Antes que pudessem pisar nos túneis, porém, ele põe os dedos na boca e faz um assovio que ecoa bem alto. Vocês esperam, e esperam, e quando alguém pensa em abrir a boca pra reclamar, vocês ouvem passos vindos dos túneis. Einar aparece, um olhar espantado. ><
[20:24] * NPC: <einar> — Oi, senhor Filib. Saindo à serviço novamente ? Há muito tempo que o senhor não viaj – Ah, oi ! * Ela percebe a presença de vocês e sorri. Ela olha para um lado e para o outro, sentindo a falta de alguém, mas quando Filib pigarreia, ela logo volta a entrar nos túneis novamente. Filib a segue, sem cerimônias. <>
[20:24] «!» >>>
[20:25] <jão> >>>
[20:25] <synien> Deu um pequeno sorriso para a garota, mas seguiu em silêncio. Era bom ver ao menos alguém animado, em comparação com a rudeza do clérigo.
[20:29] <ishkur> >>>
[20:30] XP de Jão: 1
[20:30] XP de Ishkur: +1
[20:36] XP de Synien: +1
[20:37] XP de Ishkur: +0/
8
[20:38] XP de Jão: 0/8
[20:38] XP de Synien: 0/8
[20:46] XP de Synien: 4
[20:46] «!» Durante o caminho, vocês percebem que Einar e Filib começam a conversar sobre vários assuntos, todos eles relacionados ao uso e manutenção de numeneras. Einar fazia algumas perguntas que Filib respondia, e Filib questionava algumas coisas para Einar, como se fossem tutor e aprendiz. Às vezes ela contava como descobriu um certo túnel novo, ou como havia conseguido fazer tal coisa funcionar. Em outros momentos, Filib pegava alguma coisa de dentro de seu manto ou vagão, e entregava para ela, fazendo algumas perguntas que a garota respondia. >>>
[20:48] <jão> -Eles ali são bem amigos, viram? – Little questionou à companhia, encarando Einar e Filib que andavam logo à frente. – O que será que eles são? Só professor e aluna mesmo?
[20:52] <synien> >>>
[20:53] <ishkur> Dá de ombros em resposta à pergunta de Jão, no modo “não sei e nem quero saber”, ainda ranzinza por ter a presença do clérigo no grupo. E se distrai destes pensamentos pensando no dinheiro que ele vai pagar.
[20:56] «!» O tempo passa, e eventualmente o silêncio reina novamente. Com silêncio eu quis dizer que somentes os passos eram ouvidos ecoando pelos túneis. A saída entra no alcance de suas visões, e logo o ar deixa de ficar abafado novamente, o vento atravessando as planícies de Navarene açoitando as roupas de vocês. Filib puxa uma cifra de dentro do casaco e entrega para Einar, sem falar nada, e continua o caminho, descendo a espiral que rodeia as rochas abaixo de Bodrov, em direção ao chão firme. A garota apenas sorri para ele e para vocês, sem falar nada, apenas observando-os se afastando e acenando. >>>
[20:59] <jão> >>>
[21:00] <ishkur> >>>
[21:08] <synien> >>>
[21:18] «!» A jornada de 24km então se inicia. Embora não fosse muito longe, Navarene era um reino com vastos campos e plantações. O vento era agradável, embora a monarca não fosse tanto. Durante o caminho, Filib às vezes acessava seus equipamentos e parava alguns instantes para observar através do que pareciam ser dois cilindros com diversos vidros dentro, que ele apertava, girava, e depois anotava o que via em um caderno. Depois de algumas horas de viagem, vocês começam a obsercar no horizonte o que parecia ser uma área refletindo a luz do sol. Parecia um mar de vidro, mas à medida em que vocês caminhavam mais para perto era possível discernir as formas das árvores. Era diferentes das árvores de tronco vermelho que vocês viram em Westwood, mas são reconhecíveis como árvores. A descrição bate: São transparente, indicando que talvez fossem feitas de sintético. Balançavam perfeitamente ao vento. O chão estava repleto de folhas. Quando o clérigo se aproxima, as folhas quebram e partem embaixo de seus pés, como se fosse duras. >>>
[21:19] <jão> Olha ao redor, assombrado, e abaixa, apanhando algumas folhas, enfiando-as entre as roupas – Vou levar isso pra Evangeline! Ela vai gostar, aposto, e vai querer casar comigo… – Dizia consigo mesmo.
[21:20] «!» Quando você pega nas folhas, percebe que algumas delas são afiadas e que sua mão é cortada no processo. -1 Might <jão>
[21:21] Might de Jão: -1
[21:25] <synien> -
Sem dúvida, interessante… Deixava escapar enquanto andava, observando as árvores. Certamente era perceptível o interesse do clérigo por aquelas árvores. Observava Jão brincando com as folhas por alguns instantes, mas logo continuava a andar
[21:27] <ishkur> completamente absortx pela forma das árvores e como a luz as atravessava e com as reflexões e com o seu balanço ao vento e…
[21:28] «!» O ambiente era . . . Fresco. As árvores conseguiam refletir a luz tão bem que as folhas e os troncos eram frios ao toque. Bem gostosinho, inclusive, principalmente depois da caminhada. O ambiente mal ventava, embora as folhas balançassem de vez em quando. Filib abre o manto e revela uma cintura cheia de equipamentos, pendurados em todos os lugares do corpo. Ele pega algumas numeneras do disco de discos e se aproxima de uma árvore. O dispositivo começa a perfurar a mesma, enquanto ele começa a anotar algumas coisas. >>>
[21:31] <synien> Apenas observava o clérigo trabalhar, de quando em quando olhando os arredores. Estavam ainda em uma missão de escolta, afinal.
[21:31] <jão> Isso tá vivo mesmo? – Questionava o Clérigo, aproximando-se e limpando a mão cortada na própria blusa – É da natureza ou foi feito por alguém?
[21:33] <ishkur> saía de seu estado de admiração completa por conta do barulho da perfuração das árvores, e se aproximava de Synien, tocando em algumas árvores enquanto caminhava até ela
[21:34] ** NPC: <filib> -
Difícil dizer se algo hoje em dia é natural ou se tem dedos de alguma civilização do passado, não concorda ? Aqui, olhe isso. Ele tira um equipamento que estava pendurado em seu pescoço e entrega para Jão. Era uma espécie de círculo com um vidro transparente no centro. — Olhe bem de perto o tronco. <>
[21:35] <jão> Faz o que ele diz – Não sei nada sobre civilizações do passado.
[21:36] «!» Você observa movimento dentro do tronco. É como se alguma coisa minúscula se movesse lá por dentro, como pequenos insetos transparentes. ><
[21:39] * NPC: <filib> — Deveria. Nossa civilização está sendo construída em cima da carcaça de oito grandes civilizações antigas. Entender hoje como usar as coisas do passado é pavimentar o futuro. Conhecimento é tudo. *Se virando para o resto do grupo — Estou em busca de algo específico nessa floresta sintética. Insetos, não muito diferentes desses que o amigo arqueiro de vocês acabou de observar. Mas esses transparentes são pequenos demais. O que eu quero são pretos. Temos que entrar mais nesse groto biossintético. Com isso, ele fecha o manto novamente, deixa a numenera furando o tronco lá sozinha, e começa a caminhar para dentro do local. <>
[21:41] <jão> Groto biossintético. – Repete devagar. Aquela conversa estava difícil demais pra quem mal sabia ler. – Tá, procurar uns insetos pretos. Eu posso fazer isso… Sem saber sobre oito civilizações antigas… – Baixa o olhar e sai procurando pelo chão.
[21:44] <synien> -
Acha que os insetos são os responsáveis por manter a floresta assim, de alguma forma? Perguntava, olhando para Jão procurando os insetos, abrindo um pequeno sorriso, enquanto seguia o clérigo.
[21:45] <ishkur> segue o clérigo junto aos outros, mentalizando o que ele disse sobre entender o passado e pavimentar o futuro. Nisso concordava… mas certos aspectos do passado eram complexos demais para seu entendimento.
[21:45] * NPC: <filib> — Não tenho ideia. Gostaria de levar uma muda ou pedaço do groto para meu laboratório, junto com alguns insetos. Estudando-os, talvez eu descubra seu propósito e como usa-los para nos beneficiarmos. >>>
[21:46] <jão> >>>
[21:49] <ishkur> >>>
[21:51] <synien> — Espero que sua pesquisa dê frutos. Eu também… estou em uma. *Sorria, tentando novamente estabelecer uma conversa com o clérigo.
— Começamos o ritual de peregrinação para tentar achar uma solução para as plantações da vila, que estão sendo cada vez menos frutíferas. Mas… bem. Melhor focar nos insetos, por agora. Acha que o mecanismo ficará seguro sozinho?
[21:56] * NPC: <filib> — Plantações que não rendem ? Em Navarene ? Muito peculiar. O solo de Navarene é um solo rico. Isso me soa um pouco familiar, porém. Onde foi que eu já ouvi isso antes . . . ? Agora, sobre a furadeira, ninguém vai mexer. As pessoas não gostam muito desse groto. Alguns dizem que viram pessoas por aqui por dentro em algumas ocasiões. Provavelmente boatos de gente supersticiosa. *Diz, fazendo gestos abanando com a mão, como se estivesse deixando para lá. >>>
[21:56] XP de Ishkur: 4
[21:59] <synien> -
Espero que tenha razão. Aceitava a sugestão do clérigo de deixar para lá o assunto, seguindo o homem. — Sabe alguma coisa sobre a imensa revoada de pássaros?
[22:00] <jão> Inseeeeeto, insetoinsetoinseto inseeto inseto… – Resmungava sem parar, vasculhando o chão e os troncos das árvores.
[22:03] ** NPC: <filib> -
Céus Negros ? Não. O que eu sei é que eles vão para o oeste algumas vezes por ano. Pelo que os viajantes dizem, eles atravessam quase que o reino inteiro. Ninguém parece saber para onde eles vão porque eles adentram a Westwood e lá é um lugar perigoso por causa dos Culovas, que disputam a região com as madereiras. ><
[22:04] «!» À medida em que avançam, o ar fica cada vez mais frio, chegando ao ponto de parecer gelado. O barulho das folhas quebrando sob o peso dos pés de vocês ecoa bastante, até um pouco assustador. Os insetos, que nas bordas do groto eram transparentes, agora parecem ganhar uma corzinha acinzentada, mas nenhum preto, ainda. Vocês conseguem observar fileiras e mais fileiras deles dentro das árvores, caminhando e fazendo . . . Atividades de insetos. >>>
[22:05] <jão> Seguindo os insetos que vão escurecendo ao passo que vai ficando mais frio ÊÊÊÊ
[22:07] <synien> — Ao menos é uma bonita visão. Me impressiona o lugar não ter sido muito explorado… “Será que é apenas a superstição das pessoas ou tem algum motivo?”
[22:07] <jão> Ô deusa, bota um casaco. Não quero que a senhora fique doente. ~
[22:10] <synien> -
Obrigada, Little… Mas eu estou bem, por enquanto. Respondia o rapaz com um sorriso no rosto. Dali, ela era a pessoa que mais usava vestes.
[22:13] <ishkur> continua a caminhar impávido, e revezava o olhar entre as árvores e seus insetos, o clérigo e Synien. Dava pra saber como Jão estava pelo barulho que fazia. Sentia mais frio, mas bem de leve, nada que incomodasse. Até preferia assim, dada a caminhada que fizera durante boa parte do dia
[22:16] «!» De repente, o clérigo para e fica olhando em uma direção. Quem olhar também vai perceber uma forma humanóide, lá. Olhando com mais atenção, parecia ser uma estátua feita do mesmo material das árvores – transparente. >>>
[22:18] <jão> O som dos passos parando logo atraía sua atenção também. Ele olhava pra trás, e acompanhava o olhar do clérigo – EEEEEi, oi! Você aí, pessoa feita de vidro. Estamos procurando um inseto preto, você viu algum? Espera… – Ele pareceu pensar consigo mesmo – “Pessoa feita de vidro”?
[22:21] <synien> — …Devemos nos preocupar? Olhava apreensiva para o humanóide. Aquilo sim não era uma boa visão, por mais incrível que fosse.
[22:23] <ishkur> >>>
[22:29] * NPC: <filib> — Não sei. Deixe-me olhar mais de perto. *Dizendo isso, o rapaz tira um dispositivo do manto que emite uma luz na direção da estátua. Depois de alguns segundos, ele responde — Isso não é uma estátua. É um construto, diferente das árvores. Com isso, ele guarda o dispositivo e se aproxima mais da estátua, puxando outras numeneras do manto e anotando algumas coisas. — Deve ter sido isso que as pessoas viram aqui dentro. <>
[22:30] <jão> Vai junto olhar a estátua -Wee

[22:35] <synien> “Espero que isso não represente perigo iminente.” Se aproximava mais da estátua, preocupada.
[22:37] <ishkur> vendo a preocupação de Synien, aproxima-se dela, e volta o olhar para o tal “construto”, pondo-se em estado de alerta
[22:39] <synien> — Devemos continuar procurando os insetos e não nos preocuparmos com esse construto, então? Perguntava, em um tom de desconfiança.
[22:41] * NPC: <filib> — Tudo é passível de pesquisa, minha cara. Como eu disse antes, conhecimento é tudo. Saber o que é esse construto pode ser a chave para obtermos o que queremos. *Ele diz, enquanto puxa o círculo com vidros que havia emprestado a Jão mais cedo. Ele se aproxima bastante do construto e começa a observa-lo. — Bem interessante. As peças dele são transparentes, também. E são bastante complexas. O que isso está fazendo aqui ? ><
[22:42] «!» Enquanto Filib estudava distraído a composição do construto, dos pés do mesmo começam a subir insetos. Eram bem pretos, e eles caminhavam por dentro do construto da mesma maneira em que os outros insetos andavam por dentro das árvores. >>>
[22:43] <jão> Olha, a gente achou os bichos pretos. – Aponta os pés da estátua, como se aquilo não fosse óbvio.
[22:44] <synien> “Não estou gostando disso…” -
Uh… Melhor coletá-los enquanto eles ainda estão aqui. Segurava o cajado com um pouco mais de força, mostrando estar desconfortável com a cena.
[22:49] <ishkur> segurando-se para não tomar a frente, ouvir as grosserias do clérigo e pôr em risco os 40 shins… e mantém-se ao lado de Synien, torcendo para que o velho colete logo os insetos dele e decida partir logo…
[22:57] «!» Filib se inclina para trás, apenas para ver os insetos já subindo o peito da criatura e se espalhando pelos braços, rápidos demais. Com uma expressão surpresa, antes que ele pudesse falar completamente a frase “Olha os insetos aqui”, o construto começa a brilhar, e uma explosão magnética sai de dentro dele. <speed>
[23:07] «!» A explosão magnética foi bastante ruidosa e poderosa. Primeiro veio o impacto físico, do qual João e Ishkur conseguiram escapar muito bem, embora Synien houvesse recebido o impacto inteiro. Depois disso, a onda magnética, que empurrou Ishkur para longe, por estar usando armadura. Filib também foi arremessado violentamente para trás junto com a segunda onda de ataque. Uma esfera ao redor dele racha no impacto, antes invisível, provavelmente um escudo de energia ou algo do tipo. <iniciativa>
[23:11] Might de Synien: 5
[23:14] «!» Ishkur, embora pega de surpresa pelas ondas magnéticas emitidas pelo construto, logo se põe de pé, adrenalina sendo bombeada no sangue. Está a distância longa, e consegue ver o construto, sem pupilas, olhando fixamente para o grupo, logo depois da explosão. Os insetos negros caminhavam por dentro dele como se fosse formigas gigantes. <ishkur>
[23:16] <ishkur> Após pôr-se de pé, respira fundo, e começa a correr na direção do construto
[23:20] «!» Enquanto Ishkur toma o lado de Synien, o construto olha para quem está mais perto: João. Ele fecha os punhos, se aproxima do rapaz e tenta esmurra-lo sem cerimônias. <jão,>
[23:21] Speed de Jão: -3
[23:22] Speed de Jão: +1
[23:23] Might de Ishkur: -2
[23:25] «!» O construto é rápido e esmurra em piedade. Seus golpes são pesados, revelando um corpo duríssimo (6 de dano, dedutíveis de armadura). Enquanto João tentava se afastar dos golpes, ele tropeça. A criatura não pensa duas vezes, caindo em cima do rapaz com todo seu peso e o prendendo no chão (8 de dano, dedutíveis da armadura). João agora está preso, precisando de um teste de Might para conseguir sair. <synien,>
[23:26] Might de Jão: -11
[23:26] Speed de Jão: -3
[23:32] <jão> Vo ficar berrando e deu.
[23:32] <jão> foda-se.
[23:33] «!» The boy is behind the door.
[23:34] <synien> -
Oh céus… Isso não foi nada bom. Foi acertada com tudo com a primeira onda. Ainda assim, estava com menos problemas do que Little. Não conseguiria curá-lo com aquela criatura o prendendo, mas também não conseguiria fazer algo. — Eu não terminei de estudar a orbe de Brall… Não posso utilizá-la ainda… Havia sido pega de surpresa ali, mas se ficasse ferida, não conseguiria nem mesmo curar os outros feridos. Sendo assim, tomava seu tempo para curar seus ferimentos, já fazendo sua mão brilhar [Healing Touch].
[23:38] Might de Synien: +4
[23:40] «!» Filib se arrasta para trás, atordoado, e se encosta em uma árvore. <ishkur>
[23:44] Might de Ishkur: 2
[23:45] Might de Ishkur: +2
[23:46] Might de Ishkur: -1
[23:49] <ishkur> Depois de aproximar-se de Synien, e checar que ela está razoavelmente bem, ele olha pra o estado de Jão, e começa a formular um plano. Infla o peito e, com ímpeto, decide jogar sua força contra o construto, a fim de desequilibrá-lo e tirá-lo, nem que seja por um instante, de cima do jack, dando a este espaço para sair… de alguma forma
[23:51] Might de Ishkur: -1
[23:52] Might de Ishkur: -1
[23:52] Might de Ishkur: -1
[23:53] «!» O golpe que Ishkur dá no monstro é certeiro. O construto chega a ser erguido do chão e jogado adiante, embora não tenha tido nenhum impacto físico nele, foi o suficiente para desgruda-lo do abraço amoroso que estava realizando em João. Mas isso não é suficiente para atordoar o monstro, que logo se ergue e vai em cima de seu novo alvo, punhos fechados. <speed>
[23:57] Might de Ishkur: -2
[23:58] Might de Ishkur: +2
[23:58] Speed de Ishkur: -1
[23:58] Might de Ishkur: -5
[23:59] «!» Ishkur é recebida com a glória e amor de uma chuva de socos. A armadura consegue segurar uma parte, mas são tantos que a Glaive parece estar ficando machucada. Nesse momento, Synien e João percebem que surge uma oportunidade para agir. <synien,>
[00:04] <jão> Uma vez livre, se afasta da estátua e de Ishkur, afastando-se em direção à deusa.
[00:05] <synien> Agora que a criatura havia saído de cima de Jão, vendo que o mesmo já estava correndo em sua direção, aproveita o embalo das energias e, quando o mesmo a alcançava, as redirecionava para o corpo do rapaz. As ervas do kit e a experiência curando as pessoas da vila certamente tornaram tudo mais fácil.
[00:06] Might de Jão: +4
[00:10] «!» Filib se levanta, apalpando o corpo para ver se não havia quebrado nada. Depois de entender a situação em que estava, ele começa a buscar dentro do manto por alguma coisa. Após alguns instantes, ele tira o que parece ser uma espécie de tubo, comprido, com duas esferas nas pontas. Ele aponta a esfera para o construto, e ela dispara um feixe de energia. O bicho é atingido e para por alguns instantes, aparentemente atordoado. <ishkur>
[00:18] <ishkur> For the
[00:18] <ishkur> next ten minutes, all Might-based actions
[00:18] <ishkur> other than attack rolls that you attempt have
[00:18] <ishkur> their difficulty reduced by one step. Enabler.
[00:20] <ishkur> Ao ver o que aconteceu, Ishkur, que já se encontrava inflamada pela ira por conta da porrada que o construto lhe dera, viu uma oportunidade perfeita de descontá-la. Arremeteu-lhe a flail que segurava na mão, danificando-o de uma forma ruidosa.
[00:25] «!» O golpe foi verdadeiramente ruidoso. O que Ishkur não contava, porém, é que o construto era tão resistente, mas tão resistente, que por falta de esforço, não havia sido rachado de maneira alguma. O golpe, porém, retira a criatura do estopor e, com a mudança no padrão de movimentos dos insetos dentro, ele novamente ataca. <speed>
[00:30] «!» Ishkur, surpresa pela inefetividade de seu golpe, sofre uma saraivada de golpes (6 dano, armadura) e é agarrada pelo bicho, sendo levada ao chão (8 dano, armadura). O monstro a segura lá, ameaçadoramente, e agora Ishkur precisa se livrar dele através de um teste de Might. <synien,>
[00:31] Might de Ishkur: -3
[00:31] Speed de Ishkur: -7
[00:31] <jão> -Vo ficar aqui sentado só mais uns minutinhos, tá? – Ele questiona a deusa, e baixa a cabeça. Tinha que ajudar Ishkur logo.
[00:32] Speed de Ishkur: +5
[00:32] Might de Jão: +4
[00:32] Speed de Ishkur: -8
[00:33] Speed de Ishkur: +1
[00:35] <synien> -
Sim… Assim que eu acabar aqui, já vai estar livre. Rápido. Então, ainda com as mãos em Jão, solta outro pulso de energia. Terminaria de curar os ferimentos do rapaz, para que ele pudesse tirar a criatura de cima de Ishkur, para tratar de Ishkur em seguida.
[00:36] Intellect de Synien: -1
[00:37] Speed de Jão: +5
[00:40] «!» Filib tentar usar o dispositivo novamente, mas nada acontece. Ele então busca algumas ferramentas nos discos. <ishkur>
[00:48] <ishkur> *completamente tomada de dor, Ishkur grita com o peso daquela tragédia em cima de seu corpo. Num flash de memória, lembra-se da bebida estranha que portava, e que supostamente traria resistência a quem a tomasse. Com alguma destreza, livrou um dos braços da força do construto, pegando o líquido logo em seguida e sorvendo-o sofregamente

[00:52] «!» O líquido é difícil de engolir, e desce queimando. Por alguns momentos parece que nada acontece, mas de repente você sente um formigamento que rapidamente se torna uma sensação de queimadura por toda sua pele. Seus movimentos se tornam ligeiramente mais rígidos à medida em que você percebe que sua pele não tem a mesma consistência de antes. Algumas manchas aparecem, se transformando em placas, aumentando sua armadura em +1. Mas isso não impede que o monstro continue seu massacre de socos. <speed>
[00:58] Speed de Ishkur: 3
[00:58] Intellect de Ishkur: -1
[00:59] «!» Ishkur apenas assume uma posição de defesa e tenta aparar os golpes da melhor maneira que pode, mas ainda assim sofrendo danos. <synien,>
[00:59] <jão> *Levanta, saca o arco e mete uma flecha no bichão (de preferência não em Ishkur, mas quem diz são os dados, and as u know…)
[01:00] «!» E os dados disseram que você acertou o braço de Ishkur e, devido à sua dureza por conta da cifra, ela não sofre maiores danos.
[01:06] <synien> -
Bom… Estamos ficando sem tempo… *Já se preparando para o pior, erguia suas barreiras, se preparando para entrar no combate direto com a criatura. [Resonance Field]
[01:06] <synien> *
[01:10] «!» Filib puxa alguma coisa do manto, e aponta para a criatura, sem maiores efeitos. <ishkur>
[01:15] Jão (AngelM) acabou de sair
[01:16] <ishkur> eu vou fazer minha rolagem aqui
[01:18] Might de Ishkur: +3
[01:18] Speed de Ishkur: +3
[01:19] Might de Ishkur: +2
[01:19] Speed de Ishkur: -2
[01:21] «!» Fim de sessão.

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